A ministra da Justiça, Rita Alarcão Júdice, garantiu esta quarta-feira no parlamento que “não houve qualquer mentira” na informação transmitida sobre os 144 mil euros pedidos pela Polícia Judiciária (PJ) para a destruição de químicos apreendidos na Operação Pacoba. A governante diz ter pedido esclar
A moção de censura foi hoje chumbada, com os votos a favor do Chega, votos contra do PSD, CDS, IL, Livre e PAN e as abstenções do PS, PCP, Bloco de Esquerda e JPP.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, garantiu que tem condições para continuar no cargo e que mantém a confiança do primeiro-ministro, Luís Montenegro. Durante a intervenção inicial da audição regimental, o governante fez um resumo do trabalho que realizou nos últimos meses e mostrou-se
O parlamento debate hoje, às 15h00, a moção de censura que foi apresentada na semana passada pelo líder do Chega, André Ventura. Em causa está a continuidade do Governo devido à situação do ministro da Administração Interna, Luís Neves. Ainda durante a manhã o ministro vai ser ouvido, às 10h00, numa
Estão todos a reproduzir nas escolhas que fazem as suas próprias limitações. E isso, para mim, é o mais perigoso de tudo. Não exactamente por causa do caso Luís Neves em particular, mas sobretudo por tudo aquilo que ignoramos: todas as decisões estúpidas que um governo pode tomar por não ter alguém,
André Ventura afirmou que a situação de Luís Neves pode tornar-se "insustentável" e que já entregou no Parlamento uma moção de censura ao Governo. Em conferência de imprensa, acrescentou que se a moção for chumbada, avança para uma Comissão de Inquérito ao ministro da Administração Interna.
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, alertou hoje para o caso em torno do ministro da Administração Interna (MAI), Luís Neves, que está a “degradar a autoridade política” do Estado e que o primeiro-ministro, Luís Montenegro, não deve dar “razões” para permitir os “efeitos pirotécnicos” do C
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, acusou o Chega de ter uma "agenda de caos" e garantiu que nada o afastará do cargo. Numa cerimónia na Madeira, o governante afirmou que está a ser vítima de acusações baseadas em "inveja e falsidade".
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, diz estar “tranquilo” perante a ameaça de censura do Chega e garantiu que vai prestar todos os esclarecimentos na terça-feira.
O Ministério da Administração Interna (MAI) condenou o ataque contra agentes da PSP ocorrido em Rabo de Peixe, na ilha de São Miguel, no final de uma operação de combate ao tráfico de estupefacientes.
Uma pessoa morreu na sequência de um acidente ocorrido em Amarante, envolvendo uma viatura dos Bombeiros de Amarante integrada no dispositivo de combate ao incêndio que atinge o concelho de Celorico de Basto.
Polícia Judiciária está a analisar alegados trabalhos realizados pela empresa de João Carvalho na habitação de Álvaro Pires. Foram também abertos dois processos disciplinares internos.
A esposa, o filho e um representante de Luís Neves, ministro da Administração Interna, reuniram-se a 4 de agosto com representantes da Câmara Municipal de Odemira para discutir as obras realizadas no monte da família, em São Teotónio.
O diretor financeiro da Polícia Judiciária (PJ), Álvaro Pires, negou a realização de obras na sua casa pela Construbarcelos, depois de confrontado internamente pela direção nacional desta polícia, que, perante o desmentido, não ordenou qualquer processo disciplinar.
Empresa Construbarcelos terá realizado intervenções na residência de Álvaro Pires, alto dirigente da Polícia Judiciária. Ministério da Justiça já ordenou auditoria à instituição.
O atual ministro da Administração Interna, Luís Neves, será julgado por alegadas infrações financeiras relacionadas com o período em que liderou a Polícia Judiciária. O processo abrange também a antiga diretora nacional adjunta da PJ, Luísa Proença.