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O Primeiro-Ministro, Luís Montenegro, alertou esta sexta-feira para a forte pressão sentida na gestão do caudal do Rio Mondego, sublinhando as dificuldades enfrentadas pelas autarquias devido ao mau tempo que tem afetado a região.
As declarações foram feitas após uma reunião que juntou a ministra do Ambiente, Graça Carvalho, e a presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, centrada na coordenação da resposta à sucessão de tempestades e à precipitação intensa registada nos últimos dias.
O chefe do Governo participou também num encontro alargado com os vários agentes da Proteção Civil, destacando o trabalho articulado entre entidades públicas, forças de segurança, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), Forças Armadas, bombeiros e restantes serviços envolvidos na gestão da emergência. O primeiro-ministro salientou o esforço “muito significativo” destes profissionais, que têm estado no terreno de forma quase ininterrupta.
Segundo Luís Montenegro, a evolução da situação permite algum otimismo, mas deixou um aviso: “não deve significar relaxe nas próximas horas”, uma vez que se mantém a previsão de precipitação intensa.
O governante destacou ainda a pressão sentida na Barragem da Aguieira, que deverá atingir um pico de capacidade até ao final da tarde, momento a partir do qual será possível ter uma perspetiva mais clara sobre a evolução do risco.
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