O julgamento do processo Operação Marquês retoma na próxima terça-feira, em Lisboa, após uma interrupção de três semanas, a terceira motivada pela renúncia de um advogado do antigo primeiro-ministro José Sócrates.
O tribunal que julga José Sócrates decidiu agendar as próximas 20 sessões do julgamento para a audição de declarações gravadas, permitindo assim que eventuais novos advogados do antigo primeiro-ministro disponham de tempo para preparar a defesa, sem que o processo seja interrompido.
O advogado oficioso de José Sócrates, Marco António Amaro, fez chegar um pedido de escusa ao conselho regional de Lisboa da Ordem dos Advogados. Desta forma, o julgamento volta a ficar parado.
Marco António Amaro é o novo advogado nomeado pelo Conselho Regional de Lisboa da Ordem dos Advogados (OA) para defender o antigo primeiro-ministro José Sócrates no julgamento da Operação Marquês, confirmou hoje a Lusa.
O ex-primeiro-ministro José Sócrates e o empresário Carlos Santos Silva estão a ser investigados pelo Ministério Público (MP), desde 2025, por suspeitas de branqueamento de capitais, numa alegada repetição de esquemas descritos na acusação da Operação Marquês, avança o Observador.
O julgamento do processo Operação Marquês foi novamente interrompido, desta vez por um período de dez dias, na sequência da constituição de uma nova advogada por parte de José Sócrates.
O ex-primeiro-ministro José Sócrates escolheu a advogada Sara Moreira para assumir a sua defesa no processo Operação Marquês, tornando-se esta a quarta advogada a ser mandatada pelo antigo governante.
Um ex-secretário de Estado do antigo primeiro-ministro José Sócrates disse esta terça-feira, em tribunal que conheceu Carlos Santos Silva após sair do Governo e que recebeu 25 mil euros por mês por informações transmitidas verbalmente e recolhidas em fontes abertas.
A defesa de José Sócrates recorreu a instâncias internacionais, incluindo o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos e as Nações Unidas, para denunciar alegadas irregularidades no processo Operação Marquês. Os advogados defendem que o objetivo é proteger garantias processuais fundamentais, não influenc
O julgamento do antigo primeiro-ministro José Sócrates, no âmbito da Operação Marquês, não arrancou esta terça-feira como estava previsto e foi adiado para 13 de janeiro. A alteração da data deve-se à necessidade de nomear uma nova advogada oficiosa para garantir a defesa do ex-governante.
A presidente do coletivo de juízes no caso Operação Marquês, Susana Seca, convocou esta terça-feira, 6 de janeiro, a advogada oficiosa Inês Louro para defender o antigo primeiro-ministro José Sócrates, devido à impossibilidade do advogado José Preto, internado no Hospital de Santa Maria desde 27 de
O julgamento da Operação Marquês poderá voltar a ser adiado devido a problemas de saúde do novo advogado de José Sócrates, que se encontra internado desde 27 de dezembro, sem previsão de alta, a poucos dias da data marcada para a retoma das sessões.
A defesa de José Sócrates passou a ser assegurada pelo advogado José Preto, segundo a CNN Portugal. De acordo com a estação, “a nova procuração deu entrada no tribunal na terça-feira”.
O antigo primeiro-ministro José Sócrates reagiu esta quarta-feira com veemência à decisão do Governo de nomear o juiz Carlos Alexandre para presidir à nova Comissão de Combate à Fraude no SNS. Sócrates classificou a escolha como “uma pouca-vergonha”.
O Tribunal decidiu suspender por 20 dias o julgamento da Operação Marquês para que o antigo primeiro-ministro José Sócrates possa constituir novo advogado, depois da renúncia de Pedro Delille.
O advogado Pedro Delille renunciou ao mandato de advogado do ex-primeiro-ministro, tendo essa informação sido confirmada por uma fonte do Tribunal Central Criminal de Lisboa.
O julgamento da Operação Marquês regressou esta terça-feira ao Campus de Justiça, em Lisboa, após um mês e meio de pausa para férias judiciais. José Sócrates voltou a ser o único arguido presente na sala de audiências, mantendo-se fiel à promessa de retomar as suas declarações sobre o projeto do TGV
A defesa de Ricardo salgado pede a extinção do processo da Operação Marquês, alegando incapacidade do ex-banqueiro por Alzheimer. A juíza Susana Seca já tinha recusado pedido semelhante em maio, agora reforçado por decisão do Tribunal Cível de Cascais.