Uma investigação da BBC revela que dois colaboradores-chave de Jeffrey Epstein, o contabilista Richard Kahn e o advogado Darren Indyke, mantêm o controlo do património e de documentos sensíveis do milionário, apesar das suspeitas levantadas sobre o seu papel na gestão da rede do criminoso sexual.
O chamado Zorro Ranch, outrora propriedade de Jeffrey Epstein, está agora a ser investigado pelas autoridades estaduais do Novo México. O local esteve ligado a alegados abusos durante anos, mas até agora tinha escapado a uma investigação rigorosa.
Ex-ministro trabalhista foi interrogado pela polícia por alegadamente ter partilhado informação sensível com Jeffrey Epstein. A detenção reacende a controvérsia política em torno da sua nomeação como embaixador e aumenta a pressão sobre Keir Starmer.
A antiga secretária de Estado norte-americana, Hillary Clinton, acusou a administração de Donald Trump de estar a atrasar a divulgação de informação relacionada com o caso Jeffrey Epstein, defendendo que todos os ficheiros devem ser tornados públicos.
Autoridades analisam suspeitas de que Andrew Mountbatten-Windsor terá transmitido relatórios oficiais de viagens internacionais a Jeffrey Epstein, condenado por crimes sexuais.
Melinda French Gates afirmou que o ex-marido, Bill Gates, deve dar explicações sobre as alegações que surgem nos mais recentes documentos ligados a Jeffrey Epstein, o multimilionário condenado por crimes sexuais.
Marius Borg Høiby, filho da princesa herdeira da Noruega, Mette-Marit, foi detido no domingo à noite em Oslo, acusado de agressão, ameaças com uma faca e violação de uma ordem de afastamento, apenas dias antes do início do seu julgamento por 38 crimes graves, incluindo quatro acusações de violação,
Documentos recentemente divulgados sugerem anos de comunicação entre Mette-Marit e Jeffrey Epstein. Princesa reconhece “má decisão” e manifesta solidariedade para com as vítimas.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DOJ) tornou públicos mais de três milhões de páginas de documentos relacionados com Jeffrey Epstein, no âmbito da aplicação da Epstein Files Transparency Act.
O Departamento de Justiça dos Estados Unidos está a analisar mais de cinco milhões de páginas relativas a Jeffrey Epstein, um esforço que está a desviar recursos de outros casos.
Uma carta enviada por Jeffrey Epstein ao médico da equipa de ginástica dos EUA Larry Nassar, condenado por abuso sexual de jovens ginastas, refere Donald Trump, segundo documentos recentemente divulgados pelo Departamento de Justiça norte-americano.
O livro Nobody’s Girl, memórias póstumas de Virginia Roberts Giuffre, uma das acusadoras mais conhecidas de Jeffrey Epstein, alcançou vendas globais de 1 milhão de exemplares apenas dois meses após a sua publicação. A família descreve o sucesso como “agridoce” após a morte de Giuffre em abril.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, pediu a André Mountbatten-Windsor que partilhe as informações que tenha sobre o caso Epstein, depois de o até recentemente príncipe André se ter recusado a testemunhar no âmbito desta investigação.
O presidente norte-americano aprovou uma lei que obriga o Departamento de Justiça a tornar públicos arquivos da investigação sobre o falecido criminoso sexual Jeffrey Epstein. A medida surge após pressão de democratas e da base conservadora de Trump.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, pediu aos republicanos no Congresso que aprovem a divulgação dos ficheiros relacionados com Jeffrey Epstein, revertendo a sua posição anterior. A decisão surge antes de uma votação esperada na Câmara dos Representantes esta semana.
Foi divulgado um antigo e-mail de Jeffrey Epstein em que este falecido pedófilo afirma que o agora Presidente norte-americano, Donald Trump, "sabia das raparigas".
O Palácio de Buckingham confirmou que o rei Carlos III deu início ao “processo formal para remover os títulos e honras do príncipe André”, marcando mais um capítulo no afastamento do Duque de York da vida oficial da família real britânica.
O rei Carlos III foi interpelado e vaiado esta segunda-feira durante uma visita à Catedral de Lichfield, no Reino Unido, depois de um manifestante questionar publicamente o monarca sobre o envolvimento do irmão, o príncipe André, com o financiador e abusador sexual condenado Jeffrey Epstein.
Um email de 2011 mostra que o duque de Iorque manteve contacto com Jeffrey Epstein após afirmar publicamente que a relação entre ambos terminara em 2010.
O multimilionário Elon Musk e o príncipe Andrew do Reino Unido foram mencionados em novos documentos entregues ao Comité de Supervisão da Câmara dos Representantes dos EUA, no âmbito da investigação ao agressor sexual condenado Jeffrey Epstein, avança a BBC.
Uma nova estátua de bronze no National Mall, em Washington, retrata Donald Trump e Jeffrey Epstein a sorrirem e de mãos dada. A obra, que permanecerá até domingo, inclui citações de uma alegada carta de aniversário de Trump a Epstein, e sublinha a relação controversa do presidente com o traficante s