O Wegovy foi aprovado no Reino Unido para prevenir problemas cardiovasculares graves em adultos com excesso de peso. É a primeira vez que um medicamento para tratar a obesidade é aprovado no território britânico para prevenir este tipo de doenças.
Criado como um instrumento estatístico para estudar populações, o Índice de Massa Corporal tornou-se um dos indicadores mais utilizados na prática clínica. No entanto, especialistas defendem que a forma como é aplicado na avaliação individual da obesidade deve ser repensada, sobretudo numa altura em
O uso de medicamentos compostos por GLP-1, uma imitação de uma hormona natural que regula o açúcar no sangue e ajuda a controlar o apetite, quadruplicou nos Estados Unidos da América (EUA) nos últimos dois anos. O consumo elevado dos medicamentos está a ter impactos na taxa de obesidade do país, que
A Comissão Europeia aprovou a comercialização do Wegovy em comprimido (semaglutida oral 25 mg, toma diária), tornando-o no primeiro agonista do recetor GLP-1 em formato oral autorizado para o controlo do peso em todos os Estados-Membros da UE.
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk, que fabrica o Ozempic, o Wegovy e o Rybelsus, vai testar um modelo de venda direta ao consumidor. A nova plataforma digital chama-se NovoCare Farmácia e será testada no Brasil.
O medicamento Wegovy, conhecido até agora sobretudo pela versão em injeção semanal, passou a estar disponível no Reino Unido também em comprimidos, vendidos através de farmácias privadas. A nova versão, tomada diariamente, contém a mesma substância ativa, semaglutida, e surge como uma alternativa pa
A obesidade continua a ser encarada por muitos como uma consequência de maus hábitos, mas a realidade é bastante mais complexa. No sétimo episódio da terceira temporada do podcast Top of Mind, da Bial, apresentado pela médica Margarida Santos, Carlos Oliveira, da Associação de Doentes Obesos e Ex-Ob
A crescente utilização de medicamentos como o Ozempic e o Wegovy tem mudado a abordagem da obesidade e da diabetes, mas continua a levantar dúvidas sobre eficácia, efeitos secundários e a necessidade de tratamentos prolongados.
A chegada de versões genéricas dos medicamentos agonistas do recetor GLP-1 poderá aumentar significativamente o acesso aos tratamentos para a obesidade e a diabetes tipo 2 no Brasil, segundo um estudo do Instituto de Pesquisa e Estudos para o Consumo (IFEPEC), da Federação Brasileira das Redes Assoc
A autoridade de saúde do Canadá autorizou a comercialização da primeira versão genérica injetável de semaglutida destinada ao tratamento da obesidade. O país está também a avaliar outros seis pedidos de autorização para medicamentos genéricos com a mesma substância ativa, prevendo tomar novas decisõ
A empresa farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk vai pedir uma autorização para vender o Wegovy, a injeção para perder peso agora tem em formato oral, na China. Esta é uma tentativa para alcançar a concorrente americana Eli Lilly, que já está autorizada a comercializar no mercado chinês.
A farmacêutica EMS começou a comercializar a primeira versão brasileira da semaglutida, um medicamento indicado para o tratamento da obesidade. A empresa garante preços mais acessíveis face às alternativas importadas já disponíveis no mercado brasileiro.
O acesso a fármacos para perda de peso tornou-se mais simples e generalizado em Espanha, num contexto marcado pelo aumento da oferta, novas formulações e maior presença nas redes sociais. A mudança está a transformar a forma como a obesidade é tratada e a levantar novas questões médicas e sociais.
Um novo medicamento injetável semanal para a diabetes tipo 2, chamado Retatrutide, mostrou resultados muito promissores num ensaio clínico de fase 3, reduzindo significativamente os níveis de açúcar no sangue e promovendo uma perda de peso substancial.
A farmacêutica dinamarquesa Novo Nordisk anunciou uma redução de 19% no preço de duas das dosagens mais elevadas do medicamento Wegovy, utilizado no tratamento da obesidade. A medida entra em vigor a 1 de junho e aplica-se às doses de 1,7 mg e 2,4 mg.
Hoje assinala-se o Dia Mundial da Obesidade, uma data que nos desafia a olhar para além da estética e a reconhecer a obesidade como uma verdadeira crise de saúde pública, com impacto profundo na sociedade, na economia e na expectativa de vida.
Uma campanha digital desenvolvida no âmbito de um projeto de investigação liderado pela Universidade de Coimbra foi distinguida nos Prémios Europeus do Dia Mundial da Obesidade 2025, atribuídos esta terça-feira, data em que se assinala a efeméride a nível internacional.
Globalmente, mais de mil milhões de pessoas vivem com obesidade, e a prevalência continua a aumentar em quase todos os países. Em 2021, estima-se que a obesidade tenha contribuído para 3,7 milhões de mortes relacionadas com doenças não transmissíveis.
Se o Estado comparticipasse pelo valor máximo todos os medicamentos para a obesidade, iria gastar mais do que a toda a despesa atual com fármacos em ambulatório, revelou à Lusa a secretária de Estado da Saúde.
Portugal foi distinguido esta quinta-feira, em Nova Iorque, com o Prémio 2025 Task Force Award da ONU e da Organização Mundial da Saúde (OMS), que este ano destacou as melhores práticas no controlo e prevenção da obesidade.
A Associação Portuguesa de Pessoas que Vivem com Obesidade alertou para casos de doentes que morreram antes de conseguirem a primeira consulta para tratamento da obesidade, cuja espera pode variar entre dois e quatro anos, dependendo do hospital. Por outro lado, há casos de obesidade que continuam a
Nas redes sociais, a fisioterapeuta Raquel Castanharo criou uma plataforma onde dá conselhos de corrida, partilha os seus treinos e desconstrói alguns mitos. Um deles, sobre os efeitos da corrida na saúde de doentes com excesso de peso e obesidade.
No Dia Mundial da Obesidade que se celebra no dia 4 de março, o tema escolhido foi "Sistemas em mudança, vidas mais saudáveis". Este tema visa mudar o foco da responsabilidade individual para a necessidade de transformar os sistemas que moldam a saúde global. A campanha enfatiza que "Todos precisam