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Esta decisão surge depois de Trump ter incluído na lista negra duas das maiores empresas petrolíferas russas, Lukoil e Rosneft, ameaçando penalizar qualquer país que continuasse a negociar com elas.

Durante o encontro, Trump justificou a decisão ao dizer que a Hungria enfrenta desafios logísticos únicos por ser um país sem saída para o mar, tornando difícil obter petróleo e gás de outras fontes. Em contrapartida, a Hungria comprometeu-se a comprar gás natural liquefeito dos EUA, num negócio avaliado em cerca de 600 milhões de dólares.

Orbán, aliado próximo de Trump, tem mantido boas relações com a Rússia durante a guerra na Ucrânia e tem usado a dependência energética do seu país como argumento político interno, prometendo “energia russa barata” aos eleitores e antecipando eleições difíceis na primavera. Defendeu que os oleodutos russos não têm dimensão ideológica ou política, mas são uma “realidade física” devido à falta de portos.

Além do tema energético, ambos discutiram a guerra na Ucrânia, com Orbán a sugerir que apenas os EUA e a Hungria desejam realmente a paz, e Trump a mostrar-se aberto à possibilidade de conversações com Putin.

Trump elogiou também a postura de Orbán sobre imigração e pediu aos líderes europeus que respeitassem fortemente o primeiro-ministro húngaro, apesar das frequentes divergências de Orbán com a União Europeia sobre democracia, estado de direito e migração. Orbán defendeu as suas políticas migratórias e criticou as sanções financeiras da UE contra a Hungria.

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