Uma pessoa está desaparecida desde a manhã desta segunda-feira, depois de o automóvel em que seguia se ter despistado e caído à água na Praia Fluvial da Rede, na freguesia de Vila Marim, concelho de Mesão Frio, distrito de Vila Real.
Esta segunda-feira, um incêndio deflagrou na refinaria Petrogal em Matosinhos, no Porto, após uma explosão. Por enquanto ainda só estão a ser mobilizados meios internos para combater o fogo.
A tempestade Emília provocou 99 ocorrências na Madeira, sendo que o vento condiciona pelo segundo dia os voos de e para o Funchal. A região está em alerta laranja até domingo.
No âmbito do exercício FÉNIX 25, conduzido pelo Exército Português, a Câmara Municipal de Lisboa, através do seu Serviço Municipal de Proteção Civil, vai realizar amanhã, dia 18 de novembro, entre as 09h30 e as 12h30, na Alameda da Universidade, um teste à operacionalização dos Pontos de Encontro de
O comandante da Proteção Civil, Pedro Araújo, afirmou esta quarta-feira, em declarações à Antena 1, que não há vítimas a registar devido ao mau tempo que tem afetado o país.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) registou, entre a meia-noite e as 7h desta sexta-feira, 68 ocorrências relacionadas com o mau tempo, sobretudo inundações na via pública e em estruturas, com maior incidência na região norte.
As ocorrências na cidade de Lisboa associadas ao mau tempo aumentaram para um total de 147, entre as 06h00 e as 17h45 desta terça-feira, revelou a Proteção Civil, indicando que o túnel do Campo Pequeno foi reaberto pelas 18h15.
A Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC) emitiu esta terça-feira um aviso à população devido à previsão de chuva intensa, trovoadas e vento forte nos próximos dias, alertando para a possibilidade de inundações, cheias e deslizamentos de terras em várias zonas do país.
O Ministério Público e a GNR estão a realizar buscas na Proteção Civil e em empresas privadas por suspeitas de corrupção e favorecimento ilegal em contratos de fornecimento de equipamentos de proteção contra incêndios florestais.
O incêndio que começou em Aljezur e se estendeu a Lagos continua ativo, mas não coloca habitações em risco. Mais de 600 bombeiros combatem as chamas, que tiveram algumas reativações durante a noite, sem causar vítimas.
O incêndio que começou no domingo em Bordeira, Aljezur, e se espalhou para Lagos continua ativo, mas evolui favoravelmente. Apesar de não haver casas em risco, 11 pessoas ficaram feridas e centenas de operacionais continuam no terreno.
O incêndio que começou no domingo na Bordeira, em Aljezur, continua a apresentar duas frentes ativas no concelho de Lagos. Mais de 500 operacionais, apoiados por sete meios aéreos, mantêm-se no terreno para controlar o fogo, sem risco para populações ou habitações.
Um incêndio florestal deflagrou este sábado em Sandomil, concelho de Seia, no distrito da Guarda, obrigando ao corte de várias estradas e ao confinamento de moradores.
A Proteção Civil emitiu esta sexta-feira um alerta à população para tomarem medidas preventivas, especialmente nas áreas rurais ardidas mais expostas e vulneráveis, devido à previsão de chuva, por vezes fortes, a partir do final da tarde de sábado.
Medida excecional aplica-se a elementos do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) 2025 e representa um gesto de reconhecimento pelo esforço no combate aos fogos rurais, avança o ministério da Administração Interna em comunicado.
Os incêndios de Piódão, em Arganil, e de Pedrógão Grande, em Leiria, entraram este domingo em fase de resolução, após dias de combate às chamas que mobilizaram milhares de operacionais, evacuações e a destruição de mais de 57 mil hectares.
O fogo de Piódão, em Arganil, continua a ser o mais preocupante, concentrando mais de 1.300 operacionais, enquanto o incêndio em Pedrógão Grande entrou em fase de resolução após ter obrigado a evacuar aldeias. Desde julho, os fogos já provocaram quatro mortos.
O secretário de Estado da Proteção Civil considerou hoje extemporânea a discussão sobre o sistema de Proteção Civil, realçou que o empenho ainda é no combate aos incêndios e que este dispositivo tem dado respostas muito positivas.
O combate aos incêndios que começaram em Arganil, no distrito de Coimbra, e em Figueira de Castelo Rodrigo, na Guarda, registou progressos durante a noite, segundo a Proteção Civil.
Mais de 300 operacionais permanecem no terreno no concelho de Chaves, onde o incêndio que entrou em Portugal a partir da Galiza continua ativo, com vários pontos quentes e um perímetro alargado, segundo o comandante Artur Mota.
O secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha, reconheceu que durante o combate aos incêndios deste verão pode ter havido “alguma descoordenação momentânea”, resultado da “complexidade do teatro de operações”.
Mais de 172 mil hectares já arderam em 2025, número que ultrapassa toda a área destruída em 2024. Governo prolonga estado de alerta depois de um bombeiro morrer na Covilhã.