A despesa do Serviço Nacional de Saúde (SNS) com cirurgias realizadas fora do horário normal de trabalho aumentou 212 milhões de euros entre 2022 e 2024, atingindo mais de 627 milhões de euros.
Um estudo recente revela que metade dos portugueses já recorreu a medicamentos por conta própria, sobretudo em casos de doenças crónicas ou quando não têm médico de família disponível.
Quatro serviços de urgência de obstetrícia e ginecologia vão estar encerrados no sábado e três no domingo, de acordo com a informação divulgada pelo portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O site do SNS indicava, pelas 18h30 desta terça-feira, que o tempo de espera no Hospital Amadora-Sintra era superior a um dia e duas horas para os doentes com pulseira amarela.
Os doentes classificados como urgentes no Hospital Prof. Doutor Fernando da Fonseca, em Amadora-Sintra, enfrentaram neste sábado tempos de espera de quase 12 horas para a primeira observação nas urgências gerais, segundo dados do portal do Serviço Nacional de Saúde (SNS).
O SNS garante mais atividade do que o habitual nos fins de semana durante as tolerâncias de ponto de Natal e Ano Novo, com consultas, cirurgias prioritárias e internamentos urgentes assegurados, segundo o diretor-executivo Álvaro Almeida.
A Função Pública está esta sexta-feira em greve nacional convocada pela FESINAP, prevendo-se fortes perturbações em setores essenciais como o da saúde, educação, justiça e serviços municipais.
O Serviço Nacional de Saúde gastou mais de 174 milhões de euros com médicos contratados à tarefa nos primeiros oito meses de 2025, segundo dados da Administração Central do Sistema de Saúde
Investigação da Egas Moniz School of Health & Science revela aumento da colonização por Candida em doentes internados e destaca risco acrescido de infeções graves.
Hospital de Portimão, Hospital Nossa Senhora do Rosário (Barreiro), Hospital São Bernardo (Setúbal), Hospital Infante Dom Pedro (Aveiro) e Hospital de Abrantes afetados por falta de profissionais.
Apesar de as reservas de sangue em Lisboa se encontrarem reforçadas após o acidente do Elevador da Glória, a Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue apela à população saudável que continue a dar sangue.
Entre São José e Santa Maria deram entrada 17 feridos do acidente no Elevador da Glória. Os hospitais garantem que, ao contrário de notícias avançadas na altura, as equipas estavam prontas e não faltaram nem ortopedistas, nem outros médicos.
A partir de 15 de setembro, os utentes do SNS que aguardem cirurgia sem receber resposta dentro do prazo receberão um SMS que lhes permitirá escolher se querem ser operados em unidades privadas. A medida faz parte do novo Sistema Nacional de Acesso a Consultas e Cirurgia, que visa reduzir os tempos
Cinco urgências estão encerradas, este domingo, em diferentes hospitais do país, afetando os serviços de Obstetrícia, Ginecologia e Pediatria, enquanto outras funcionam apenas por referência do INEM ou da linha SNS24.
No Hospital de Santa Maria a situação já é difícil e leva ao adiamento de algumas cirurgias, mas a situação alastra-se a todos os hospitais portugueses. Os hospitais apelam à dádiva de sangue antes do período de férias.
Sete serviços de urgência, na sua maioria nas especialidades de ginecologia e obstetrícia, estão encerrados este domingo em unidades hospitalares do centro e norte do país, com a região da Grande Lisboa a ser particularmente penalizada.
O corte generalizado de energia de segunda-feira obrigou a adiar milhares de consultas, cirurgias e tratamentos que terão de ser reprogramados em vários hospitais, mas hoje a atividade já regressou ao normal, segundo os administradores hospitalares.
Utentes têm-se queixado do tempo de espera no atendimento do SNS24 e muitos deles acabam por ir parar aos hospitais sem a pré-triagem obrigatória. Ao SAPO24 o serviço confirma que a duração da maioria das chamadas foi longa.
Os hospitais de Lisboa tiveram de acionar os planos de contingência, reforçar a capacidade de internamento e a ULS São José teve de adiar atividade programada para responder ao aumento da procura das urgências por doentes mais complexos.
Os hospitais que recebem utentes transferidos de outras unidades para cirurgias não oncológicas devem realizá-las num prazo de 45 dias a partir da data em que o doente aceita a transferência, estipula uma portaria hoje publicada.
Ana Paula Martins, ministra da Saúde, negou hoje que o plano de inverno esteja a falhar no SNS, sublinhando que os seus níveis de contingência são muito claros e têm sido respeitados, além das medidas que estão a ser tomadas.
O presidente do Conselho de Administração do Hospital Santa Maria, em Lisboa, justificou hoje o elevado tempo de espera para doentes urgentes com o aparecimento de "doentes mais complexos", mas garantiu que a unidade hospitalar tem capacidade instalada.