Os Estados Unidos da América e o Irão concordaram com um plano para chegar à paz no prazo de 60 dias. Os dois países, que estão a negociar na Suíça, vão criar uma “célula de gestão de conflitos” que garanta o fim das operações militares no Líbano.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, lançou este domingo novas ameaças contra o Irão, exigindo que Teerão ponha fim às ações do Hezbollah no Líbano.
O comando militar iraniano anunciou, este sábado, o encerramento do Estreito de Ormuz à passagem de navios, acusando os EUA de não cumprirem os compromissos assumidos no memorando destinado a terminar a guerra e Israel de continuar a violar o cessar-fogo no sul do Líbano.
Israel e o Hezbollah acordaram um cessar-fogo, segundo um alto responsável norte-americano citado pela Reuters. O entendimento foi alcançado após esforços diplomáticos liderados pelos Estados Unidos e pelo Catar com o apoio do Irão.
O Irão decidiu suspender o processo de negociação de 60 dias com os Estados Unidos, alegando incumprimentos relacionados com a situação militar no Médio Oriente, avançam as agências Fars e Al-Mayadeen.
Uma investigação da organização jurídica Global Echo concluiu que exportadores israelitas para a Europa ocultam regularmente a origem de produtos agrícolas cultivados em territórios ocupados da Palestina e nos Montes Golã sírios, classificando-os como produzidos em Israel para beneficiarem de reduçõ
Na sequência dos ataques israelitas ao Líbano, Teerão considera que a operação demonstra a incapacidade ou falta de vontade de Washington para cumprir os compromissos assumidos e avisa que as ações israelitas "não ficarão sem resposta".
Ataques aéreos israelitas atingiram este sábado o sul do Líbano, após um apelo israelita para a evacuação de cerca de 20 cidades e aldeias da região, incluindo a cidade de Nabatieh, informou a agência de notícias oficial libanesa ANI.
O chefe da diplomacia iraniana, Abbas Araghchi, acusou esta sexta-feira Israel de tentar sabotar um eventual acordo com Washington para pôr fim à guerra no Médio Oriente, anunciado como iminente pelos vários protagonistas.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta quinta-feira que está próximo um acordo para pôr termo ao conflito com o Irão, poucas horas depois de ter cancelado uma terceira noite consecutiva de ataques. No entanto, Teerão rejeitou que exista um entendimento concluído, classificando a
O Presidente dos EUA afirmou que um entendimento para travar o programa nuclear iraniano está “muito próximo” e poderá ser assinado ainda esta semana. Donald Trump disse também que o acordo levaria à reabertura imediata do Estreito de Ormuz e ao fim das trocas de ataques entre Irão e Israel.
O exército israelita anunciou que a partir de terça-feira, serão revogadas as medidas de segurança impostas à população, enquanto o Irão reabriu o seu espaço aéreo, medidas adotadas após a troca de ataques entre os países.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou esta segunda-feira que Israel suspendeu os ataques contra o Irão, defendendo que as operações militares levadas a cabo pelas Forças de Defesa de Israel (IDF) dissuadiram Teerão de prosseguir com novas ações ofensivas e permitiram travar a es
A negociação de alguma forma de acordo está encalhada, a guerra volta a entrar em fase intensa e as consequências em vida cara propagam-se em modo alarmante por muito do planeta.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, apelou esta segunda-feira a Israel e ao Irão para que "parem imediatamente de disparar", numa mensagem publicada na rede social Truth Social.
Esta segunda feira, Israel lançou ataques contra alvos militares no Irão, poucas horas depois de Donald Trump ter apelado a Netanyahu para evitar uma escalada do conflito. O senador democrata Chris Murphy considerou que o episódio expôs os limites da influência norte-americana sobre o aliado israeli
Teerão disparou mísseis em direção a Israel na sequência dos bombardeamentos israelitas nos subúrbios do sul de Beirute. O episódio marca a primeira ofensiva iraniana deste tipo desde a entrada em vigor do cessar-fogo de abril e ameaça agravar a tensão no Médio Oriente.
Um bebé palestiniano de sete meses morreu após ser atingido por disparos efetuados por militares israelitas contra o carro onde seguia com a família, em Hebron, na Cisjordânia ocupada. O exército israelita admite que as vítimas eram civis e afirma que o incidente está sob investigação.
O líder do Hezbollah, Naim Qassem, rejeitou esta quinta-feira o mais recente acordo de cessar-fogo alcançado entre Israel e o governo libanês, defendendo que qualquer entendimento deve passar pela retirada das forças israelitas do território libanês e pelo fim das operações militares.
Israel e o Líbano acordaram esta quarta-feira renovar o cessar-fogo em vigor e avançar com a criação de zonas de segurança “piloto” no sul do território libanês, onde o Hezbollah ficará impedido de operar.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, terá repreendido duramente o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, numa chamada telefónica realizada na segunda-feira, devido à escalada militar de Israel no Líbano.
O presidente norte-americano Donald Trump afirmou que Israel não enviará tropas para Beirute, na sequência de uma conversa telefónica com o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
As tropas israelitas tomaram este domingo o Castelo de Beaufort, uma fortaleza com cerca de 900 anos localizada no sul do Líbano, assegurando uma posição considerada estratégica pelas autoridades de Israel.
Soldados israelitas destacados na Faixa de Gaza descreveram à Associated Press um cenário de elevada violência, confusão operacional e regras de engajamento pouco claras, afirmando que a situação no terreno se tornou “uma selva” após a entrada em vigor do cessar-fogo.