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Estas declarações acontecem depois de oito líderes fazerem uma declaração conjunta logo após conversarem com Trump e Zelensky.
Participam na declaração conjunta de líderes nomes como chanceler alemão Friedrich Merz, o presidente francês Emmanuel Macron, o primeiro-ministro britânico Keir Starmer e a primeira-ministra italiana Giorgia Meloni.
Este documento também foi assinado pela presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, pelo primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, pelo presidente finlandês, Alexander Stubb, e pelo presidente do Conselho Europeu, Antonio Costa.
Citados pela Sky News, os líderes afirmaram que "receberam com satisfação os esforços do presidente Trump para interromper a matança na Ucrânia, acabar com a guerra de agressão da Rússia e alcançar uma paz justa e duradoura".
Referem também que o próximo passo deve ser novas negociações entre Trump e Putin, que incluam o presidente ucraniano Zelensky.
Assim estão "prontos para trabalhar" com Trump e Zelensky para fazer a reunião trilateral acontecer.
A declaração acrescentou que a Ucrânia deve ter "garantias de segurança sólidas" para se defender e que "nenhuma limitação deve ser imposta às forças armadas da Ucrânia".
O primeiro-ministro Sir Keir Starmer disse depois numa declaração própria que "os esforços do presidente Trump deixaram-nos mais perto do que nunca de acabar com a guerra ilegal da Rússia na Ucrânia". " A liderança na procura pelo fim da matança deve ser elogiada", referiu.
Mais ainda, sublinha que as garantias de segurança da Europa e dos EUA à Ucrânia seriam cruciais para "dissuadir Putin" de seguir em frente, e que os países "continuariam a apertar os parafusos da sua máquina de guerra com ainda mais sanções" até que Putin "interrompa o ataque bárbaro".
Também o presidente ucraniano divulgou outra declaração após o encontro de Trump com Putin, onde insistiu que "a paz real deve ser alcançada" e não "apenas mais uma pausa entre as invasões russas".
Soube-se depois que Zelensky, se deve encontrar com Trump em Washington na segunda-feira, e já falou ao telefone com o presidente dos EUA.
"As sanções devem ser reforçadas [contra a Rússia] se não houver uma reunião trilateral ou se a Rússia tentar evitar um fim honesto para a guerra", acrescentou.
Entretanto, durante a manhã outros líderes foram reagindo. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen agradeceu a Trump pela atualização das discussões e enfatizou a importância de fortes garantias de segurança para a Ucrânia.
O presidente francês Emmanuel Macron sublinhou que era "vital" continuar a apoiar a Ucrânia e manter a pressão sobre a Rússia. Destacou também que era essencial lembrar a "tendência bem estabelecida da Rússia de não honrar os seus próprios compromissos".
Pela Itália, Giorgia Meloni, destacou que as negociações no Alasca ofereceram um "vislumbre de esperança" para a paz na Ucrânia.
O chanceler da Alemanha, Friedrich Merz, partilhou a declaração da Comissão Europeia nas redes sociais, que dizia que os líderes "receberam com satisfação os esforços do presidente Trump para impedir a matança na Ucrânia".
O presidente da Finlândia, Alexander Stubb, agradeceu a Trump pelo briefing e disse que as garantias de segurança para a Ucrânia eram cruciais, com a colaboração com Zelensky para uma "paz justa e duradoura".
Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, elogiou os esforços diplomáticos de Trump e declarou: "A matança deve parar".
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