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O pedido foi apresentado pelo secretário-geral do GCC, Jassem Al-Budaiwi, que apelou ao Conselho de Segurança para que adote “todas as medidas necessárias” para garantir a segurança dos corredores marítimos e a continuidade da navegação internacional.
A proposta, apresentada pelo Bahrein e apoiada pelos Estados Unidos, prevê a possibilidade de recurso à força para libertar a via marítima, mas não reúne consenso entre os membros do Conselho de Segurança.
A versão mais recente do texto, resultante de várias revisões, introduz a possibilidade de os Estados utilizarem meios “defensivos” para assegurar a proteção dos navios, numa tentativa de ultrapassar as reservas de países como França, Rússia e China. Ainda assim, persistem dúvidas quanto ao apoio destes dois últimos, que dispõem de poder de veto.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, manifestou ceticismo quanto à viabilidade de uma operação militar, enquanto a China alertou que a autorização do uso da força poderia agravar a escalada do conflito. A Rússia, por seu lado, classificou o projeto como tendencioso.
O ministro dos Negócios Estrangeiros do Bahrein, Abdullatif bin Rashid Al Zayani, defendeu que a resolução visa proteger uma das rotas marítimas mais importantes para o comércio e a segurança globais, expressando esperança na sua aprovação unânime.
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