Uma semana depois de Donald Trump ter anunciado o seu plano de paz de 20 pontos para Gaza na Casa Branca, as negociações indiretas entre o Hamas e Israel começam hoje no Egito.
Mais de 3 mil pessoas juntaram-se este sábado na manifestação a favor dos detidos da Flotilha Global Sumud, que percorreu Lisboa, entre as praças do Martim Moniz e do Rossio, segundo a Polícia de Segurança Pública, que acompanhou o percurso.
As forças militares de Israel dizem que foram instruídas para se prepararem para a primeira parte do plano de Donald Trump para pôr fim à guerra em Gaza, depois de o Hamas ter concordado em libertar reféns
O movimento islâmico Hamas disse, esta sexta-feira, que estava disposto a libertar todos os reféns mantidos em Gaza, segundo o acordo proposto pelo presidente dos EUA, Donald Trump.
Um conjunto de mães de soldados e reféns israelitas em posse do Hamas acorrentou-se junto à residência de Benjamin Netanyahu, onde protestam contra a guerra na Faixa de Gaza.
"A segurança dos Estados do Conselho de Cooperação do Golfo é indivisível e qualquer ataque a um é um ataque a todos", disse a organização em reação ao ataque israelita ao Qatar, que assim vai "ativar mecanismos de defesa conjunta".
Secretário de Estado norte-americano diz que Trump "não está contente" com o ataque de Israel aos líderes do Hamas no Qatar, o seu primeiro ataque deste tipo contra um aliado dos EUA
Familiares de reféns israelitas ainda detidos pelo Hamas disseram que o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu é o "único obstáculo" que impede o seu regresso e a paz.
O grupo islamita palestiniano Hamas afirmou esta sexta-feira que o líder nas negociações para um cessar-fogo na Faixa de Gaza Khalil al-Hayya sobreviveu ao ataque israelita de terça-feira, no Qatar.
A Assembleia-geral das Nações Unidas aprovou esta sexta-feira, em Nova Iorque, uma resolução que reforça o compromisso internacional com a criação de um Estado palestiniano independente, democrático e viável — deixando claro que o processo deve avançar sem qualquer envolvimento do Hamas.
A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, disse que a administração Trump foi notificada pelas Forças Armadas norte-americanas que Israel ia atacar o Hamas que "infelizmente estava localizado numa secção de Doha, a capital do Catar", avança o jornal Al Jazeera.
O Exército israelita avisou este sábado os residentes da Cidade de Gaza de que devem dirigir-se para uma "zona humanitária" declarada por Israel mais a sul da Faixa de Gaza, antes do próximo ataque terrestre à região.
A flotilha que saiu de Barcelona no domingo com o objetivo de chegar a Gaza denunciou que há drones a sobrevoar as embarcações, que se encontrem neste momento perto das costas das ilhas espanholas das Baleares.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, lamentou esta segunda-feira "o trágico acidente" em Kahn Yunis, referindo-se a um duplo ataque das suas forças contra uma unidade hospitalar no sul da Faixa de Gaza, que matou pelo menos 20 pessoas.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira como “intolerável” o ataque ao hospital Nasser, em Gaza, e instou Israel a respeitar o Direito internacional, salientando que “civis e jornalistas devem ser protegidos em todas as circunstâncias”.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, aprovou esta quarta-feira os planos do Exército israelita para ocupar a cidade de Gaza, incluindo a convocação de dezenas de milhares de soldados da reserva, avançou a imprensa local.
O Hamas aceitou um acordo de cessar-fogo e troca de reféns com Israel, segundo revelou esta segunda-feira um alto responsável do movimento, citado pela Sky News.
Um ataque das forças armadas de Israel, ocorrido este domingo na Cidade de Gaza, resultou na morte de quatro jornalistas, entre os quais o correspondente da Al Jazeera, Anas Al Sharif. O bombardeamento atingiu a área próxima do hospital Shifa, onde se encontrava uma tenda utilizada por jornalistas p