Os líderes europeus, em encontro moderado por Friedrich Merz, Emmanuel Macron e Keir Starmer, reuniram hoje e defenderam sanções mais severas à Rússia, se Putin não aceitar cessar-fogo no Alasca, onde se vai reunir com Donald Trump. Europa diz querer ter "papel ativo" na resolução do conflito.
O Presidente do Conselho Europeu António Costa disse hoje que os líderes europeus tiveram com Trump e Zelensky “conversas muito úteis sobre a Ucrânia”.
Volodymyr Zelensky fez uma intervenção em Berlim em que agradeceu ao chanceler alemão por o receber na a reunião de hoje, e pela contribuição mais ampla da Alemanha para a segurança ucraniana.
Os incêndios na Europa, em particular na Península Ibérica, têm concentrado todas as atenções nos últimos dias. Em Espanha, as mortes aumentos, e em Portugal há cada vez menos recursos - para os fogos, como para a saúde. O resto do mundo também está em chamas, com a guerra da Ucrânia a voltar à orde
A Ucrânia admitiu ceder territórios à Rússia como parte de um plano de paz que contasse com o apoio dos países europeus, segundo o jornal britânico The Telegraph, que avança que Zelensky já terá transmitido essa posição aos líderes europeus.
A marcação para o Alasca da cimeira sobre o futuro da Ucrânia tem uma mensagem implícita: a soberania dos territórios negoceia-se, o território pode passar de um país para outro.
Aliados europeus reafirmaram o apoio a Ucrânia, insistindo que qualquer negociação de paz com a Rússia deve incluir Kiev. A declaração conjunta foi feita pelos líderes do Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Polónia, Finlândia e pela Comissão Europeia, antes da reunião prevista entre o presidente
Um acordo foi feito para realizar uma reunião entre Vladimir Putin e Donald Trump nos próximos dias, relata a agência de notícias russa IFAX, que cita o assessor do Kremlin, Yuri Ushakov.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, poderá encontrar-se com o presidente russo, Vladimir Putin, já na próxima semana para discutir o fim da guerra na Ucrânia, segundo informações avançadas pelo jornal The Guardian.
"Sigma Boy" é uma canção russa interpretada por duas pré-adolescentes que rapidamente se tornou viral, originando uma onda de reacções políticas, mediáticas e culturais tanto dentro como fora da Rússia. Aparentemente inofensiva, a música é simbólica numa guerra de narrativas e lembra a série Adolesc
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, disse esta terça-feira que teve uma "conversa produtiva" com o presidente norte-americano, Donald Trump, com a guerra na Ucrânia como tema principal da conversa.
A companhia aérea russa Aeroflot confirmou que foram registadas falhas graves no seu sistema de informação esta segunda-feira, provocando o cancelamento de dezenas de voos de e para Moscovo.
O presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, anunciou esta segunda-feira que as próximas conversações de paz entre Rússia e Ucrânia foram agendadas para quarta-feira.
Uma pessoa morreu no porto ucraniano de Odessa num novo ataque noturno de ‘drones’ russos que também feriu 27 pessoas na cidade de Kharkiv, no nordeste da Ucrânia, informaram as autoridades ucranianas.
A Rússia anunciou neste domingo que assumiu o controlo de duas novas localidades no leste e nordeste da Ucrânia, em mais um passo do seu avanço diante de tropas ucranianas superadas em armamento e número de soldados.
O ministro da Energia ucraniano, Germán Galushchenko, avançou hoje que um ataque russo afetou as linhas de energia que ligam a central nuclear de Zaporijia, localizada em território ocupado no sul da Ucrânia, à rede elétrica.
O ministro alemão das Relações Exteriores pediu hoje ao seu homólogo chinês, Wang Yi, e ao governo de Pequim para que usem a sua influência para convencer a Rússia a regressar às negociações e declarar um cessar-fogo na Ucrânia.
O presidente do Conselho Europeu defende que o bloco comunitário deve continuar a pressionar o Kremlin com mais sanções pois “não há no horizonte” disponibilidade da Rússia para negociar um cessar-fogo com vista à paz na Ucrânia.
Os Estados Unidos suspenderam alguns envios de armas à Ucrânia para a luta contra a invasão russa, incluídos mísseis de defesa aérea, informou o governo do presidente Donald Trump.