O artista urbano Bordalo II instalou esta sexta-feira uma nova intervenção artística no Martim Moniz, em Lisboa, utilizando uma casa de banho portátil associada ao partido Chega como elemento central da obra.
O candidato presidencial André Ventura voltou a gerar polémica ao discursar de camuflado militar numa ação de campanha dirigida a antigos combatentes, em Ponte de Lima, no distrito de Viana do Castelo. A iniciativa, que incluiu um almoço com cerca de 300 apoiantes, motivou críticas do almirante na r
Aos 43 anos, André Ventura volta a disputar a Presidência da República num contexto político profundamente diferente daquele que encontrou em 2021: agora como líder da oposição e à frente de um partido que se afirmou como a segunda maior força política do país, com mais de um milhão de votos.
O Tribunal da Relação de Lisboa confirmou a condenação de Hélio Filipe, segurança de André Ventura e marido da deputada do Chega Rita Matias, a dois anos de prisão com pena suspensa pelo roubo de uma nota de dez euros a um homem, em 2016, à porta de uma discoteca.
O candidato presidencial e líder do Chega André Ventura mostrou-se a colocar um novo cartaz, após a retirada dos cartazes que contêm a frase “Os ciganos têm de cumprir a lei”.
O líder do Chega e candidato presidencial, André Ventura, anunciou esta terça-feira que vai recorrer da decisão do Tribunal Cível de Lisboa que determinou a retirada de cartazes com a frase “Os ciganos têm de cumprir a lei”, após uma ação interposta por seis associações representativas da comunidade
O líder do Chega, André Ventura, afirmou esta segunda-feira não se arrepender dos cartazes colocados em contexto da campanha presidencial sobre a comunidade cigana, que terão de ser retirados nas próximas 24 horas após uma condenação do tribunal.
André Ventura, candidato presidencial e líder do Chega, negou ter votado em José Sócrates, admitindo apenas que o socialista o “enganou” durante o seu mandato.
No centro da polémica em torno dos cartazes usados por André Ventura na campanha para as eleições presidenciais de 2026, que motivaram uma ação judicial por alegada discriminação e ofensa a direitos fundamentais apresentadas por associações de defesa da comunidade cigana, está um processo cível de t
O líder do Chega poderá ser ouvido como arguido num processo por alegada difamação a Joaquim Pinto Moreira, depois de o Ministério Público ter solicitado o levantamento da sua imunidade parlamentar, na sequência de declarações feitas por André Ventura numa entrevista televisiva.
Esta segunda-feira, o candidato presidencial respondeu ao médico-cirurgião, Eduardo Barroso, após este ter revelado que transplantou um imigrante ilegal há 20 anos. André Ventura diz que importa saber se "para salvar a vida de quem quer que seja, não ficou um jovem português por salvar".
O líder parlamentar do Chega, Pedro Pinto, revelou hoje que o partido vai votar contra a proposta do Orçamento do Estado para 2026 na votação final global.
O julgamento está marcado para dia 27 de novembro e vai ter apenas uma sessão. No Palácio da Justiça, em Lisboa, vai decidir-se se o candidato às presidenciais, André Ventura, é obrigado a retirar os cartazes que fazem referência à comunidade cigana.
André Ventura, líder do Chega e candidato presidencial, assumiu hoje que a a ação judicial para retirada dos seus cartazes com referências à comunidade cigana é uma "jogada política", admitindo que só os retirará por ordem do tribunal.
André Ventura admitiu que poderá decretar estados de exceção se for eleito Presidente da República, para dar poderes extraordinários à polícia e outras autoridades no combate ao crime.
A Comissão Parlamentar de Transparência e Estatuto dos Deputados decidiu não investigar o caso da divulgação de nomes de crianças pelos deputados do Chega, André Ventura e Rita Matias, remetendo o caso para o Ministério Público
Os cartazes da candidatura presidencial de André Ventura, com frases como “Os ciganos têm de cumprir a lei” e “Isto não é o Bangladesh”, levaram a Comissão Nacional de Eleições a pedir a intervenção do Ministério Público por suspeitas de incitação à discriminação. Em declarações ao 24notícias, o con
O movimento SOS Racismo considera que os cartazes do candidato presidencial André Ventura que visam a comunidade cigana e os imigrantes do Bangladesh violam a lei e devem ser punidos por discurso racista e de ódio.