Segundo o comandante nacional da Proteção Civil, Mário Silvestre, o principal perigo não está associado às cheias lentas que afetam outras zonas do país, mas sim a fenómenos de rápida evolução, com impacto direto na vida das populações.

“O problema não serão as cheias lentas que estamos a ter noutras regiões, mas as cheias rápidas, com impacto significativo na vida das pessoas, nomeadamente pelo alagamento de garagens e de zonas de estacionamento”, explicou.

De acordo com o responsável, o período mais crítico deverá iniciar-se a partir das 18h00 de hoje, altura em que se prevê a intensificação da precipitação.

Mário Silvestre adiantou ainda que a região da Lezíria do Tejo poderá igualmente ser afetada por episódios de chuva intensa, apelando à adoção de comportamentos preventivos por parte da população, sobretudo em zonas urbanas mais vulneráveis a inundações repentinas.

A Proteção Civil recomenda a desobstrução de sistemas de escoamento de águas pluviais, a fixação de objetos soltos e a atenção redobrada à informação meteorológica e aos avisos das autoridades.