Péter Magyar, vencedor das eleições legislativas na Hungria, publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece o primeiro-ministro cessante, Viktor Orbán, ao longe.
Após 16 anos como figura central da contestação em Bruxelas, a saída de Viktor Orbán abre espaço a novos protagonistas num momento crítico para a unidade europeia. Cinco líderes surgem como potenciais sucessores no papel de principal disruptor.
A queda do regime de Órban na Hungria é desde já um dos acontecimentos relevantes deste ano. O vencedor de modo retumbante, Péter Magyar, ainda tem pela frente mostrar que corresponde ao que dele se espera e que sabe transformar o voto de protesto em processo político.
Péter Magyar conquista uma "super maioria" de dois terços no parlamento húngaro, com a maior participação eleitoral da história democrática do país e promete devolver a Hungria à Europa.
Em Budapeste, o ambiente é de celebração. Na festa eleitoral do Tisza, de Péter Magyar, há multidões a aplaudir, rir e abraçar-se, num clima de entusiasmo pela vitória da oposição. À capital húngara chegam reações de todo o mundo.
Viktor Orbán reconheceu a derrota nas eleições legislativas húngaras, admitindo que o resultado é “claro” e “doloroso” para o seu partido, o Fidesz. Segundo o líder da oposição, Péter Magyar, Orbán telefonou-lhe para o felicitar pela vitória, sinalizando o fim de 16 anos no poder.
Os primeiros resultados parciais das eleições na Hungria sugerem uma disputa muito renhida entre os dois principais partidos, com o partido governamental Fidesz e a oposição Tisza separados por apenas 3 a 4 pontos percentuais em várias zonas. Até agora, com cerca de 21% dos votos contados, o Tisza a
As urnas na Hungria já fecharam, embora quem ainda estivesse na fila às mesas de voto tenha podido votar; quem chegou depois já não foi autorizado a exercer o seu direito de voto.
As eleições legislativas na Hungria estão a decorrer num clima de forte tensão e desconfiança, com acusações mútuas de fraude eleitoral entre o governo de Viktor Orbán e a oposição liderada por Péter Magyar.
Péter Magyar tornou-se, em pouco mais de dois anos, a figura central da oposição na Hungria e o mais sério desafio ao domínio prolongado de Viktor Orbán desde que chegou ao poder em 2010. O que torna o seu caso particularmente incomum é o facto de não vir de fora do sistema, mas sim ser alguém que c
Na véspera de umas eleições consideradas históricas na Hungria, a campanha entra na reta final com uma disputa intensa entre o primeiro-ministro Viktor Orbán, no poder há 16 anos, e o seu principal rival, Péter Magyar, que acredita estar próximo de uma vitória.
Péter Magyar, líder do partido de oposição Tisza, surge como potencial novo primeiro-ministro da Hungria e promete uma transformação profunda da política de defesa do país caso consiga derrotar Viktor Orbán, que governa há 16 anos. A sua candidatura está a gerar expectativas em Bruxelas e na NATO de
Recuemos a 1989, altura em que o comunismo caiu na Hungria e Viktor Orbán se destacou ao exigir publicamente a retirada das tropas soviéticas e eleições livres, durante a cerimónia do enterro oficial de Imre Nagy.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira estar pronto a “usar todo o poderio económico norte-americano para fortalecer a economia da Hungria” se Viktor Orbán for reeleito primeiro-ministro, no domingo.
Presidente norte-americano elogia primeiro-ministro húngaro enquanto líderes da extrema-direita europeia se reúnem em Budapeste antes das eleições legislativas.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, enviou uma mensagem em vídeo à Conferência de Ação Política Conservadora, em Budapeste, na qual agradeceu aos líderes ultraconservadores pelo apoio a Israel e à “civilização ocidental”.
O primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, afirmou que a sua família foi alvo de ameaças de ucranianos, numa altura em que se intensifica a campanha eleitoral em Budapeste. A acusação surge em paralelo com a detenção polémica de um comboio de dinheiro e ouro ucraniano em território húngaro.
A União Europeia enfrenta um impasse na aprovação de um empréstimo de 90 mil milhões de euros à Ucrânia, depois de a Hungria ter ameaçado bloquear o acordo até que seja retomado o fluxo de petróleo russo através do oleoduto Druzhba pipeline.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, felicitou André Ventura por ter passado à segunda volta das eleições presidenciais portuguesas, afirmando que “os patriotas por toda a Europa estão em ascensão” e desejando-lhe “força” para a fase decisiva. A mensagem foi publicada na rede social X.
Líderes de partidos de extrema-direita de vários países manifestaram apoio a Viktor Orbán, primeiro-ministro da Hungria, a menos de três meses das eleições do país.
O Presidente dos EUA, Donald Trump, concedeu à Hungria uma isenção de um ano às sanções norte-americanas sobre a compra de petróleo e gás russo, após o primeiro-ministro húngaro Viktor Orbán ter solicitado um alívio durante uma reunião na Casa Branca.