Uma série de oito explosões foi ouvida nesta sexta-feira em Telavive, a principal cidade do centro de Israel, após um alerta de suposto ataque de mísseis provenientes do Irã, segundo relatos de jornalistas da agência noticiosa francesa AFP.
Israel anunciou a entrada numa nova fase da ofensiva militar contra o Irão, depois de fortes explosões terem sido registadas durante a noite em Teerão. A escalada ocorre numa altura em que responsáveis norte-americanos admitem que os ataques poderão intensificar-se de forma significativa.
As Forças Armadas do Irão emitiram hoje uma ameaça direta contra as instalações nucleares israelitas em Dimona, caso os Estados Unidos e Israel avancem com medidas destinadas a provocar uma "mudança de regime" em Teerão.
O governo espanhol rejeitou de forma categórica qualquer intenção de cooperar militarmente com os Estados Unidos, contrariando declarações anteriores da Casa Branca.
O ministro da Defesa de Israel afirmou esta terça-feira que qualquer pessoa escolhida para suceder à liderança suprema do Irão será considerada um “alvo de eliminação”, numa nova escalada verbal e militar no conflito que opõe Israel, os Estados Unidos e Teerão.
Na Casa Branca, Trump reuniu-se com Friedrich Merz, chanceler alemão, para falar sobre a Guerra no Irão. O presidente norte-americano acabou por atacar a ação de dois países europeus, Espanha e Reino Unido.
Vários locais no centro de Israel foram atingidos por mísseis iranianos, mobilizando equipas de emergência e autoridades para operações de busca e avaliação de danos.
O exército de Israel lançou esta terça-feira uma incursão terrestre em zonas fronteiriças do sul do Líbano, numa ação ligada à escalada militar em curso na região. A informação foi avançada por uma fonte militar libanesa à agência AFP.
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, garantiu que a ofensiva israelo-americana contra o Irão não se transformará numa “guerra sem fim”, assegurando que a operação terá um desfecho limitado no tempo e objetivos bem definidos.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, encara o cenário pós-morte do líder supremo iraniano, Ali Khamenei, sem apresentar um plano detalhado para o que poderá seguir-se em Teerão.
Pentágono confirma ainda cinco feridos graves, numa altura em que aumentam os ataques de retaliação iranianos contra posições dos Estados Unidos na região.
O Irão lançou uma nova vaga de ataques com mísseis e drones na região, atingindo os Emirados Árabes Unidos e Israel, causando mortos, feridos e destruição de edifícios residenciais, numa escalada que aumenta a tensão no Médio Oriente.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, dirigiu-se ao povo iraniano, apelando para que aproveitem a oportunidade histórica criada pelos recentes ataques militares para se libertarem do regime. Segundo Netanyahu, é “hora de agir em massa” contra a liderança do país.
O Conselho Europeu expressou profunda preocupação com os recentes desenvolvimentos no Irão, sublinhando que mantém contacto estreito com parceiros na região.
Dmitry Medvedev acusou os Estados Unidos de utilizarem as negociações nucleares com o Irão como forma de encobrir preparativos para operações militares.
Os Estados Unidos e Israel planearam uma operação “massiva e contínua” contra o Irão. Os líderes dos dois países já reagiram: Trump garantiu a destruição do arsenal iraniano, enquanto Netanyahu afirmou que a ofensiva poderá abrir caminho a um Irão “livre e pacífico”.
Os Estados Unidos autorizaram a saída voluntária de funcionários não essenciais e respetivos familiares da embaixada norte-americana em Jerusalém, num contexto de crescente tensão no Médio Oriente e perante a possibilidade de um ataque militar norte-americano ao Irão.
O Irão informou o secretário-geral da Organização das Nações Unidas, António Guterres, que responderá “de forma decisiva” caso seja alvo de uma agressão militar, considerando como alvos legítimos todas as bases e infraestruturas dos Estados Unidos da América na região.
Um tribunal de Jerusalém rejeitou o recurso para permitir que um menino palestiniano de cinco anos, com cancro agressivo, entre em Israel para receber tratamento que lhe pode salvar a vida, aplicando uma política que bloqueia a entrada de pessoas registadas como residentes em Gaza.
A passagem fronteiriça de Rafah, entre a Faixa de Gaza e o Egito, foi reaberta por Israel para a circulação pedonal de um número limitado de pessoas, num contexto de frágeis esforços diplomáticos para estabilizar o conflito.