O presidente da China, Xi Jinping, criticou o que classificou como "bullying" de outros países, enquanto o líder russo, Vladimir Putin, voltou a responsabilizar o Ocidente pela guerra na Ucrânia, no segundo dia da cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO), que decorre em Tianjin, China.
O Presidente da Rússia, Vladimir Putin, chegou este domingo à cidade portuária de Tianjin, no norte da China, para uma visita de quatro dias marcada por uma agenda diplomática intensa, incluindo a participação na cimeira da Organização de Cooperação de Xangai (SCO) e encontros bilaterais com líderes
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, não receia "repercussões negativas" dos Estados Unidos, após as críticas de Marcelo Rebelo de Sousa a Donald Trump.
O presidente da Rússia, Vladimir Putin, o líder chinês, Xi Jinping, e o dirigente norte-coreano, Kim Jong Un, vão estar juntos na próxima semana em Pequim, numa rara demonstração pública de unidade entre três dos principais aliados do eixo asiático. A informação foi confirmada esta quinta-feira pelo
O presidente russo Vladimir Putin está a exigir que a Ucrânia entregue todo o território do Donbass, abandone as suas ambições de aderir à NATO, mantenha neutralidade e impeça a presença de tropas ocidentais no país, disseram três fontes próximas do Kremlin à Reuters.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, descartou a possibilidade de enviar tropas norte-americanas para ajudar a garantir um eventual acordo de paz na Ucrânia, apesar de ontem ter deixado em aberto essa hipótese.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, chegou esta segunda-feira a Washington, onde se vai encontrar com Donald Trump, acompanhado por líderes europeus. À entrada para a reunião, o presidente norte-americano afirmou que o fim da guerra depende da cedência da Crimeia à Rússia e do compromisso de
O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente da Rússia, Vladimir Putin, vão encontrar-se hoje em Anchorage, no Alasca. As autoridades russas e americanas estão a colaborar para garantir a segurança da cimeira, no entanto, mantém-se atentas em relação à espionagem.
Os líderes europeus, em encontro moderado por Friedrich Merz, Emmanuel Macron e Keir Starmer, reuniram hoje e defenderam sanções mais severas à Rússia, se Putin não aceitar cessar-fogo no Alasca, onde se vai reunir com Donald Trump. Europa diz querer ter "papel ativo" na resolução do conflito.
A marcação para o Alasca da cimeira sobre o futuro da Ucrânia tem uma mensagem implícita: a soberania dos territórios negoceia-se, o território pode passar de um país para outro.
O Kremlin referiu esta tarde de quarta-feira que o enviado dos EUA, Steve Witkoff, e o presidente russo, Vladimir Putin, mantiveram conversações "construtivas", à medida que se aproxima o prazo de Donald Trump para Moscovo concordar com um cessar-fogo na Ucrânia.
A guerra está a impor-se, no cenário global de derrube acelerado da ordem internacional post-1945, como meio de afirmação de poder. É assim que Putin despreza a negociação oferecida por Trump, o presidente dos EUA que, ainda não tinha regressado à Casa Branca e já restaurava o crédito do chefe do Kr
A nova semana arranca com calor e tensão na Europa. Trump anunciou que vai falar hoje com Putin, e apresentar novas negociações sobre a Ucrânia. No final de clubes nos EUA, o presidente americano foi vaiado pelo público, apesar dos últimos elogios feitos em relação aos conflitos no médio oriente.
A Rússia lançou um novo ataque de larga escala contra território ucraniano. Segundo o presidente Volodymyr Zelensky, durante a noite foram disparados cerca de 400 drones e 18 mísseis, num ataque que durou aproximadamente três horas e teve como principal alvo a capital, Kiev.
Roman Starovoit, Ministro russo dos Transportes, foi encontrado morto perto de Moscovo poucas horas depois de ter sido demitido pelo presidente Putin, como resultado da interrupção do espaço aéreo civil russo causada por ataques de drones ucranianos.
O Presidente russo, Vladimir Putin, garantiu hoje ao homólogo norte-americano, Donald Trump, que a Rússia “não desistirá dos objetivos” na Ucrânia, embora se mostre aberta a continuar as negociações com Kiev.
O secretário-geral da NATO defendeu hoje uma Ucrânia "tão forte que Vladimir Putin jamais pense em voltar a aproximar-se" do território que a Rússia invadiu há mais de três anos.
A NATO está a causar uma corrida ao armamento no mundo, declarou hoje o Presidente russo, anunciando o reforço da tríade nuclear com novos bombardeiros Tu-160M e mísseis balísticos intercontinentais RS-24 Yars.
O Presidente ucraniano desloca-se na quarta-feira a Estrasburgo para discursar no Conselho da Europa, numa visita marcada pela proposta de criação de um tribunal especial para o crime de agressão contra a Ucrânia.
Putin disponível para se encontrar com Zelenskyy na “fase final” das negociações, mas mantém postura firme quanto aos ataques militares e progresso alcançado