O presidente da Confederação Empresarial de Portugal (CIP) defendeu esta quinta-feira que a discussão sobre as alterações à lei laboral deve ser retomada, mas que o processo não deve ser “precipitado” e que deve existir “um documento novo de raiz”.
O secretário-geral do PSD, Hugo Soares, e o presidente do PSD/Madeira, Miguel Albuquerque, rejeitaram este sábado que o chumbo do pacote laboral no Parlamento represente instabilidade política ou uma crise no Governo.
Proposta de alteração ao Código do Trabalho foi rejeitada na generalidade com votos contra do PS, Chega, Livre, BE, PAN e JPP. Presidente da Assembleia lamentou as manifestações de celebração nas galerias.
Ministra do Trabalho garante que a proposta do Governo não retira direitos aos trabalhadores e desafia o Parlamento a escolher entre a continuidade e a mudança.
A Assembleia da República debate esta quinta-feira, a partir das 14h00, a proposta do Governo de revisão da legislação laboral, num dia marcado pela contestação sindical à porta do Parlamento e pela presença de representantes sindicais no interior do hemiciclo.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, avisou esta quinta-feira que será difícil alcançar um acordo sobre a reforma da legislação laboral se o Governo insistir numa proposta que considera marcada por “insensibilidade e desumanidade”, remetendo a responsabilidade do impasse para o primeiro-min
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta quarta-feira que o Governo vai aprovar na quinta-feira, em Conselho de Ministros, a proposta de revisão da legislação laboral, que seguirá depois para discussão no Parlamento.
O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, desafiou este sábado o Governo a retirar a proposta de reforma laboral como forma de evitar a greve geral convocada pela CGTP para o dia 3 de junho.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta sexta-feira que o Governo “não abandona as suas convicções” em matéria laboral e garantiu que já houve cedências “em todas as traves mestras” da reforma do trabalho em discussão.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou esta sexta-feira à mobilização nacional dos trabalhadores para a greve geral marcada para 3 de junho, acusando o Governo de promover um dos maiores ataques de sempre aos direitos laborais.
O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, desafiou esta sexta-feira o primeiro-ministro, Luís Montenegro, a deixar cair a reforma laboral em preparação pelo Governo, defendendo que o pacote “ofende” trabalhadores, jovens, mulheres e famílias portuguesas.
O Conselho Nacional da CGTP aprovou a marcação de uma nova greve geral em protesto contra a revisão da legislação laboral promovida pelo Governo, revelou o Expresso. A decisão deverá ser formalmente anunciada na sexta-feira, durante as comemorações do 1.º de Maio, Dia do Trabalhador.
A UGT reúne-se esta sexta-feira para analisar e votar a proposta final de alterações à legislação laboral, numa fase decisiva do processo negocial e depois de o documento já ter obtido o aval das confederações patronais.
O primeiro-ministro acredita num entendimento em concertação social, mas aponta entraves de natureza política como principal risco. Declarações surgem na véspera de decisão da UGT e após reunião com líder da oposição venezuelana.
A ministra do Trabalho afirmou esta terça-feira confiar que a UGT “saberá honrar a tradição de diálogo, reformismo e compromisso com o país” no processo de revisão da legislação laboral, advertindo que, caso tal não aconteça, o Governo avançará com a proposta no Parlamento.
O Presidente da República, António José Seguro, afirmou hoje que vai insistir “até ao fim” no apelo ao diálogo sobre a revisão da legislação laboral, rejeitando qualquer tentativa de pressão sobre o Governo ou os parceiros sociais.
A greve convocada para esta sexta-feira deverá provocar perturbações alargadas em diversos setores da administração pública e do setor privado, coincidindo com uma manifestação nacional em Lisboa contra o pacote laboral em discussão.
O anteprojeto “Trabalho XXI”, que serve de base à revisão da lei laboral que o Governo pretende implementar, regressa esta quinta-feira à Comissão Permanente de Concertação Social, após um ciclo prolongado de reuniões bilaterais com as confederações patronais e a UGT, no Ministério do Trabalho, num
Foi agendada uma nova reunião entre o Governo, as associações patronais e a UGT para a próxima segunda-feira, às 15h00, com o objetivo de debater o pacote laboral.