O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, Abbas Araghchi, acusou os Estados Unidos de atacarem uma central de dessalinização na ilha de Qeshm, na costa sul do Omã, alegando que o incidente afetou o abastecimento de água em 30 aldeias.
O embaixador da Rússia no Reino Unido, Andrey Kelin, confirmou este sábado que o país “não é neutro” em relação à situação no Irão e declarou publicamente o apoio de Moscovo a Teerão.
A Assembleia de Peritos do Irão vai reunir-se nas próximas horas para eleger o sucessor do aiatola Ali Khamenei, anunciou o aiatola Mozafari à televisão nacional.
Donald Trump anunciou este sábado a criação de uma nova coligação militar destinada a “erradicar os cartéis” no hemisfério ocidental. O anúncio foi feito durante um discurso perante líderes de países latino-americanos reunidos no resort de golfe do presidente, em Miami.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos tornou públicos documentos do FBI que relatam entrevistas realizadas em 2019 com uma mulher que fez alegações de abuso sexual contra Donald Trump, ligadas ao caso Jeffrey Epstein.
Fontes norte-americanas indicam que a Rússia estará a fornecer informações sobre posições militares dos Estados Unidos no Médio Oriente, num contexto em que o Irão tem intensificado ataques contra alvos norte-americanos na região.
Donald Trump garantiu que, depois da operação militar no Irão, os Estados Unidos voltarão a concentrar-se em Cuba, onde o presidente afirma que Havana está pronta para negociar e que o governo da ilha “vai cair muito em breve”.
A secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos vai deixar o cargo, numa decisão anunciada por Donald Trump, que indicou o senador republicano Markwayne Mullin como sucessor.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou esta quarta-feira que um submarino norte-americano afundou um navio de guerra iraniano em águas internacionais, classificando o episódio como um marco militar inédito nas últimas décadas.
Vários locais no centro de Israel foram atingidos por mísseis iranianos, mobilizando equipas de emergência e autoridades para operações de busca e avaliação de danos.
Donald Trump voltou esta terça-feira a endurecer o discurso em relação a Teerão, garantindo que qualquer tentativa de diálogo por parte do Irão surge fora de tempo.
Um dos mais emblemáticos símbolos históricos de Teerão terá sofrido danos num ataque atribuído a forças norte-americanas e israelitas, segundo meios de comunicação iranianos.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, encara o cenário pós-morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, sem apresentar um plano detalhado para o que poderá seguir-se em Teerão.
As três potências europeias declaram-se prontas para intervir de forma proporcional contra Teerão, enquanto Donald Trump antecipa uma guerra de quatro semanas e afirma que os novos dirigentes iranianos pediram negociações.
O presidente norte-americano Donald Trump declarou que o novo governo do Irão deseja estabelecer conversações com os EUA. Em paralelo, destacou o sucesso das operações militares recentes contra líderes iranianos.
Um agente disfarçado terá utilizado fundos públicos para uma viagem romântica a Veneza, engano que durou anos, revelou uma investigação pública sobre os “spycops”. A mulher enganada afirma que a viagem não teve qualquer relação com contactos políticos, como alegava o polícia.
As autoridades regionais revogaram a permissão da empresa Italo Belga, que geria a praia há mais de 100 anos, citando risco de infiltração da máfia através de um subcontratado.
Um petroleiro foi alvo de um ataque ao largo de Musandam, no Estreito de Ormuz, provocando quatro feridos e a retirada dos 20 tripulantes. As autoridades de Omã confirmam que se trata do primeiro incidente deste tipo naquela rota marítima estratégica.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, dirigiu-se ao povo iraniano, apelando para que aproveitem a oportunidade histórica criada pelos recentes ataques militares para se libertarem do regime. Segundo Netanyahu, é “hora de agir em massa” contra a liderança do país.