A Rússia está entre os países isentos do pagamento da taxa imposta pelo Irão para a passagem de navios pelo Estreito de Ormuz, revelou a agência estatal russa RIA Novosti, citada pela Al Jazeera.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira que existe um “erro de parte a parte” na gestão das tensões no estreito de Ormuz, apontando responsabilidades tanto aos Estados Unidos como ao Irão.
Teerão afirma que mantém controlo apertado sobre o estreito de Ormuz enquanto persistir o bloqueio naval norte-americano. Declarações contraditórias aumentam a incerteza sobre a circulação numa das principais rotas energéticas globais.
Donald Trump reagiu à decisão do Irão de manter aberto o Estreito de Ormuz durante o período de cessar-fogo com o Líbano, saudando a medida numa publicação na rede social Truth Social.
O Irão assegurou esta sexta-feira a circulação de navios comerciais no estreito de Ormuz durante a trégua com Israel, num primeiro dia de cessar-fogo marcado por acusações de violações e movimentações militares no sul do Líbano.
O primeiro-ministro britânico chegou hoje ao Palácio do Eliseu, em Paris, onde se reúne com Emmanuel Macron para liderar esforços internacionais destinados a garantir um cessar-fogo duradouro e restabelecer a circulação marítima no Golfo.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que a China está “muito satisfeita” com os esforços norte-americanos para garantir a abertura do Estreito de Ormuz.
Trump disse durante o fim de semana que a França e o Reino Unido se juntavam aos EUA no bloqueio ao Estreito de Ormuz. Hoje, ambos os países negaram e Trump intensificou as ameaças: "Se algum destes navios se aproximar do nosso BLOQUEIO, será imediatamente ELIMINADO".
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou que os Estados Unidos iniciaram operações de desminagem no Estreito de Ormuz, com o objetivo de garantir que a via marítima se encontra livre de minas navais alegadamente colocadas pelo Irão.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que Washington deu início ao processo de desbloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial, que se encontra bloqueada pelo Irão.
Após Donald Trump adiar ataques ao Irão, os preços do petróleo desceram quase 15%, enquanto as bolsas globais registaram fortes subidas. O Irão comprometeu-se a reabrir o estreito de Ormuz durante duas semanas.
O Governo de Madagáscar declarou esta terça-feira o estado de emergência energética para os próximos 15 dias devido à "profunda crise" criada pelas interrupções no abastecimento de energia causadas pela guerra no Médio Oriente.
Os Estados Unidos e o Irão receberam uma proposta de cessar-fogo, enquanto Donald Trump ameaça retaliar caso o Estreito de Ormuz não seja reaberto. O plano prevê uma solução em duas fases, mas Teerão mantém posição firme sobre a passagem marítima.
A Guarda Revolucionária Iraniana anunciou este sábado que atacou, com recurso a um drone, um cargueiro de propriedade israelita no Estreito de Ormuz, uma das principais vias marítimas do comércio mundial de petróleo.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um prazo de 48 horas ao Irão para “fazer um acordo” ou reabrir o Estreito de Ormuz, ameaçando com uma escalada do conflito.
O Conselho de Cooperação do Golfo (GCC) solicitou às Nações Unidas a autorização para o uso da força com o objetivo de desobstruir o estreito de Ormuz, atualmente bloqueado pelo Irão, impedindo a passagem de navios comerciais e petroleiros e condicionando a circulação marítima.
Teerão está a negociar com Omã as regras de navegação no estreito de Ormuz, bloqueado desde 28 de fevereiro. Parlamento iraniano aprovou ainda lei que pode render 100 mil milhões de dólares em portagens anuais.
Mais de 40 países, incluindo Portugal, apelaram à "reabertura imediata e incondicional" do estreito de Ormuz, ameaçando o Irão com novas sanções, segundo a ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, que presidiu a uma reunião internacional dedicada ao assunto.
Portugal reiterou hoje o seu compromisso em colaborar com a comunidade internacional para assegurar a retoma da circulação marítima no Estreito de Ormuz, após uma reunião internacional promovida pelo Reino Unido que juntou mais de quatro dezenas de países.