As autoridades de Ceuta começaram esta quinta-feira a retirar os migrantes que permaneciam acampados na praia do Trampolim, onde tinham sido montadas tendas improvisadas com panos, plásticos e folhas secas de palmeira. Os migrantes estão a ser transferidos para dois espaços preparados pelo Governo e
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália assegurou, esta segunda-feira, que Roma avalia "com grande atenção" a reabertura do espaço Schengen com Espanha e que a decisão dependerá de como evoluir a "muito preocupante" crise migratória em Ceuta.
Centenas de migrantes tentaram, hoje, entrar na cidade espanhola de Ceuta. A tentativa de entrada irregular foi impedida pelas forças de segurança marroquinas.
De repente, sem razão aparente, 70 mil pessoas atravessaram a nado de Marrocos para Espanha. As explicações variam e mostram a política desconexa da UE em relação às migrações.
O presidente do Governo Regional de Ceuta, Juan Vivas, estima que entre 8.000 e 11.000 pessoas permaneçam atualmente na cidade, oito dias depois da entrada em massa de pessoas provenientes de Marrocos, a 30 de julho.
O governo espanhol decidiu restabelecer, a partir das 00:00 horas deste sábado e, em princípio, até 7 de setembro, os controlos fronteiriços com a Itália.
O ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, defendeu esta quarta-feira que as "portas escancaradas" à migração "não deram bom resultado", mas alerta que Portugal está recetivo a acolher todos os imigrantes que tenham condições para trabalhar.
Milhares de jovens marroquinos estão a discutir, sobretudo no Facebook e no WhatsApp, a possibilidade de uma nova tentativa de entrada em massa em Ceuta a 15 de agosto.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, defendeu esta terça-feira que a União Europeia deve responder "com unidade, firmeza e responsabilidade" à crise migratória em Ceuta, considerando que a situação representa uma rutura na tendência recente de redução das entradas irregulares na Europa.
O ministro da Administração Interna espanhol garantiu que a maioria dos migrantes que entrou em Ceuta já regressou a Marrocos e afirmou que não existiam informações que antecipassem uma crise desta dimensão.
A Autoridade Marítima Nacional (AMN) garante que não existem indícios de que Portugal faça parte de uma rota de migração irregular por via marítima. Ainda assim, a Polícia Marítima reforçou o patrulhamento da costa algarvia devido à evolução da crise migratória em Ceuta.
O ministro da Administração Interna espanhol, Fernando Grande-Marlaska, disse este sábado que a situação em Ceuta foi revertida "em 24 horas", após a entrada irregular de mais de 50 mil pessoas provenientes de Marrocos, a nado.
A Polícia Marítima e a Marinha estão a reforçar o controlo da fronteira marítima, através de patrulhas diárias, por mar e terra, ao longo da orla costeira do Algarve, após a entrada de migrantes, vindos de Marrocos, em Ceuta.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, afirmou que a crise migratória que atinge a cidade autónoma espanhola de Ceuta é "grave", mas que está a ser "resolvida com prontidão".
As autoridades espanholas contabilizam dezenas de mortos após uma tentativa de entrada irregular no enclave espanhol, enquanto o governo de Pedro Sánchez anunciou novas medidas de controlo na fronteira e negociações com Marrocos para o regresso de migrantes.
Cerca de 49 mil pessoas terão atravessado para Ceuta nas últimas 24 horas, numa vaga migratória que levou o Governo espanhol a reforçar a presença policial e militar no território. Pelo menos 18 pessoas morreram durante a tentativa de passagem da fronteira.
Milhares de pessoas atravessaram a fronteira marítima entre Marrocos e o enclave espanhol esta quinta-feira. Autoridades admitem uma crise humanitária e pedem intervenção do Governo central.
Um estudo do Observatório das Migrações alerta para desigualdades na proteção social dos trabalhadores estrangeiros em Portugal. Comunidades oriundas de países sem acordos bilaterais com a Segurança Social portuguesa podem não conseguir assegurar os direitos contributivos acumulados no país.
A tripulação da Lancha de Patrulhamento Costeiro Bojador, da Unidade de Controlo Costeiro e de Fronteiras da GNR, resgatou, no dia 8 de julho, 13 migrantes no mar Mediterrâneo, no âmbito da Operação Conjunta "Spain Indalo 2026", coordenada pela FRONTEX.
O Papa Leão XIV homenageou este sábado os migrantes que morreram na rota do Mediterrâneo Central durante a visita à ilha italiana de Lampedusa, onde evocou também o legado do seu antecessor, Francisco, na resposta à crise humanitária.
Vários países da União Europeia estão a considerar enviar requerentes de asilo rejeitados para centros de repatriamento localizados no Ruanda e no Uzbequistão. A iniciativa surge após a aprovação de uma nova legislação europeia que permite a criação destas estruturas fora do território da UE.
Os principais órgãos da União Europeia chegaram a acordo sobre uma nova legislação destinada a reforçar e acelerar a deportação de migrantes em situação irregular, no âmbito da reforma do sistema europeu de asilo e migração.