O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este sábado que não serão impostas portagens à navegação no Estreito de Ormuz durante os próximos 60 dias, período definido para novas negociações de paz, nem após o fim desse prazo, salvo em circunstâncias específicas relacionadas com os interesse
No passado Domingo foi revelada a data para a assinatura de um acordo entre os EUA-Irão que irá pôr fim ao conflito que se arrasta desde final de fevereiro. O memorando de 14 pontos prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, o alívio de sanções económicas e o compromisso de Teerão de nunca desenvolver
O possível acordo que poderá permitir a reabertura do Estreito de Ormuz nos próximos dias está a ser recebido com prudência por armadores e comerciantes internacionais, que aguardam mais garantias antes de retomar as travessias numa das rotas marítimas mais sensíveis do mundo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que o acordo de paz com o Irão será assinado amanhã, 14 de junho, e que o Estreito de Ormuz reabrirá de imediato. No entanto, o governo iraniano desmentiu a existência de um acordo fechado e anunciou o adiamento da assinatura do memo
O Exército norte-americano confirmou ter até agora impedido a passagem de 139 navios mercantes pelo Estreito de Ormuz, cumprindo o encerramento do perímetro da zona decretado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
O Irão suspendeu todas as negociações indiretas com os Estados Unidos e ordenou o “bloqueio total” do Estreito de Ormuz e de Bab al Mandeb, numa escalada das tensões regionais que Teerão associa ao mais recente ataque de Israel ao Líbano.
A Europa já não deverá enfrentar uma crise de abastecimento de combustível para aviões nem grandes perturbações nos voos nas próximas semanas, graças ao aumento das importações e da produção de combustível. Ainda assim, especialistas alertam que o prolongamento do conflito entre EUA, Israel e Irão p
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que Washington e Pequim têm posições “muito semelhantes” sobre a guerra no Irão, após dois dias de reuniões com o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim. Apesar das declarações, não foram anunciados avanços concreto
Jorge Moreira da Silva contactou mais de 100 países para garantir a passagem de fertilizantes pelo estreito, mas EUA, Irão e países do Golfo ainda não aceitaram o mecanismo.
Os Estados Unidos e o Irão trocaram ataques na noite de quinta-feira, naquele que é considerado o mais sério teste ao cessar-fogo em vigor há um mês entre os dois países.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, condenou esta quarta-feira os ataques contra infraestruturas civis nos Emirados Árabes Unidos e contra navios no golfo Pérsico, anunciando ainda o reforço da presença naval francesa no estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que a Marinha do Irão foi “afundada e destruída” na sequência dos confrontos recentes no Estreito de Ormuz, deixando ainda um aviso firme sobre o programa nuclear iraniano: “Não vamos deixar que lunáticos tenham acesso a uma arm
O Irão lançou novos avisos aos Estados Unidos no contexto da escalada militar e diplomática no estreito de Ormuz, afirmando que uma nova realidade estratégica na região está a consolidar-se. A situação agrava-se com a presença de navios de guerra norte-americanos e com medidas de bloqueio mútuo entr
Teerão avisou a marinha norte-americana para não avançar para o estreito de Ormuz, numa altura em que a tensão militar na região se intensifica e o risco para a navegação é considerado crítico.
Uma nova proposta apresentada pelo Irão para retomar negociações diplomáticas previa, numa fase inicial, o fim das hostilidades em curso e a reabertura do tráfego marítimo no Estreito de Ormuz, deixando para um momento posterior as conversações sobre limitações ao programa nuclear iraniano.
Um petroleiro proveniente da exploração russa Sakhalin-2 vai chegar em breve ao Japão, afirmou um responsável do Ministério da Economia, Comércio e Indústria japonês à agência de notícias local Kyodo.
O silêncio conjuntural das armas diz-nos que agora não é guerra total mas também não é paz. A negociação, com os motores em ponto morto, quase nada avança.
O Irão apresentou aos Estados Unidos uma nova proposta com vista à reabertura do estreito de Ormuz e ao fim do atual conflito, deixando para uma fase posterior as negociações sobre o programa nuclear iraniano, segundo avançou o jornal digital Axios.
A Rússia está entre os países isentos do pagamento da taxa imposta pelo Irão para a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, revelou a agência estatal russa RIA Novosti, citada pela Al Jazeera.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira que existe um “erro de parte a parte” na gestão das tensões no estreito de Ormuz, apontando responsabilidades tanto aos Estados Unidos como ao Irão.
Teerão afirma que mantém controlo apertado sobre o estreito de Ormuz enquanto persistir o bloqueio naval norte-americano. Declarações contraditórias aumentam a incerteza sobre a circulação numa das principais rotas energéticas globais.
Donald Trump reagiu à decisão do Irão de manter aberto o Estreito de Ormuz durante o período de cessar-fogo com o Líbano, saudando a medida numa publicação na rede social Truth Social.