A CGTP realiza hoje um dia nacional de protesto, com greves e manifestações em vários pontos do país, pelo aumento dos salários e das pensões, contra a subida do custo de vida e para reivindicar emprego com direitos.
As alterações à legislação laboral no âmbito da Agenda do Trabalho Digno não garantem o equilíbrio das relações entre trabalhadores e empregadores, considerou hoje a secretária-geral da CGTP, que as rejeita.
A CGTP considera “exagerado” o regime de justificação de faltas de trabalhadores por morte ou doença de animais de companhia, proposto pelo PAN ao parlamento, enquanto a USI diz que esta assistência deve limitar-se a três dias por ano.
As confederações patronais CCP e CTP consideram positiva a medida que vai permitir aos desempregados de longa duração acumular uma parte do subsídio de desemprego com salário, mas as centrais sindicais alertam que deve ser vista com cautela.
A líder da CGTP disse hoje que sempre alertou para "o risco" de uma maioria absoluta, considerando que, neste momento, há "um comportamento que não vem ao encontro das necessidades dos trabalhadores", referindo-se à atual situação política.
A CGTP decidiu hoje convocar um dia de protesto para 09 de fevereiro, que vai contar com greves e paralisações em todos os setores e todo o país, anunciou hoje a secretária-geral, Isabel Camarinha.
A semana de luta da CGTP por aumentos salariais de 10% e a fixação do salário mínimo nacional em 850 euros arranca hoje, estando previstas manifestações a partir de segunda-feira em vários distritos do país.
Centenas de pessoas concentraram-se hoje junto à Assembleia da República, em Lisboa, numa iniciativa convocada pela CGTP em que a confederação sindical pediu melhores salários e pensões.
A CGTP repudiou hoje "toda e qualquer forma de exploração humana e laboral" defendendo que os meios de combate às redes de tráfico humano que têm deixado timorenses "em situação de extrema fragilidade" devem ser reforçados.
A CGTP convocou hoje uma semana de luta de 10 a 17 de dezembro por aumentos salariais e uma concentração frente ao parlamento para 25 de novembro, dia da votação final da proposta de Orçamento do Estado para 2023.
A central sindical CGTP-IN prometeu hoje mais contestação e exigiu um aumento geral intercalar do salário “ainda este ano” e uma subida de 10% dos vencimentos com “o mínimo de 100 euros” em 2023.
A CGTP criticou a proposta do OE2023, afirmando que "faltam as medidas que os trabalhadores exigem e o país precisa", pedindo aumentos de 90 euros e um salário mínimo de 800 euros.
A CGTP considerou hoje que o pacote de medidas apresentadas pelo Governo para atenuar os efeitos da inflação é "muito insuficiente" e "não responde aos problemas estruturais que o país enfrenta".
A CGTP encerra hoje mais de um mês de luta com uma manifestação nacional, que trará a Lisboa milhares de trabalhadores de todo o país e setores, para reclamarem aumentos salariais e melhores condições de vida.
A secretária-geral da CGTP, Isabel Camarinha, acusou hoje o primeiro-ministro, António Costa, de fazer "propaganda" para tentar enfraquecer a intersindical ao afirmar que esta nunca assina acordos, defendendo que para central "a primeira arma" é a negociação.
A CGTP inicia hoje um período de lutas pelo desagravamento das condições de vida com uma manifestação junto à Assembleia da República, enquanto decorre a aprovação do Orçamento do Estado para 2022 (OE2022) no plenário parlamentar.
A secretária-geral da CGTP defendeu hoje a intensificação da luta para exigir respostas ao agravamento das condições de vida, começando com uma manifestação dia 27 em Lisboa, ações diversas em junho e terminando com uma ação nacional em julho.
A CGTP decidiu hoje marcar uma manifestação para dia 27, junto ao parlamento, na data em que será aprovado o Orçamento do Estado para 2022 (OE2022), e dar início a um conjunto de lutas por todo o país, em junho.
A secretária-geral da CGTP rejeitou hoje, no discurso do 1.º de Maio, o argumento de que aumentos salariais agravam a inflação e exigiu medidas de controlo dos preços e a atualização do salário mínimo para 800 euros em julho.
Milhares de pessoas concentraram-se no Martim Moniz, em Lisboa, cerca das 14:30 e partiram rumo à Alameda, pouco depois, no âmbito das celebrações do 1.º de Maio da CGTP.
O PS afirmou hoje estar “comprometido com a valorização do trabalho” no arranque da manifestação do 1.º de maio da CGTP, mas a secretária-geral desta central sindical pediu-lhe “mudança de rumo”.
A CGTP anunciou hoje a realização, na sexta-feira, de tribunas públicas, concentrações e manifestações em vários pontos do país para exigir o aumento dos salários e pensões perante a escalada dos preços de bens e serviços.
Mais de 500 pessoas exigiram hoje, em Lisboa, o aumento geral dos salários e o fim da precariedade, numa iniciativa organizada pela CGTP, que pretende celebrar o Dia Nacional da Juventude.
A CGTP entregou hoje ao primeiro-ministro um conjunto de "medidas urgentes" para o país, para promover o desenvolvimento, a justiça social e a coesão territorial, que incluem aumentos de 90 euros para todos e a reforma aos 65 anos.