Os Estados Unidos avisaram o Irão de que o bloqueio aos seus portos e a pressão económica vão manter-se, admitindo mesmo ataques a infraestruturas caso Teerão não avance para um acordo.
Os Estados Unidos estão a avaliar a possibilidade de retomar negociações com o Irão, mostrando-se otimistas quanto à hipótese de um acordo, depois da ameaça iraniana de bloquear o mar Vermelho em resposta ao bloqueio dos seus portos.
O grupo francês Hermès apresentou esta quarta-feira uma forte queda das ações do setor do luxo, depois de divulgar vendas abaixo do esperado, num sinal de que a guerra no Irão está a afetar a procura no Médio Oriente e o turismo na Europa, travando as expectativas de recuperação da indústria.
O presidente norte-americano disse que uma nova ronda de conversações poderá acontecer “nos próximos dois dias” na capital do Paquistão, Islamabad, após contatos considerados "lentos" nas negociações para pôr fim ao conflito de sete semanas.
O Fundo Monetário Internacional alerta para um cenário extremo de recessão global caso a guerra se prolongue para além do verão e o preço do petróleo dispare para cerca de 110 dólares por barril. Num tal contexto, a inflação poderá atingir os 6%, desencadeando uma perturbação económica de consequênc
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, alertou para o risco de subestimar a atual crise económica e apelou a uma suspensão imediata do Pacto de Estabilidade. Em Verona, anunciou também a suspensão do acordo de defesa com Israel, num gesto político face à escalada militar no Médio Oriente.
As equipas de negociação dos Estados Unidos e do Irão poderão regressar a Islamabad ainda esta semana, segundo cinco fontes citadas pela Reuters, poucos dias após as conversações de alto nível entre os dois países terem terminado sem um acordo.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou impor uma tarifa de 50% à China caso transfira armamento para o Irão, numa declaração feita em entrevista à Fox News.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou uma medida de grande alcance estratégico: o início de um bloqueio naval ao Estreito de Ormuz, um dos pontos mais críticos do comércio global de energia, por onde passa uma parte significativa do petróleo mundial.
Desde 28 de Fevereiro, quando os Estados Unidos e Israel escolheram atacar o Irão, que os noticiários (todos, o dia inteiro) e os comentadores, analistas e observadores, não falam noutra coisa. É a banalidade do mal, como descreveu Hannah Arendt.
As negociações de paz entre os Estados Unidos e o Irão, realizadas em Islamabad, no Paquistão, terminaram sem acordo após cerca de 21 horas de conversações intensas, confirmando um desfecho que já era considerado provável devido às profundas divergências entre as duas partes.
A primeira ronda de negociações presenciais entre o Irão e os Estados Unidos terminou esta sexta-feira em Islamabad com sinais de otimismo de ambas as partes e a troca dos primeiros documentos com vista a um possível acordo.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, afirmou este sábado que falou com o Presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, a quem sublinhou a necessidade de desanuviar a atual situação através das negociações de cessar-fogo que decorrem no Paquistão.
O Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) anunciou que os Estados Unidos iniciaram operações de desminagem no Estreito de Ormuz, com o objetivo de garantir que a via marítima se encontra livre de minas navais alegadamente colocadas pelo Irão.
A primeira fase das conversações presenciais entre as delegações dos Estados Unidos e do Irão terminou, segundo informações avançadas por fontes à Al Jazeera.
Dezenas de cidadãos iranianos concentraram-se hoje em frente da Embaixada dos Estados Unidos, em Lisboa, para exigir o reatamento da guerra até que ocorra uma mudança efetiva de regime no Irão, num momento em que se iniciam negociações entre Teerão e Estados Unidos.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou este sábado que Washington deu início ao processo de desbloqueio do Estreito de Ormuz, uma das principais rotas marítimas do comércio mundial, que se encontra bloqueada pelo Irão.
As negociações entre os Estados Unidos e o Irão, que decorrem hoje, em Islamabad, são apresentadas como um possível ponto de viragem nas relações entre os dois países. Em conjunto, estes cinco temas, o Líbano e os aliados regionais do Irão, o Estreito de Ormuz, o programa nuclear, a rede de influênc
As negociações entre os Estados Unidos e o Irão arrancam em Islamabad, no Paquistão, estas são as primeiras conversações diretas entre as duas partes desde o início do conflito, há mais de um mês.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou que navios de guerra norte-americanos estão a ser carregados com “as melhores armas” para retomar ataques ao Irão caso falhem as negociações de paz que arrancam em Islamabad.
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, partiu esta sexta-feira rumo a Islamabad, no Paquistão, para participar em negociações com delegados iranianos, deixando um apelo à boa-fé de Teerão, mas também um aviso: "Washington não tolerará jogos".