No dia em que se assinalam quatro anos desde a invasão da Ucrânia pela Federação Russa, Marcelo Rebelo de Sousa destacou a resistência do povo ucraniano face a uma agressão considerada ilegal e marcada por enorme brutalidade.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, assinalou os quatro anos de guerra na Ucrânia com uma mensagem em vídeo nas redes sociais.
Quatro anos depois do início da guerra, o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky garante que os objetivos russos não foram alcançados e diz que o país fará "tudo para garantir a paz e a justiça".
A guerra na Ucrânia dura há quatro anos e já levou alguns países da União Europeia a aprovar alterações importantes às suas regras de recrutamento militar: cinco países reintroduziram o serviço ou o registo obrigatório e outros admitem vir a fazê-lo. Portugal fica fora.
O primeiro-ministro eslovaco, Robert Fico, anunciou esta segunda-feira a suspensão do fornecimento de energia elétrica de emergência à Ucrânia, devido à interrupção do abastecimento de petróleo russo pelo oleoduto Druzhba, que atravessa o território ucraniano.
O presidente do Conselho Europeu, instou esta segunda-feira “veementemente” o primeiro-ministro da Hungria a desbloquear o empréstimo de apoio à Ucrânia no valor de 90 mil milhões de euros, lembrando a decisão dos líderes europeus.
Um relatório dos serviços secretos do Quénia indica que mais de 1.000 quenianos foram aliciados para combater ao lado da Rússia na guerra contra a Ucrânia, um número muito superior aos cerca de 200 anteriormente admitidos pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros queniano, em novembro.
O primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orbán, afirmou que o país continuará a apoiar os esforços de paz conduzidos pelos Estados Unidos para pôr fim à guerra na Ucrânia.
O presidente norte-americano, Donald Trump, avisou Volodymyr Zelensky que tem de "se mexer", sob risco de perder "uma grande oportunidade" para chegar a um acordo de paz com a Rússia.
As Forças Armadas ucranianas estimaram hoje ter causado cerca de 1,25 milhões de baixas, entre mortos e feridos, nas forças russas desde o início da invasão da Ucrânia, em 24 de fevereiro de 2022, num contexto em que Moscovo não divulga números oficiais há vários meses.
A Força Aérea da Ucrânia informou que, na última noite, abateu 69 drones russos lançados pela Rússia contra o território ucraniano em novo ataque noturno.
O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, afirmou que 55 mil soldados ucranianos morreram em combate desde o início da guerra com a Rússia, que já dura há quatro anos.
O Presidente ucraniano afirmou esta semana que a Ucrânia estará em condições de concluir o processo de adesão à União Europeia em 2027, defendendo que o país cumprirá até ao final de 2026 as reformas essenciais exigidas por Bruxelas para integrar o bloco comunitário.
A Europa poderá enfrentar novas chegadas em grande escala de migrantes a partir de 2026 caso o conflito na Ucrânia se intensifique, alerta o Centro Internacional para o Desenvolvimento de Políticas de Migração (ICMPD). A advertência consta de um relatório divulgado pelo organismo, que analisa as ten
O encontro em Abu Dhabi começou um dia depois de dois encontros de alto nível, um em Davos entre o Presidente ucraniano Volodymyr Zelensky e o seu homólogo norte-americano Donald Trump, e o outro em Moscovo entre Vladimir Putin e os enviados norte-americanos Steve Witkoff e Jared Kushner.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou que a primeira reunião trilateral entre a Ucrânia, a Rússia e os EUA terá lugar na sexta-feira e no sábado.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, planeia reunir-se esta quinta-feira com o Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, à margem do Fórum Económico Mundial, em Davos.
A Rússia lançou esta noite 145 drones de ataque contra a Ucrânia, anunciou esta segunda-feira a Força Aérea ucraniana. Apesar de Kiev ter conseguido abater ou neutralizar 126 aeronaves, os ataques causaram problemas no fornecimento de energia em várias regiões do país.
Milhões de famílias na Ucrânia vivem atualmente em "modo de sobrevivência", confrontadas com a combinação de ataques russos às infra-estruturas energéticas e um inverno rigoroso que tem deixado vastas áreas sem eletricidade, aquecimento ou água durante longos períodos. A crise humanitária, já grave,
A reunião desta sexta-feira do Conselho de Estado sobre a situação internacional, em particular na Ucrânia e na Venezuela, terminou esta sexta-feira, ao fim de quatro horas, cerca das 19h10, sem a divulgação de conclusões.
Governos europeus estão a ser acusados de contribuir para o esforço de guerra da Rússia na Ucrânia, depois de novos dados indicarem que Moscovo arrecadou cerca de 7,2 mil milhões de euros em 2025 com a exportação de gás natural liquefeito (GNL) para a União Europeia.