O ministro do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social defendeu hoje a proposta de lei do Governo para alterar leis laborais, após concertação social, como parte da "estratégia e prática" da atual maioria parlamentar.
O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, prometeu hoje um verão e outono "quentes" na contestação contra a revisão da legislação laboral, referindo que estão sozinhos nesta luta pelos trabalhadores.
O líder do PSD, Rui Rio, defendeu hoje que a proposta de lei para alterar a legislação laboral deve ser viabilizada para debate na especialidade, referindo que lhe é indiferente se é ou não votada nesta fase.
O líder parlamentar do PS defendeu hoje que os 18 diplomas em discussão sobre alterações à legislação laboral deverão ser na sexta-feira diretamente viabilizados para apreciação na especialidade, sem votação na fase de generalidade.
A coordenadora do BE apelou hoje aos deputados do PS para manterem a "cabeça fria" contra a "chantagem" das alterações à legislação laboral, promovendo o combate à precariedade, como combinado nos últimos dois anos.
O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, e o deputado bloquista José Soeiro estiveram hoje em "sintonia" contra a proposta de lei do Governo para alterar as leis laborais, apelando aos deputados socialistas que votem "à esquerda".
O BE considerou hoje inaceitáveis duas das alterações à legislação laboral propostas pelo Governo, como o aumento do período experimental e uma nova figura de banco de horas, pedindo que sejam retiradas do diploma a apresentar ao parlamento.
O Governo apresentou hoje uma nova proposta sobre alterações à lei laboral aos parceiros sociais que estabelece que os bancos de horas individuais atualmente existentes afinal só cessarão um ano após a entrada em vigor das novas regras.
Os parceiros sociais voltam a reunir-se hoje para discutir alterações à legislação laboral, entre elas limites aos contratos a termo, bancos de horas por acordos de grupo e o alargamento do período experimental para alguns contratos sem termo.
O Bloco de Esquerda (BE) defendeu hoje a revisão da legislação laboral para criar “empregos e empregos com direitos”, a propósito da notícia da taxa de desemprego ter atingido o valor mais baixo desde 2004.
O secretário-geral da CGTP, Arménio Carlos, defendeu hoje que “este é o momento” para o Governo passar das palavras aos atos e alterar a legislação laboral, exortando o PS a encontrar soluções com os partidos à esquerda.
Os parceiros sociais começam a discutir hoje alterações à legislação laboral e, em cima da mesa, vai estar a "segmentação do mercado de trabalho", confirmou à Agência Lusa fonte do Ministério do Trabalho.