A reunião entre a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e os representantes dos patrões, inicialmente marcada para esta quarta-feira, foi adiada a pedido das confederações patronais. A decisão surge depois de saber que a UGT não estaria disponível para participar, numa ronda da qual
O Governo convocou para quarta-feira, 18 de fevereiro, uma reunião com os parceiros sociais no Ministério do Trabalho, em Lisboa, mas sem a presença da CGTP, uma das centrais sindicais com assento na concertação social. Em causa está a discussão das alterações à legislação laboral.
Quase 60% das mulheres trabalhadoras em Portugal recebiam, em novembro de 2025, um salário base até 1.000 euros brutos por mês, sendo que uma em cada cinco auferia apenas o salário mínimo nacional, segundo um estudo da CGTP, com base em dados da Segurança Social.
A CGTP convocou uma manifestação nacional para 28 de fevereiro, em Lisboa e no Porto, contra o anteprojeto do Governo de revisão da legislação laboral.
A reunião entre o primeiro-ministro Luís Montenegro, a ministra do Trabalho, Rosário da Palma Carvalho, e a CGTP terminou esta terça-feira sem grandes avanços no pacote laboral, deixando em aberto a possibilidade de novas formas de luta sindical.
Uma delegação da comissão executiva da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) entregou esta terça-feira, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, um abaixo-assinado com mais de 190 mil assinaturas contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.
Trabalhadores de todo o país concentram-se esta terça-feira na capital numa manifestação convocada pela CGTP, que culmina com a entrega de um abaixo-assinado contra o anteprojeto de revisão da legislação laboral.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que o Governo está ainda distante de um consenso final sobre a revisão da lei laboral, admitindo alterações significativas ao anteprojeto atualmente em discussão. Em entrevista ao podcast Política com Assinatura, da Anten
A CGTP-IN solicitou esta segunda-feira uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, exigindo a retirada do pacote laboral apresentado pelo Governo. A informação consta de um comunicado enviado à RTP.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, convocou a UGT para uma reunião na próxima terça-feira, com o objetivo de dar continuidade às negociações sobre o anteprojeto de reforma da legislação laboral, informou o ministério à agência Lusa.
Tiago Oliveira, Secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), está presente na AutoEuropa, em Palmela, onde afirma que a greve conta com a presença dos trabalhadores que fazem toda a diferença no dia a dia da empresa.
A CGTP classificou as declarações do primeiro-ministro sobre a possibilidade de a revisão laboral permitir aumentar o salário mínimo para 1.600 euros como “um ato desesperado” e “um insulto” aos 2,5 milhões de trabalhadores que ganham menos de 1.000 euros brutos.
A CGTP entrega esta segunda-feira, no Ministério do Trabalho, o pré-aviso para a greve geral de 11 de dezembro, que conta também com a UGT. Esta greve tem como objetivo contestar a reforma da legislação laboral promovida pelo Governo de Luís Montenegro.
Em comunicado, a CGTP "apela ao empenho das Comissões de Trabalhadores na construção da Greve Geral do próximo dia 11 de Dezembro" para "que os trabalhadores portugueses não aceitam recuar nem ceder perante quem pretende pôr em causa a dignidade do trabalho e da vida".
A ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, afirmou esta segunda-feira, em entrevista à RTP Notícias, que o Governo não irá retirar a proposta de revisão do Código do Trabalho, apesar da convocação de uma greve geral pelas duas centrais sindicais, a Confederação Geral dos Trabalhadores P
A CGTP convocou uma greve geral para 11 de dezembro, em protesto contra o pacote laboral do Governo, anunciou este sábado o secretário-geral Tiago Oliveira.
Dezenas de pessoas concentraram-se hoje em Lisboa contra a "corrida ao armamento", no dia em que começou a Cimeira da NATO em Haia, num protesto convocado pela central sindical CGTP e pelo Conselho Português para a Paz e Cooperação.
O secretário-geral da CGTP-IN, Tiago Oliveira, disse à Lusa que as manifestações promovidas hoje em Lisboa, Porto e Coimbra, tiveram “uma participação enorme” constituindo “uma grande jornada de luta”.
A manifestação nacional convocada pela CGTP reuniu no Porto mais de duas mil pessoas para exigir "mais salário e melhores pensões" e, em tempo de pré-campanha, "obrigar" a que estas questões façam parte da agenda política dos partidos.
O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa lamentou hoje a morte de Daniel Cabrita, militante do PCP e fundador e antigo dirigente da CGTP, sublinhando o exemplo de "uma vida de luta contra a ditadura".
A CGTP-IN vai convocar uma “grande manifestação” nacional para dia 28 de março, em Lisboa, dirigida aos jovens trabalhadores, anunciou hoje o secretário-geral na sessão de encerramento da 10.ª conferência nacional da Interjovem.
Milhares de trabalhadores manifestaram-se hoje, em frente à Assembleia da República, horas antes da votação final global do Orçamento do Estado para 2025 (OE2025), exigindo uma "política diferente".