O cessar-fogo entre Israel e Hamas entrou em vigor esta sexta-feira ao meio-dia local, abrindo caminho à libertação de reféns e ao envio de ajuda humanitária para Gaza. A medida marca um momento crucial após dois anos de conflito intenso que causou milhares de vítimas.
A partir deste momento, as partes têm 24 horas para aplicar o cessar-fogo. Uma vez concluída a retirada das tropas israelitas, inicia-se o prazo de 72 horas para a libertação dos cerca de 20 reféns israelitas ainda vivos.
Entre os 48 israelitas cativos na Faixa de Gaza que serão libertados, a partir de segunda-feira, estão seis luso-israelitas, três dos quais ainda vivos.
Palestinianos e israelitas celebram após anúncio de um plano de cessar-fogo mediado pelos Estados Unidos, que inclui libertação de reféns e retirada parcial de tropas. O acordo marca um potencial ponto de viragem no conflito de dois anos.
O movimento islamista elogia os "grandes esforços" dos mediadores, Egito e Catar, para "remover quaisquer obstáculos à implementação das várias etapas do cessar-fogo"
Familiares das vítimas do ataque de 7 de outubro cumpriram esta terça-feira de manhã um minuto de silêncio, no segundo aniversário da agressão do Hamas em Israel, testemunhou a agência France-Presse (AFP) no local do festival de música Nova.
Uma semana depois de Donald Trump ter anunciado o seu plano de paz de 20 pontos para Gaza na Casa Branca, as negociações indiretas entre o Hamas e Israel começam hoje no Egito.
Mais de 3 mil pessoas juntaram-se este sábado na manifestação a favor dos detidos da Flotilha Global Sumud, que percorreu Lisboa, entre as praças do Martim Moniz e do Rossio, segundo a Polícia de Segurança Pública, que acompanhou o percurso.
As forças militares de Israel dizem que foram instruídas para se prepararem para a primeira parte do plano de Donald Trump para pôr fim à guerra em Gaza, depois de o Hamas ter concordado em libertar reféns
O movimento islâmico Hamas disse, esta sexta-feira, que estava disposto a libertar todos os reféns mantidos em Gaza, segundo o acordo proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Um conjunto de mães de soldados e reféns israelitas em posse do Hamas acorrentou-se junto à residência de Benjamin Netanyahu, onde protestam contra a guerra na Faixa de Gaza.
"A segurança dos Estados do Conselho de Cooperação do Golfo é indivisível e qualquer ataque a um é um ataque a todos", disse a organização em reação ao ataque israelita ao Qatar, que assim vai "ativar mecanismos de defesa conjunta".