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Os resultados parciais indicam uma vitória expressiva do partido Tisza, de Magyar, que poderá alcançar cerca de 136 dos 199 lugares no parlamento, uma maioria qualificada de dois terços que permitirá alterar leis fundamentais. O Fidesz deverá ficar reduzido a cerca de 56 deputados.
A confirmar-se, esta mudança marcará o fim da chamada “democracia iliberal” de Orbán, abrindo caminho a reformas profundas, incluindo na justiça, nos media e nas empresas estatais.
A derrota de Orbán terá também impacto internacional: é vista como um alívio para a União Europeia, onde o líder húngaro era frequentemente acusado de minar instituições democráticas e bloquear apoio à Ucrânia, e representa igualmente um revés para aliados como Donald Trump e para movimentos nacionalistas semelhantes.
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