O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou atacar o Omã caso o país interfira nos esforços norte-americanos no Estreito de Ormuz, numa altura em que o conflito com o Irão continua e terminou o prazo de 60 dias para as negociações de paz sem um caminho claro para o fim da guerra.
O Irão apresentou seis condições aos Estados Unidos para voltar a abrir o Estreito de Ormuz, entre elas o fim do bloqueio naval, a suspensão das sanções e o pagamento de indemnizações pelos danos que Teerão atribui a duas guerras.
Possível acordo entre Estados Unidos e Irão é visto como um sinal positivo para os mercados, embora Teerão continue a negar negociações diretas com Washington.
Conselheiro militar do líder supremo iraniano avisa que navios e forças norte-americanas enfrentarão "riscos graves" caso Washington mantenha as restrições.
Teerão afirma que mantém apenas contactos com Omã sobre o Estreito de Ormuz e diz que qualquer diálogo com Washington dependerá da evolução da situação.
Presidente dos Estados Unidos afirma que as conversações com Teerão recomeçam esta segunda-feira, depois de ter suspendido uma nova ofensiva militar. Irão mantém cautela e não estabelece prazos para um entendimento.
Os Estados Unidos intensificaram a ofensiva contra o Irão, ao atingir um petroleiro no estreito de Ormuz e realizar ataques em Teerão, enquanto ambos os países continuam a trocar ações militares e cresce o receio de um regresso a uma guerra em grande escala.
A tensão no Médio Oriente voltou a agravar-se, com ataques a navios no Estreito de Ormuz, novas operações militares dos Estados Unidos contra o Irão e incidentes registados em vários países da região, incluindo Iraque, Kuwait, Bahrein, Iémen e Arábia Saudita.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohamad Baqer Qalibaf, advertiu este domingo os Estados Unidos de que "a era dos acordos unilaterais chegou ao fim", numa reação ao aumento das hostilidades entre Washington e Teerão e à troca de ataques durante a última noite.
Os Estados Unidos anunciaram este domingo a conclusão da mais recente ronda de ataques contra alvos militares no Irão, lançada em resposta ao bombardeamento iraniano de um porta-contentores com bandeira cipriota no estreito de Ormuz, num novo agravamento da tensão entre os dois países.
O Irão anunciou este domingo o encerramento "até nova ordem" do estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial de petróleo e gás, após um incidente envolvendo um navio que, segundo Teerão, navegava por uma "rota não autorizada".
Os Estados Unidos querem que o Irão assuma publicamente o compromisso de deixar de atacar navios comerciais no Estreito de Ormuz e declare oficialmente que a principal rota marítima para o transporte mundial de petróleo permanece aberta. A exigência será um dos principais pontos das negociações entr
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que aceitou prosseguir as negociações com o Irão, mas garantiu que o cessar-fogo em vigor desde abril "acabou definitivamente".
Irão e Estados Unidos acordaram esta segunda-feira a suspensão temporária de ataques militares e decidiram avançar para uma reunião diplomática no Qatar, agendada para terça-feira, com o objetivo de reduzir as tensões em torno do Estreito de Ormuz.
O Bahrein acusa o Irão de ter lançado drones contra o país, numa alegada retaliação pelos ataques norte-americanos da madrugada de sábado. O incidente ocorreu num contexto de crescente tensão no estreito de Ormuz, onde um navio também foi alvo de um ataque.
O Irão atacou alvos ligados aos Estados Unidos da América (EUA) em resposta a bombardeamentos das forças norte-americanas na costa sul. Os ataques de Teerão foram confirmados pelo Ministério das Relações Exteriores do Irão, mas não foram divulgadas informações sobre os alvos.
A queda superior a 20% ao longo do mês reflete o aumento do tráfego marítimo no estreito de Ormuz e o alívio dos receios de uma crise energética prolongada. Especialistas alertam, contudo, que os riscos geopolíticos permanecem.
Os Estados Unidos da América (EUA) sempre lutaram pela liberdade de navegação, mas as negociações de paz com o Irão mostram que Washington já não tem capacidade para garantir uma navegação livre. Teerão quer implementar taxas para os navios que circulam no Estreito de Ormuz, o que “abre precedentes”
Os Estados Unidos anunciaram esta segunda-feira a suspensão temporária das sanções aplicadas ao petróleo do Irão, permitindo, até 21 de agosto, transações ligadas à produção, venda e transporte de hidrocarbonetos de origem iraniana.
Os Estados Unidos da América e o Irão concordaram com um plano para chegar à paz no prazo de 60 dias. Os dois países, que estão a negociar na Suíça, vão criar uma “célula de gestão de conflitos” que garanta o fim das operações militares no Líbano.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, chegou este domingo à Suíça para dar início às negociações com líderes iranianos destinadas a alcançar um acordo de paz definitivo com o Irão, centrado no programa nuclear de Teerão e no reforço do memorando de entendimento recentemente assinado.