A ministra da Saúde, Ana Paula Martins, confirmou esta segunda-feira ter aceitado o pedido de demissão apresentado pelo presidente do conselho de administração do Hospital Amadora-Sintra, na sequência da morte de uma grávida e do bebé recém-nascido.
A administração do Hospital de Amadora-Sintra reconheceu esta segunda-feira que a grávida de 36 anos que morreu na passada sexta-feira, depois de ter tido alta hospitalar, estava a ser acompanhada nos cuidados de saúde primários desde julho.
Uma mulher de 36 anos, grávida de 38 semanas, morreu na madrugada desta sexta-feira no Hospital Fernando da Fonseca (Amadora-Sintra), após ter sido transportada pelo INEM em paragem cardiorrespiratória. O bebé nasceu através de cesariana de emergência e encontra-se com "prognóstico muito reservado."
O Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) considerou "inadmissível o anúncio do Governo de proceder a mais cortes no Serviço Nacional de Saúde (SNS)", ainda que o primeiro-ministro tenha afirmado o contrário.
A Entidade Reguladora da Saúde (ERS) emitiu um alerta de supervisão dirigido a todos os estabelecimentos e serviços convencionados com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), após ter identificado múltiplas situações de discriminação de utentes.
O Ministério da Saúde atribui o aumento de utentes à espera de primeira consulta hospitalar ao crescimento dos pedidos, que supera a capacidade de resposta do SNS, apesar do reforço da oferta.
A greve dos médicos paralisou serviços de norte a sul do país, com adesão de 80% e críticas à ministra da Saúde por falta de diálogo e “imposição” de medidas nas urgências.
A Federação Nacional dos Médicos (Fnam) afirmou esta terça-feira que o decreto-lei que o Governo vai aprovar para a criação das urgências regionais prevê a "mobilização forçada" de profissionais para outras unidades locais de saúde.
O Serviço Nacional de Saúde gastou mais de 174 milhões de euros com médicos contratados à tarefa nos primeiros oito meses de 2025, segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde
Três serviços de urgência de obstetrícia e ginecologia estarão encerrados este domingo, dia 19 de outubro, devido à falta de médicos especialistas, segundo informação divulgada pelo portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
Desde esta madrugada, vários hospitais portugueses enfrentam uma paralisação total do sistema interno de tecnologia do SNS. Médicos e restantes profissionais de saúde não têm acesso aos processos clínicos dos utentes, impedindo a realização de exames, prescrições ou intervenções cirúrgicas que depen
No dia em que o Serviço Nacional de Saúde (SNS) assinala o seu 46.º aniversário, a Federação Nacional dos Médicos (FNAM) lançou um aviso contundente ao Governo de Luís Montenegro: o SNS está "mais fragilizado do que nunca" e, sem uma mudança urgente de rumo, pode estar em risco de colapsar.
Bastonário dos médicos diz que SNS vive uma "das maiores crises" da sua existência. Bastonário dos enfermeiros defende "pacto governativo" para o setor da Saúde.
A partir de 15 de setembro, os utentes do SNS que aguardem cirurgia sem receber resposta dentro do prazo receberão um SMS que lhes permitirá escolher se querem ser operados em unidades privadas. A medida faz parte do novo Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgia, que visa reduzir os tempos
A União Europeia prepara-se para gastar um recorde em defesa, o Afeganistão e o Sudão enfrentam tragédias naturais com centenas de mortos, Jair Bolsonaro inicia julgamento por tentativa de golpe de Estado, e em Portugal um bebé morre à porta de um centro de saúde, desencadeando investigações.
A urgência de ginecologia e obstetrícia do Hospital Garcia de Orta, em Almada, vai garantir atendimento contínuo a partir desta segunda-feira, com sete novos médicos especialistas.
A mãe das gémeas luso-brasileiras tratadas em 2020 no Hospital de Santa Maria com um dos medicamentos mais caros do mundo avançou com uma queixa-crime contra o médico que denunciou a situação e contra vários órgãos de comunicação social e jornalistas.