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O Chega defendeu a necessidade de rever a reforma da legislação laboral proposta pelo Governo, sublinhando que as mudanças devem abranger áreas "como a precariedade, o recurso ao outsourcing, as licenças de paternidade e maternidade e as regras de despedimento".
O partido considera que a atual proposta governamental não responde de forma adequada aos desafios do mercado de trabalho, defendendo uma abordagem que equilibre maior flexibilidade laboral com a proteção dos trabalhadores.
Segundo a posição expressa, o Chega pretende uma legislação laboral mais flexível, mas alerta que essa flexibilidade não deve ser alcançada “à custa de quem trabalha mais”.
O líder partidário prosseguiu afirmando que a "legislação laboral pode ser aprovada no parlamento" enumerando os "cinco pontos essenciais": "não prejudicar as mães trabalhadoras, não ser um convite a despedimentos de forma discricionária, rever questões da licença de maternidade e paternidade e da remuneração do trabalho por turnos e horas extraordinárias" e última que engloba todas é o "de garantir que temos uma legislação do trabalho flexível e não selvagem, nós temos condições de apesar do falhanço das negociações de ter a legislação aprovada no parlamento".
Para isso diz que é "importante que as negociações prossigam no parlamento, na verdade se iniciem, pois o governo ainda não iniciou essas negociações e é importante que aconteça nos próximos meses para não perder o contexto e o conjunto da maioria que temos no parlamento".
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