O vice-Presidente do Irão, Mohammad Reza Aref, avisou esta quinta-feira que o país deve preparar-se para a guerra, perante a ameaça dos Estados Unidos da América (EUA) de usar a força militar contra a República Islâmica.
A União Europeia designou oficialmente o Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica do Irão (IRGC) como organização terrorista, pondo fim a anos de divisões internas sobre o tema.
Quantas pessoas perderam a vida nos protestos populares deste último mês no Irão? Dez mil? Vinte mil? Trinta mil? Na falta de investigação independente, é difícil estabelecer um número preciso.
Esta quarta-feira, o presidente norte-americano afirmou que "o tempo está a acabar" e diz que é hora do Irão negociar um acordo sobre a posse de armas nucleares.
O acesso à Internet no Irão para as empresas deve ser restabelecido dentro de dois dias, após o bloqueio imposto pelas autoridades na sequência de uma onda de protestos, adiantou esta segunda-feira um alto responsável iraniano.
O filho do presidente do Irão defendeu publicamente o levantamento das restrições ao acesso à internet no país, argumentando que o bloqueio digital não resolverá a crise provocada pelos protestos reprimidos com violência e apenas adiará a divulgação inevitável de imagens e vídeos da repressão.
Centenas de fotografias que revelam os rostos de pessoas mortas durante a violenta repressão do regime iraniano a protestos antigovernamentais foram divulgadas e analisadas pela BBC. As imagens, consideradas demasiado gráficas para serem publicadas sem desfoque, mostram pelo menos 326 vítimas, inclu
Ali Khamenei reconheceu publicamente a dimensão letal da repressão às manifestações que abalaram o Irão desde o final de dezembro, responsabilizando os Estados Unidos pela violência.
A porta-voz do governo de Donald Trump, Karoline Leavitt, anunciou esta quinta-feira que 800 execuções no Irão foram suspensas depois de um ultimato dos Estados Unidos.
Um cidadão canadiano morreu no Irão durante os protestos contra o regime na República Islâmica, anunciou esta quinta-feira o Governo de Otava, que acusa as autoridades de Teerão de reprimir brutalmente as manifestações do povo iraniano.
O Ministério dos Negócios Estrangeiros determinou o encerramento temporário da Embaixada de Portugal no Irão, na sequência do agravamento da situação de segurança na região.
O Irão reabriu o seu espaço aéreo depois de horas de encerramento, enquanto autoridades ocidentais alertam os cidadãos para considerarem deixar o país. O presidente norte-americano, Donald Trump, assegura que não há planos de execuções no país.
O Irão garantiu que o manifestante Erfan Soltani, de 26 anos, não recebeu sentença de morte, apesar de ter sido anteriormente divulgado que a sua execução tinha sido adiada.
Os ministros dos Negócios Estrangeiros dos países do G7 declararam-se esta quarta-feira “prontos para impor novas medidas restritivas, caso o Irão continue a repressão dos protestos”, num comunicado conjunto divulgado por França, que preside ao grupo.
O presidente dos Estados Unidos da América anunciou o cancelamento de qualquer encontro com autoridades do Irão, alegando a repressão violenta sobre manifestantes, e apelou publicamente à intensificação dos protestos.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou esta segunda-feira que qualquer país que mantenha relações comerciais com o Irão ficará sujeito a uma tarifa de 25% sobre todos os negócios realizados com os Estados Unidos. A medida, segundo Trump, entra em vigor com efeito imediato.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está disposto a recorrer à força militar contra o Irão se considerar essa opção necessária, afirmou esta segunda-feira a Casa Branca, numa altura em que o regime iraniano enfrenta protestos violentamente reprimidos em várias cidades do país.
O Irão mantém canais diplomáticos abertos com os Estados Unidos enquanto enfrenta protestos em massa no país. O ministro dos Negócios Estrangeiros avisou adversários contra qualquer “equívoco”.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou este sábado, que os EUA estão prontos para apoiar o povo iraniano na sua luta contra o regime do líder supremo do Irão, ayatollah Ali Khamenei.
O procurador-geral do Irão avisou este sábado, 10 de janeiro, que qualquer pessoa que participe nos protestos contra o regime será considerada “inimiga de Deus”, uma acusação que, no país, pode ser punida com a pena de morte.
O Irão atravessa a mais grave vaga de protestos desde o movimento “Mulher, Vida, Liberdade” de 2022, num contexto de colapso económico, repressão violenta e crescente fragilidade do regime islâmico. As manifestações duram há mais de dez dias e estenderam-se a mais de uma centena de cidades, represen