O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quarta-feira que a situação com o Irão é, “neste momento”, “muito boa”, apesar de as negociações entre Washington e Teerão estarem suspensas e de o Estreito de Ormuz continuar a ser um dos principais pontos de tensão no conflito.
Donald Trump publicou, esta terça-feira, uma imagem onde escrevev que o Estreito de Ormuz é um "novo território norte-americano". O Presidente dos Estados Unidos da América diz ser uma "excelente ideia", visto que, Washington já controla atualmente a passagem estratégica através de um bloqueio naval
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou atacar o Omã caso o país interfira nos esforços norte-americanos no Estreito de Ormuz, numa altura em que o conflito com o Irão continua e terminou o prazo de 60 dias para as negociações de paz sem um caminho claro para o fim da guerra.
O Irão apresentou seis condições aos Estados Unidos para voltar a abrir o Estreito de Ormuz, entre elas o fim do bloqueio naval, a suspensão das sanções e o pagamento de indemnizações pelos danos que Teerão atribui a duas guerras.
Teerão afirma que o entendimento sobre uma nova via marítima não significa a reabertura imediata do Estreito de Ormuz e responsabiliza os Estados Unidos pela continuidade das restrições.
O Irão avisou este sábado que vai reforçar o bloqueio do Estreito de Ormuz e acusou os Estados Unidos de escalarem o conflito no Médio Oriente, alertando que os países que colaborem com Washington “arderão no fogo da guerra”.
O Presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, anunciou que vai substituir a taxa de 20% que tinha anunciado para navios que atravessassem o Estreito de Ormuz por "acordos de investimentos" que vários países do Golfo vão fazer com Washington.
A tensão no Médio Oriente voltou a agravar-se, com ataques a navios no Estreito de Ormuz, novas operações militares dos Estados Unidos contra o Irão e incidentes registados em vários países da região, incluindo Iraque, Kuwait, Bahrein, Iémen e Arábia Saudita.
Os Estados Unidos da América (EUA) sempre lutaram pela liberdade de navegação, mas as negociações de paz com o Irão mostram que Washington já não tem capacidade para garantir uma navegação livre. Teerão quer implementar taxas para os navios que circulam no Estreito de Ormuz, o que “abre precedentes”
O presidente norte-americano, Donald Trump, afirmou este sábado que não serão impostas portagens à navegação no Estreito de Ormuz durante os próximos 60 dias, período definido para novas negociações de paz, nem após o fim desse prazo, salvo em circunstâncias específicas relacionadas com os interesse
No passado Domingo foi revelada a data para a assinatura de um acordo entre os EUA-Irão que irá pôr fim ao conflito que se arrasta desde final de fevereiro. O memorando de 14 pontos prevê a reabertura do Estreito de Ormuz, o alívio de sanções económicas e o compromisso de Teerão de nunca desenvolver
O possível acordo que poderá permitir a reabertura do Estreito de Ormuz nos próximos dias está a ser recebido com prudência por armadores e comerciantes internacionais, que aguardam mais garantias antes de retomar as travessias numa das rotas marítimas mais sensíveis do mundo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que o acordo de paz com o Irão será assinado amanhã, 14 de junho, e que o Estreito de Ormuz reabrirá de imediato. No entanto, o governo iraniano desmentiu a existência de um acordo fechado e anunciou o adiamento da assinatura do memo
O Exército norte-americano confirmou ter até agora impedido a passagem de 139 navios mercantes pelo Estreito de Ormuz, cumprindo o encerramento do perímetro da zona decretado pelo Presidente norte-americano, Donald Trump.
O Irão suspendeu todas as negociações indiretas com os Estados Unidos e ordenou o “bloqueio total” do Estreito de Ormuz e de Bab al Mandeb, numa escalada das tensões regionais que Teerão associa ao mais recente ataque de Israel ao Líbano.
A Europa já não deverá enfrentar uma crise de abastecimento de combustível para aviões nem grandes perturbações nos voos nas próximas semanas, graças ao aumento das importações e da produção de combustível. Ainda assim, especialistas alertam que o prolongamento do conflito entre EUA, Israel e Irão p
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que Washington e Pequim têm posições “muito semelhantes” sobre a guerra no Irão, após dois dias de reuniões com o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim. Apesar das declarações, não foram anunciados avanços concreto
Jorge Moreira da Silva contactou mais de 100 países para garantir a passagem de fertilizantes pelo estreito, mas EUA, Irão e países do Golfo ainda não aceitaram o mecanismo.
Os Estados Unidos e o Irão trocaram ataques na noite de quinta-feira, naquele que é considerado o mais sério teste ao cessar-fogo em vigor há um mês entre os dois países.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, condenou esta quarta-feira os ataques contra infraestruturas civis nos Emirados Árabes Unidos e contra navios no golfo Pérsico, anunciando ainda o reforço da presença naval francesa no estreito de Ormuz.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que a Marinha do Irão foi “afundada e destruída” na sequência dos confrontos recentes no Estreito de Ormuz, deixando ainda um aviso firme sobre o programa nuclear iraniano: “Não vamos deixar que lunáticos tenham acesso a uma arm
O Irão lançou novos avisos aos Estados Unidos no contexto da escalada militar e diplomática no estreito de Ormuz, afirmando que uma nova realidade estratégica na região está a consolidar-se. A situação agrava-se com a presença de navios de guerra norte-americanos e com medidas de bloqueio mútuo entr
Teerão avisou a marinha norte-americana para não avançar para o estreito de Ormuz, numa altura em que a tensão militar na região se intensifica e o risco para a navegação é considerado crítico.