Donald Trump despertou no sábado ainda mais enfurecido com os juízes do Supremo Tribunal que na véspera lhe tinham retirado o uso da arma de pressão internacional que tem escolhido como favorita: as tarifas alfandegárias.
“Sob destruição”. Este título para o relatório com 120 páginas que enquadra a Conferência de Segurança de Munique (MSC) espelha o estado em que neste último ano passaram a estar as relações político-diplomáticas entre os Estados Unidos da América e a União Europeia. O documento constata que a visão
Quantas pessoas perderam a vida nos protestos populares deste último mês no Irão? Dez mil? Vinte mil? Trinta mil? Na falta de investigação independente, é difícil estabelecer um número preciso.
Será que os líderes europeus estão finalmente dispostos a sair da postura tíbia de apaziguamento para assumirem firmeza no relacionamento com os EUA de Trump?
Sopram fortes ventos de ameaça de guerra no Pacífico, em volta de Taiwan, a ilha que se declara independente, com regime democrático plural desde 1949, mas que Pequim considera como uma das suas províncias, sobre a qual pretende retomar rapidamente a soberania.
Jimmy Lai, o magnata dos media e figura de destaque do movimento pró-democracia em Hong Kong, detido há já cinco anos para julgamento, foi agora declarado culpado de “conluio com forças estrangeiras” e de “sedição” e enfrenta a perspetiva de passar o resto da vida atrás das grades.
Há na Europa algo que deixa Trump satisfeito: é a “influência crescente de partidos europeus patrióticos”, entenda-se a intenção: voltaremos a ser amigos quando a Europa for toda de extrema-direita. Pretende na Europa governos com uma mentalidade "MAGA".
Em três anos e meio de guerra de agressão russa à Ucrânia, esta história do “estamos à beira do cessar-fogo” já a ouvimos e lemos tantas vezes, as bastantes para aprendermos que em caso algum podemos fiar-nos em Putin.
Netanyahu, apesar de sempre muito agressivo na atitude e manipulador na argumentação, deve estar receoso quando nesta segunda-feira chegar à Casa Branca para o terceiro encontro deste ano com Donald Trump. O chefe do governo de Israel sabe que quem tem sido o mais vital apoio dele, o presidente dos
É a cimeira anti-Ocidente. Contra os EUA, contra a NATO e muito contra a Europa (União Europeia + Reino Unido), acusada de ser a fomentadora da guerra na Ucrânia. A Ásia Central junta-se no show organizado pelo líder chinês Xi Jinping, com o russo Putin e o indiano Modi como atores principais. Todos
Numa operação política kamikaze, o primeiro-ministro francês, François Bayrou, vai ao parlamento pedir um voto de confiança no governo já a 8 de setembro. Salvo milagre de última hora, espera-o a desconfiança que implica imediata demissão. As oposições à esquerda e à direita são maioritárias, querem
Não é possível verificar a dimensão rigorosa da adesão ao protesto, até por ter estado espalhado por dezenas de lugares em Israel, mas ficou evidente a participação intensa.
É sabido que em Israel todo o país quer a derrota total do Hamas. Mas há cada vez mais gente a reconhecer que Israel está a massacrar não o Hamas, mas o povo palestiniano. E que o povo que sofreu o Holocausto tem o dever de evitar o sofrimento cruel de pessoas inocentes.
A marcação para o Alasca da cimeira sobre o futuro da Ucrânia tem uma mensagem implícita: a soberania dos territórios negoceia-se, o território pode passar de um país para outro.
Este agosto de férias está a ser para os políticos espanhóis uma pausa para acumularem energia para o combate entre governo e oposições que em setembro vai recomeçar ainda mais feroz. É altamente improvável que Pedro Sánchez, chefe do único governo todo à esquerda em toda a União Europeia, consiga a
A proposta franco-saudita esta semana em discussão, na sede das Nações Unidas, em Nova Iorque, na Conferência Internacional de Alto Nível para a Solução Pacífica da Questão da Palestina e a Implementação da Solução dos Dois Estados, tem trunfos fortes.
A guerra está a impor-se, no cenário global de derrube acelerado da ordem internacional post-1945, como meio de afirmação de poder. É assim que Putin despreza a negociação oferecida por Trump, o presidente dos EUA que, ainda não tinha regressado à Casa Branca e já restaurava o crédito do chefe do Kr
Está em curso a batalha final pelo assalto ao poder político em Espanha. O resultado é incerto, mas as direitas nunca nos últimos sete anos sentiram o regresso ao governo tão ao alcance da mão.