As cerimónias fúnebres do antigo líder supremo iraniano vão decorrer em cinco cidades e prolongar-se durante seis dias, num evento descrito como um dos maiores da história recente do país.
O chefe da equipa negocial do Irão, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou esta terça-feira que a República Islâmica dá prioridade ao diálogo com os Estados Unidos, mas continua pronta para a “guerra”.
O Bahrein acusa o Irão de ter lançado drones contra o país, numa alegada retaliação pelos ataques norte-americanos da madrugada de sábado. O incidente ocorreu num contexto de crescente tensão no estreito de Ormuz, onde um navio também foi alvo de um ataque.
O Irão atacou alvos ligados aos Estados Unidos da América (EUA) em resposta a bombardeamentos das forças norte-americanas na costa sul. Os ataques de Teerão foram confirmados pelo Ministério das Relações Exteriores do Irão, mas não foram divulgadas informações sobre os alvos.
A queda superior a 20% ao longo do mês reflete o aumento do tráfego marítimo no estreito de Ormuz e o alívio dos receios de uma crise energética prolongada. Especialistas alertam, contudo, que os riscos geopolíticos permanecem.
Os Estados Unidos da América (EUA) sempre lutaram pela liberdade de navegação, mas as negociações de paz com o Irão mostram que Washington já não tem capacidade para garantir uma navegação livre. Teerão quer implementar taxas para os navios que circulam no Estreito de Ormuz, o que “abre precedentes”
O secretário de Estado norte-americano afirmou esta quarta-feira que nenhum outro país além do Irão defende portagens no estreito de Ormuz, comprometendo-se com “um alinhamento total” com os aliados do Golfo Pérsico nas negociações com Teerão.
Os Estados Unidos da América (EUA) vão permitir que a seleção iraniana de futebol viaje para o país dois dias antes do seu próximo jogo no Mundial2026, anunciou esta terça-feira o Departamento de Segurança Interna norte-americano.
Os Estados Unidos anunciaram esta segunda-feira a suspensão temporária das sanções aplicadas ao petróleo do Irão, permitindo, até 21 de agosto, transações ligadas à produção, venda e transporte de hidrocarbonetos de origem iraniana.
Os Estados Unidos da América e o Irão concordaram com um plano para chegar à paz no prazo de 60 dias. Os dois países, que estão a negociar na Suíça, vão criar uma “célula de gestão de conflitos” que garanta o fim das operações militares no Líbano.
Bélgica e Irão empataram este domingo 0-0, em Inglewood, nos Estados Unidos, num encontro da segunda jornada do Grupo G do Mundial de 2026. O resultado mantém o equilíbrio no agrupamento, que soma agora três empates em três partidas disputadas.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, chegou este domingo à Suíça para dar início às negociações com líderes iranianos destinadas a alcançar um acordo de paz definitivo com o Irão, centrado no programa nuclear de Teerão e no reforço do memorando de entendimento recentemente assinado.
Israel e o Hezbollah acordaram um cessar-fogo, segundo um alto responsável norte-americano citado pela Reuters. O entendimento foi alcançado após esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos e pelo Catar com o apoio do Irão.
O Irão decidiu suspender o processo de negociação de 60 dias com os Estados Unidos, alegando incumprimentos relacionados com a situação militar no Médio Oriente, avançam as agências Fars e Al-Mayadeen.
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, assinalou a assinatura do memorando de entendimento com os Estados Unidos como uma demonstração de força do país, defendendo que a paz só será possível com base no respeito mútuo.
No passado Domingo foi revelada a data para a assinatura de um acordo entre os EUA-Irão que irá pôr fim ao conflito que se arrasta desde final de fevereiro. O memorando de 14 pontos prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, o alívio de sanções económicas e o compromisso de Teerão de nunca desenvolver
O Irão anunciou esta terça-feira que a guerra com os Estados Unidos e Israel terminou oficialmente na segunda-feira, na sequência do acordo alcançado com Washington. Teerão sublinha, no entanto, que qualquer novo ataque israelita ou a manutenção de tropas no território libanês constituem uma violaçã
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá tornar público um acordo preliminar para pôr fim à guerra com o Irão antes de sexta-feira, afirmou o vice-presidente norte-americano, JD Vance, depois de Trump ter declarado que o entendimento já foi assinado.
Na sequência dos ataques israelitas ao Líbano, Teerão considera que a operação demonstra a incapacidade ou falta de vontade de Washington para cumprir os compromissos assumidos e avisa que as ações israelitas "não ficarão sem resposta".
A agência de notícias iraniana Fars, conhecida pelas fortes ligações aos círculos conservadores, noticiou hoje que o Irão ainda não tinha decidido assinar o memorando de entendimento em discussão com os Estados Unidos para pôr fim à guerra.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que o acordo de paz com o Irão será assinado amanhã, 14 de junho, e que o Estreito de Ormuz reabrirá de imediato. No entanto, o governo iraniano desmentiu a existência de um acordo fechado e anunciou o adiamento da assinatura do memo
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou esta sexta-feira Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.