A Ucrânia lançou ataques a duas refinarias de petróleo russas durante a noite, anunciou esta quinta-feira o Estado-Maior das Forças Armadas ucranianas.
Um ataque russo com mísseis e drones contra Kiev, durante a última noite, provocou pelo menos 14 mortos, incluindo duas crianças, e mais de 38 feridos, segundo autoridades ucranianas.
O Governo ucraniano deu permissão aos cidadãos, entre os 18 e 22 anos, para viajar para o estrangeiro, numa medida de flexibilização da lei marcial em vigor desde o início da invasão russa.
O ministro dos Negócios Estrangeiros da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou esta manhã que os países ocidentais estão a tentar impedir as negociações de paz com a Ucrânia.
O presidente russo Vladimir Putin está a exigir que a Ucrânia entregue todo o território do Donbass, abandone as suas ambições de aderir à NATO, mantenha neutralidade e impeça a presença de tropas ocidentais no país, disseram três fontes próximas do Kremlin à Reuters.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, confirmou hoje o não envio de tropas para a Ucrânia, para fazer cumprir um possível acordo de paz.
A reunião entre Donald Trump, Zelensky e os líderes europeus, está a acontecer, sendo que numa das intervenções, o Presidente da Finlândia, Alexander Stubb, afirmou que “nas últimas duas semanas houve mais progressos do que nos últimos três anos e meio”.
Donald Trump afirmou, numa reunião com o presidente ucraniano Volodymyr Zelensky, que os Estados Unidos podem tentar negociar o fim da guerra na Ucrânia sem a necessidade de um cessar-fogo imediato.
O presidente dos EUA, Donald Trump, recebeu o presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, na Casa Branca e aproveitou para dizer jornalistas que ama os ucranianos. A reunião é vista como uma das mais complexas e importantes para Zelensky desde o início da guerra na Ucrânia.
O presidente ucraniano leva consigo uma comitiva de peso, que poderá dar mais força à posição negocial do país junto de Donald Trump, que tem sido intermediário no processo de paz entre a Ucrânia e a Rússia de Vladimir Putin.
Os líderes europeus, em encontro moderado por Friedrich Merz, Emmanuel Macron e Keir Starmer, reuniram hoje e defenderam sanções mais severas à Rússia, se Putin não aceitar cessar-fogo no Alasca, onde se vai reunir com Donald Trump. Europa diz querer ter "papel ativo" na resolução do conflito.
O Presidente do Conselho Europeu António Costa disse hoje que os líderes europeus tiveram com Trump e Zelensky “conversas muito úteis sobre a Ucrânia”.
Volodymyr Zelensky fez uma intervenção em Berlim em que agradeceu ao chanceler alemão por o receber na a reunião de hoje, e pela contribuição mais ampla da Alemanha para a segurança ucraniana.
Os incêndios na Europa, em particular na Península Ibérica, têm concentrado todas as atenções nos últimos dias. Em Espanha, as mortes aumentos, e em Portugal há cada vez menos recursos - para os fogos, como para a saúde. O resto do mundo também está em chamas, com a guerra da Ucrânia a voltar à orde
A Ucrânia admitiu ceder territórios à Rússia como parte de um plano de paz que contasse com o apoio dos países europeus, segundo o jornal britânico The Telegraph, que avança que Zelensky já terá transmitido essa posição aos líderes europeus.
A marcação para o Alasca da cimeira sobre o futuro da Ucrânia tem uma mensagem implícita: a soberania dos territórios negoceia-se, o território pode passar de um país para outro.
Aliados europeus reafirmaram o apoio a Ucrânia, insistindo que qualquer negociação de paz com a Rússia deve incluir Kiev. A declaração conjunta foi feita pelos líderes do Reino Unido, França, Itália, Alemanha, Polónia, Finlândia e pela Comissão Europeia, antes da reunião prevista entre o presidente