O secretário-geral do PCP, Paulo Raimundo, desafiou este sábado o Governo a retirar a proposta de reforma laboral como forma de evitar a greve geral convocada pela CGTP para o dia 3 de junho.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta sexta-feira que o Governo “não abandona as suas convicções” em matéria laboral e garantiu que já houve cedências “em todas as traves mestras” da reforma do trabalho em discussão.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou esta sexta-feira à mobilização nacional dos trabalhadores para a greve geral marcada para 3 de junho, acusando o Governo de promover um dos maiores ataques de sempre aos direitos laborais.
O secretário-geral do Partido Socialista, José Luís Carneiro, desafiou esta sexta-feira o primeiro-ministro, Luís Montenegro, a deixar cair a reforma laboral em preparação pelo Governo, defendendo que o pacote “ofende” trabalhadores, jovens, mulheres e famílias portuguesas.
O Conselho Nacional da CGTP aprovou a marcação de uma nova greve geral em protesto contra a revisão da legislação laboral promovida pelo Governo, revelou o Expresso. A decisão deverá ser formalmente anunciada na sexta-feira, durante as comemorações do 1.º de Maio, Dia do Trabalhador.
A UGT reúne-se esta sexta-feira para analisar e votar a proposta final de alterações à legislação laboral, numa fase decisiva do processo negocial e depois de o documento já ter obtido o aval das confederações patronais.
O primeiro-ministro acredita num entendimento em concertação social, mas aponta entraves de natureza política como principal risco. Declarações surgem na véspera de decisão da UGT e após reunião com líder da oposição venezuelana.
A ministra do Trabalho afirmou esta terça-feira confiar que a UGT “saberá honrar a tradição de diálogo, reformismo e compromisso com o país” no processo de revisão da legislação laboral, advertindo que, caso tal não aconteça, o Governo avançará com a proposta no Parlamento.
O Presidente da República, António José Seguro, afirmou hoje que vai insistir “até ao fim” no apelo ao diálogo sobre a revisão da legislação laboral, rejeitando qualquer tentativa de pressão sobre o Governo ou os parceiros sociais.
A greve convocada para esta sexta-feira deverá provocar perturbações alargadas em diversos setores da administração pública e do setor privado, coincidindo com uma manifestação nacional em Lisboa contra o pacote laboral em discussão.
O anteprojeto “Trabalho XXI”, que serve de base à revisão da lei laboral que o Governo pretende implementar, regressa esta quinta-feira à Comissão Permanente de Concertação Social, após um ciclo prolongado de reuniões bilaterais com as confederações patronais e a UGT, no Ministério do Trabalho, num
Foi agendada uma nova reunião entre o Governo, as associações patronais e a UGT para a próxima segunda-feira, às 15h00, com o objetivo de debater o pacote laboral.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, garantiu esta terça-feira que o Governo fará “mesmo tudo” para alcançar um acordo na concertação social sobre a reforma laboral antes de levar a proposta à Assembleia da República.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, anunciou esta terça-feira que o Conselho de Ministros irá aprovar, na quinta-feira, uma nova “lei do retorno” de imigrantes e garantiu que a proposta de revisão da lei laboral chegará “em breve” ao parlamento.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, acusou esta segunda-feira o Governo de promover um “ataque democrático” ao excluir a central sindical das negociações sobre as alterações à lei laboral, garantindo que o processo está “minado de desrespeito” e que “a luta vai continuar”.
A ministra do Trabalho, Rosário Palma Ramalho, reúne-se esta segunda-feira com a UGT e as quatro confederações empresariais para discutir as alterações à legislação laboral, após o apelo do Presidente da República para retomar o diálogo depois da rutura anunciada pelos patrões.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta quarta-feira que apenas através da reforma da legislação laboral Portugal poderá tornar-se uma economia mais competitiva.
A União Geral dos Trabalhadores (UGT) e a Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) manifestaram esta terça-feira disponibilidade para retomar as negociações sobre a legislação laboral, depois de o Presidente da República, António José Seguro, ter apelado a um "acordo equilibrado" entre
A reunião da Concertação Social terminou esta segunda-feira sem acordo entre o Governo, as confederações patronais e a UGT relativamente às alterações à lei laboral.