O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta sexta-feira que o Governo “não abandona as suas convicções” em matéria laboral e garantiu que já houve cedências “em todas as traves mestras” da reforma do trabalho em discussão.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou esta sexta-feira à mobilização nacional dos trabalhadores para a greve geral marcada para 3 de junho, acusando o Governo de promover um dos maiores ataques de sempre aos direitos laborais.
Milhares de pessoas assinalam esta quinta-feira o Dia do Trabalhador nas ruas de Lisboa, numa manifestação convocada pela CGTP contra o pacote laboral do Governo e com a greve geral marcada para 3 de junho no horizonte.
A CGTP anunciou que vai convocar uma nova greve geral para o dia 3 de junho, decisão tornada pública pelo secretário-geral, Tiago Oliveira, durante as comemorações do Dia do Trabalhador.
O Conselho Nacional da CGTP aprovou a marcação de uma nova greve geral em protesto contra a revisão da legislação laboral promovida pelo Governo, revelou o Expresso. A decisão deverá ser formalmente anunciada na sexta-feira, durante as comemorações do 1.º de Maio, Dia do Trabalhador.
A CGTP saiu esta sexta-feira à rua, em Lisboa, para contestar o novo pacote laboral do Governo, acusando o executivo de Luís Montenegro de insistir num modelo que agrava a precariedade e ignora as propostas dos trabalhadores.
A fábrica da Autoeuropa, em Palmela, está esta sexta-feira praticamente parada devido à greve dos trabalhadores contra o novo pacote laboral, com a produção interrompida nos turnos da noite e da manhã e perspetivas de paralisação também durante a tarde.
A greve convocada para esta sexta-feira deverá provocar perturbações alargadas em diversos setores da administração pública e do setor privado, coincidindo com uma manifestação nacional em Lisboa contra o pacote laboral em discussão.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, acusou esta segunda-feira o Governo de promover um “ataque democrático” ao excluir a central sindical das negociações sobre as alterações à lei laboral, garantindo que o processo está “minado de desrespeito” e que “a luta vai continuar”.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta quarta-feira que apenas através da reforma da legislação laboral Portugal poderá tornar-se uma economia mais competitiva.
A reunião entre a ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, e os representantes dos patrões, inicialmente marcada para esta quarta-feira, foi adiada a pedido das confederações patronais. A decisão surge depois de saber que a UGT não estaria disponível para participar, numa ronda da qual
O Governo convocou para quarta-feira, 18 de fevereiro, uma reunião com os parceiros sociais no Ministério do Trabalho, em Lisboa, mas sem a presença da CGTP, uma das centrais sindicais com assento na concertação social. Em causa está a discussão das alterações à legislação laboral.
Quase 60% das mulheres trabalhadoras em Portugal recebiam, em novembro de 2025, um salário base até 1.000 euros brutos por mês, sendo que uma em cada cinco auferia apenas o salário mínimo nacional, segundo um estudo da CGTP, com base em dados da Segurança Social.
A CGTP convocou uma manifestação nacional para 28 de fevereiro, em Lisboa e no Porto, contra o anteprojeto do Governo de revisão da legislação laboral.
A reunião entre o primeiro-ministro Luís Montenegro, a ministra do Trabalho, Rosário da Palma Carvalho, e a CGTP terminou esta terça-feira sem grandes avanços no pacote laboral, deixando em aberto a possibilidade de novas formas de luta sindical.
Uma delegação da comissão executiva da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) entregou esta terça-feira, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, um abaixo-assinado com mais de 190 mil assinaturas contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.
Trabalhadores de todo o país concentram-se esta terça-feira na capital numa manifestação convocada pela CGTP, que culmina com a entrega de um abaixo-assinado contra o anteprojeto de revisão da legislação laboral.
O ministro da Economia e da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, afirmou que o Governo está ainda distante de um consenso final sobre a revisão da lei laboral, admitindo alterações significativas ao anteprojeto atualmente em discussão. Em entrevista ao podcast Política com Assinatura, da Anten
A CGTP-IN solicitou esta segunda-feira uma reunião com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, exigindo a retirada do pacote laboral apresentado pelo Governo. A informação consta de um comunicado enviado à RTP.
A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Maria do Rosário Ramalho, convocou a UGT para uma reunião na próxima terça-feira, com o objetivo de dar continuidade às negociações sobre o anteprojeto de reforma da legislação laboral, informou o ministério à agência Lusa.
Tiago Oliveira, Secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), está presente na AutoEuropa, em Palmela, onde afirma que a greve conta com a presença dos trabalhadores que fazem toda a diferença no dia a dia da empresa.
A CGTP classificou as declarações do primeiro-ministro sobre a possibilidade de a revisão laboral permitir aumentar o salário mínimo para 1.600 euros como “um ato desesperado” e “um insulto” aos 2,5 milhões de trabalhadores que ganham menos de 1.000 euros brutos.
A CGTP entrega esta segunda-feira, no Ministério do Trabalho, o pré-aviso para a greve geral de 11 de dezembro, que conta também com a UGT. Esta greve tem como objetivo contestar a reforma da legislação laboral promovida pelo Governo de Luís Montenegro.