Um homem de 82 anos morreu após passar sete horas nas urgências do Hospital de Santarém, onde lhe foi atribuída a pulseira azul. A família acusa o hospital de negligência médica.
Um estudo recente revela que metade dos portugueses já recorreu a medicamentos por conta própria, sobretudo em casos de doenças crónicas ou quando não têm médico de família disponível.
O primeiro-ministro reconheceu esta segunda-feira que o país vive “um tempo estranho”, marcado por uma “absoluta desproporção” entre o trabalho desenvolvido diariamente pelos profissionais de saúde e a “onda noticiosa” que, segundo afirmou, tem alimentado a perceção pública de crise no Serviço Nacio
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, promulgou, esta quinta-feira, um diploma que centraliza os serviços de urgência externa do Serviço Nacional de Saúde.
O Ministério Público (MP) abriu um inquérito ao caso do homem de 78 anos que morreu, na passada terça-feira, no concelho do Seixal, depois de ter aguardado quase três horas pela chegada de socorro do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM). Foi também determinada a realização de uma autópsia
O presidente do INEM, Luís Mendes Cabral, assegurou esta quarta-feira que o novo sistema de triagem não teve qualquer impacto na resposta prestada, sublinhando que a atuação da instituição seguiu os procedimentos habituais, o problema é a falta de ambulâncias registadas na Margem Sul.
Um homem de 78 anos morreu na terça-feira no Seixal depois de ter esperado quase três horas por socorro do INEM, confirmou o Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH). O sindicato admitiu que o novo sistema de triagem, implementado no início do ano, poderá ter contribuído para o de
Ana Paula Martins, Ministra da Saúde, afirma que os problemas incidem, particularmente, sobre doentes com pulseira amarela (os considerados urgentes), que definiu como "muito frágeis, doentes crónicos, mais seniores, muito frágeis, mesmo"
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) emitiu um alerta dirigido a todas as Unidades Locais de Saúde e Institutos Portugueses de Oncologia do Serviço Nacional de Saúde (SNS), devido a constrangimentos no acesso a meios complementares de diagnóstico e terapêutica (MCDT) por parte dos utentes.
Quatro serviços de urgência de obstetrícia e ginecologia vão estar encerrados no sábado e três no domingo, de acordo com a informação divulgada pelo portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, devolveu ao Governo três decretos-lei que previam mudanças no Serviço Nacional de Saúde (SNS), atrasando planos do Executivo para o início do ano. Entre as medidas suspensas estão novas regras para os tarefeiros, a criação de urgências regionais em
O site do SNS indicava, pelas 18h30 desta terça-feira, que o tempo de espera no Hospital Amadora-Sintra era superior a um dia e duas horas para os doentes com pulseira amarela.
Em declarações à imprensa em visita ao Hospital de Viseu, o diretor-executivo do SNS, Álvaro Santos Almeida, afirmou que “há uma grande pressão sobre o SNS para acomodar as necessidades de internamentos, o que tem sido complicado devido ao espaço físico limitado, mas estamos a conseguir resolver”.
O Presidente da República promulgou hoje o diploma que estabelece, em regime experimental, os centros de elevado desempenho na área de obstetrícia e ginecologia, no âmbito do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Os doentes classificados como urgentes no Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca, em Amadora-Sintra, enfrentaram neste sábado tempos de espera de quase 12 horas para a primeira observação nas urgências gerais, segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O diretor-executivo do Serviço Nacional de Saúde, Álvaro Almeida, estimou esta quarta-feira que existam cerca de 2.800 internamentos indevidos nos hospitais portugueses, resultantes de situações sociais ou da falta de camas na Rede Nacional de Cuidados Continuados.
O SNS garante mais atividade do que o habitual nos fins de semana durante as tolerâncias de ponto de Natal e Ano Novo, com consultas, cirurgias prioritárias e internamentos urgentes assegurados, segundo o diretor-executivo Álvaro Almeida.
Os doentes urgentes no Hospital Amadora-Sintra enfrentaram esta manhã tempos de espera de cerca de sete horas para a primeira observação, de acordo com dados do portal do SNS, evidenciando atrasos significativos nas urgências da região.
O recente concurso para contratação de médicos especialistas, lançado pelo governo de Montenegro, não responde às necessidades reais do Serviço Nacional de Saúde (SNS), apresentando um número de vagas considerado insuficiente face à escassez de profissionais no país, denuncia a Federação Nacional do
O tempo médio de espera para doentes não urgentes atingia hoje as dez horas no Hospital Amadora-Sintra, com os urgentes (pulseira amarela) a esperarem mais de seis horas.
Federação Nacional dos Médicos (FNAM) anunciou hoje uma adesão de cerca de 80% à Greve Geral de 11 de dezembro, destacando a degradação das condições de trabalho no Serviço Nacional de Saúde (SNS) e a rejeição dos médicos ao pacote de legislação laboral proposto pelo governo de Luís Montenegro.
Os tempos de espera nas urgências voltaram a disparar este sábado, com utentes de pulseira amarela a aguardar mais de 12 horas por atendimento nos hospitais Amadora-Sintra e Beatriz Ângelo.
No último ano morreram 540 pessoas com Covid em Portugal, dois terços só no verão. António Diniz diz que já está disponível uma vacina com efeito mais prolongado, mas não é comparticipada pelo Estado português. E fala sobre 42 anos ao serviço do SNS.