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Segundo a Reuters, os Estados Unidos e o Irão receberam, esta segunda-feira, o enquadramento de um plano destinado a pôr fim às hostilidades, um dia depois de o presidente americano, Donald Trump, ter prometido desencadear o “inferno” sobre Teerão caso não se chegasse a um acordo. Apesar das negociações, o Irão afirmou que não reabrirá o Estreito de Ormuz como parte de um cessar-fogo temporário.
O plano de paz apresentado envolve uma abordagem em duas fases: um cessar-fogo imediato seguido de um acordo abrangente que possa estabilizar a região a médio prazo. Segundo uma fonte próxima das propostas, o chefe do exército paquistanês, Marechal de Campo Asim Munir, manteve contacto durante toda a noite com o vice-presidente dos EUA, JD Vance, o enviado especial Steve Witkoff e o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano, Abbas Araqchi, para discutir os termos do acordo.
De acordo com um alto responsável iraniano, o Irão não aceitará prazos impostos enquanto analisa a proposta, reafirmando a recusa em reabrir o Estreito de Ormuz neste contexto.
A passagem marítima, fundamental para o transporte de cerca de um quinto do petróleo e gás natural mundial, mantém-se bloqueada, com implicações significativas para os mercados globais de energia.
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