A Turquia condenou esta terça-feira “os assassínios políticos perpetrados por Israel” no Irão, após o anúncio feito pelo ministro da Defesa israelita sobre a “eliminação” de Ali Larijani, poderoso responsável pela segurança no país.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou esta terça-feira que as Forças de Defesa israelitas (IDF) terão matado Ali Larijani, chefe do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, num ataque aéreo que terá também eliminado Gholamreza Soleimani, líder da força paramilitar Basij. Teerão
O ministro dos Negócios Estrangeiros defendeu em Bruxelas que a ameaça do Hezbollah "tem de ser tida em conta", mas que a soberania libanesa deve ser respeitada.
O chefe da diplomacia israelita, Gideon Saar, reafirmou este sábado que a guerra em curso só terminará quando forem eliminadas as "ameaças existenciais" que o Irão representa para Israel.
A Guarda Revolucionária do Irão prometeu este sábado "caçar e matar" o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, no 16.º dia do conflito desencadeado pelos ataques lançados por Israel e pelos Estados Unidos contra território iraniano.
Israel anunciou este sábado que a guerra em curso há duas semanas contra o Irão, conduzida em coordenação com os Estados Unidos, está a entrar "numa fase decisiva" e continuará "enquanto for necessário".
Passaram os primeiros doze dias da guerra que está a inflamar todo o Médio Oriente e, enquanto se percebe que Netanyahu quer uma guerra longa que lhe dê poderio na região correspondente à hegemonia militar de que dispõe, continuam por clarificar os objetivos de Donald Trump.
Quase duas centenas de pessoas foram hospitalizadas em Israel nas últimas 24 horas devido ao conflito com o Irão. Ao mesmo tempo, ataques e ameaças entre os vários intervenientes continuam a intensificar a crise no Médio Oriente, que Trump diz estar para terminar em breve.
O presidente do Irão, Masoud Pezeshkian, pediu desculpa aos países do Golfo pelos ataques recentes e afirmou que Teerão deixará de atingir Estados vizinhos, exceto se o território iraniano for atacado a partir desses países.
Uma série de oito explosões foi ouvida nesta sexta-feira em Telavive, a principal cidade do centro de Israel, após um alerta de suposto ataque de mísseis provenientes do Irã, segundo relatos de jornalistas da agência noticiosa francesa AFP.
Israel anunciou a entrada numa nova fase da ofensiva militar contra o Irão, depois de fortes explosões terem sido registadas durante a noite em Teerão. A escalada ocorre numa altura em que responsáveis norte-americanos admitem que os ataques poderão intensificar-se de forma significativa.
As Forças Armadas do Irão emitiram hoje uma ameaça direta contra as instalações nucleares israelitas em Dimona, caso os Estados Unidos e Israel avancem com medidas destinadas a provocar uma "mudança de regime" em Teerão.
O governo espanhol rejeitou de forma categórica qualquer intenção de cooperar militarmente com os Estados Unidos, contrariando declarações anteriores da Casa Branca.
O ministro da Defesa de Israel afirmou esta terça-feira que qualquer pessoa escolhida para suceder à liderança suprema do Irão será considerada um “alvo de eliminação”, numa nova escalada verbal e militar no conflito que opõe Israel, os Estados Unidos e Teerão.
Na Casa Branca, Trump reuniu-se com Friedrich Merz, chanceler alemão, para falar sobre a Guerra no Irão. O presidente norte-americano acabou por atacar a ação de dois países europeus, Espanha e Reino Unido.
Vários locais no centro de Israel foram atingidos por mísseis iranianos, mobilizando equipas de emergência e autoridades para operações de busca e avaliação de danos.
O exército de Israel lançou esta terça-feira uma incursão terrestre em zonas fronteiriças do sul do Líbano, numa ação ligada à escalada militar em curso na região. A informação foi avançada por uma fonte militar libanesa à agência AFP.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, garantiu que a ofensiva israelo-americana contra o Irão não se transformará numa “guerra sem fim”, assegurando que a operação terá um desfecho limitado no tempo e objetivos bem definidos.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, encara o cenário pós-morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, sem apresentar um plano detalhado para o que poderá seguir-se em Teerão.