O Gabinete de Segurança do Governo de Israel aprovou esta madrugada um plano militar proposto pelo primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, para ocupar a Cidade de Gaza.
As autoridades disseram que o primeiro-ministro estava a planear uma ofensiva para ocupar totalmente Gaza, mas a resistência revela divisões no governo
"Ocupação da faixa de Gaza” poderá ser o próximo passo de Benjamin Netanyahu, primeiro-ministro israelita. A televisão do país relata que o termos sido usado diversas vezes em conversas privadas, relatam diversos ministros, como forma do primeiro-ministro descrever a sua visão para a expansão das op
Michael Fakhri, funcionário da ONU para o direito à alimentação, deu o alarme no início de 2024 e afirma: "Israel está a matar Gaza à fome. É genocídio."
“As imagens dos reféns israelitas são aterradoras e demonstram a barbárie do Hamas. Todos os reféns devem ser libertados imediata e incondicionalmente”, escreveu Kallas, Chefe da Diplomacia da UE, nas redes sociais.
O Hamas divulgou um vídeo de um refém, que se queixa da fome que tem sentido. No final, o jovem cava ainda a sua sepultura: "É aqui que penso que vou ser enterrado".
Benjamin Netanyahu está disposto a negociar um cessar-fogo permanente na Faixa de Gaza, durante pelo menos 60 dias. Mas, o primeiro-ministro israelita só o faz se houver desmilitarização.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta quarta-feira que existem "muitas possibilidades" de alcançar um acordo de trégua com o Hamas e libertação de reféns.
Treze mulheres e dois homens que sobreviveram ao cativeiro do Hamas afirmaram ter sido vítimas ou testemunhas de violência sexual enquanto estiveram reféns em Gaza, segundo um novo relatório do Dinah Project, um grupo de investigadoras israelitas.
As negociações indiretas entre Israel e o Hamas com o objetivo de alcançar uma trégua e a libertação dos reféns na Faixa de Gaza começaram no domingo, véspera de um encontro entre o primeiro ministro de Israel e o presidente americano em Washington.
O movimento islamita palestiniano Hamas anunciou hoje que deu uma resposta "positiva" aos mediadores sobre a mais recente proposta de cessar-fogo em Gaza e está preparado para negociar "imediatamente" a sua implementação.
Um alto funcionário do Hamas acusou hoje o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de criar "condições impossíveis" para impedir qualquer acordo de cessar-fogo em Gaza e a libertação de reféns.
O presidente dos Estados, Donald Trump, mostrou-se otimista, esta sexta-feira, 27 de junho, quanto a uma nova trégua em Gaza: "Acreditamos que até a próxima semana vamos conseguir um cessar-fogo", disse.
O secretário-geral da ONU alertou hoje que o sistema de ajuda imposto por Israel em Gaza "está a matar pessoas", sublinhando que "qualquer operação que leve civis desesperados para zonas militarizadas é, inerentemente, insegura".
O primeiro-ministro israelita previu hoje uma oportunidade de "expansão drástica dos acordos de paz" do país, depois do cessar-fogo, na terça-feira, no conflito com o Irão.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel afirmou hoje que, após a guerra com o Irão, o Exército israelita voltará a concentrar-se no conflito em curso na Faixa de Gaza.
Vários países árabes condenaram hoje unanimemente o ataque dos Estados Unidos a três instalações nucleares no Irão, que consideraram uma “grave ameaça” para a segurança do Médio Oriente, e defenderam a urgência de conter a situação pela via diplomática.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, manifestou-se hoje preocupado com o risco de “grave escalada” no Médio Oriente e apelou para a “máxima contenção de todas as partes” e ao regresso às negociações com o objetivo de encontrar uma “solução diplomática”.
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), afirmaram hoje que mais de 55.900 pessoas foram mortas e 131.100 feridas na ofensiva militar desencadeada pelo exército israelita contra o enclave.
Israel terá violado o acordo de associação com a União Europeia, especificamente o Artigo 2.º, sobre as obrigações de respeitar os direitos humanos, com a sua atuação na Faixa de Gaza, segundo um documento da diplomacia comunitária hoje conhecido.
O primeiro-ministro israelita afirmou hoje que os bombardeamentos contra o Irão atrasaram o programa nuclear iraniano "por muito, muito tempo" e defendeu que a ofensiva militar em curso vai "mudar a face do Médio Oriente".