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O Chipre começou a tomar medidas preventivas após ter sido arrastado para a escalada de tensão no Médio Oriente na sequência de um ataque com drone à base aérea britânica de RAF Akrotiri.
Num discurso transmitido ao início da manhã, citado pelo The Guardian, o presidente Nikos Christodoulides afirmou que a segurança do país é a principal prioridade do governo perante a atual conjuntura regional.
“Estamos localizados numa região de particular instabilidade geopolítica, com muitos desafios e problemas, que atravessa uma crise sem precedentes”, declarou, sublinhando que as autoridades estão a fazer “o que tem de ser feito” para garantir a proteção do território e dos cidadãos.
Segundo o chefe de Estado cipriota, um veículo aéreo não tripulado do tipo Shahed atingiu instalações militares das bases britânicas em Akrotiri durante a madrugada, provocando apenas danos materiais ligeiros.
Informações divulgadas pela comunicação social grega indicam ainda que um segundo aparelho de combate, alegadamente lançado pelo Irão a cerca de 1.000 quilómetros de distância, terá sido intercetado antes de alcançar o alvo.
Apesar do incidente, Nicósia insiste que não pretende ser arrastada para operações militares. Nikos Christodoulides reiterou que a posição do país, Estado-membro da União Europeia mais próximo do Médio Oriente, é não “tornar-se parte de qualquer operação militar”.
O líder cipriota sublinhou também o papel humanitário que a ilha tem procurado desempenhar desde o início da crise, afirmando que continuará a atuar “como parte da solução e não do problema”.
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