Acompanhe toda a atualidade informativa em 24noticias.sapo.pt

Inês Louro recusou a nomeação, alegando objeção de consciência. Eleita vereadora do partido Chega na Câmara Municipal da Azambuja, a advogada explicou à entrada do Campus de Justiça que tem sido "politicamente bastante crítica" do processo e de José Sócrates. "Já me pronunciei de forma muito crítica sobre José Sócrates e por isso renunciei, por objeção de consciência", afirmou.

A notícia, avançada pelo jornal Expresso, aponta para a possibilidade de novo adiamento do julgamento, que estava previsto ser retomado nesta terça-feira, uma vez que Inês Louro teria de consultar o processo antes de poder assumir a defesa.

No requerimento entregue ao tribunal, José Preto, advogado escolhido por Sócrates, salientou que não há previsão de alta hospitalar e que, mesmo após a recuperação, poderá não estar em condições de reassumir as funções profissionais. Refira-se que o advogado não delegou a representação de José Sócrates, pelo que a juíza Susana Seca procedeu à convocação de um defensor oficioso.

O julgamento da Operação Marquês encontra-se interrompido desde 11 de novembro, na sequência de um confronto entre a juíza Susana Seca e o advogado Pedro Delille, que pediu escusa na altura. Após esse episódio, José Sócrates recusou o advogado oficioso nomeado, José Manuel Santos, e escolheu posteriormente José Preto como seu defensor.

___

A sua newsletter de sempre, agora ainda mais útil

Com o lançamento da nova marca de informação 24notícias, estamos a mudar a plataforma de newsletters, aproveitando para reforçar a informação que os leitores mais valorizam: a que lhes é útil, ajuda a tomar decisões e a entender o mundo.

Assine a nova newsletter do 24notícias aqui.