O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, afirmou, esta quinta-feira, que a queda do regime iraniano está "ao alcance" de Israel, num vídeo divulgado pelo seu gabinete, após uma cerimónia com responsáveis da área de segurança.
Benjamin Netanyahu felicitou as forças israelitas após estas terem detido o chefe de segurança interna do Hamas. Para o primeiro-ministro israelita, o detido era "responsável por ocultar e transportar os nossos reféns, esconder altos funcionários do Hamas, bem como fortalecer as capacidades da organ
O Hamas pediu este domingo aos Estados Unidos que pressionem o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, a rever a rejeição da mais recente proposta norte-americana para Gaza, destinada a avançar para a segunda fase do plano de paz.
O Conselho da Paz, encarregado de implementar a segunda fase do plano de paz em Gaza, garantiu esta segunda-feira ao primeiro-ministro de Israel que este país deve retirar do território palestiniano apenas depois do desarmamento "completo" do movimento islamita Hamas.
Documento de quatro páginas estabelece um calendário para eliminar o arsenal do Hamas, destruir túneis e transferir o controlo das armas para uma nova administração palestiniana.
O presidente norte-americano afirmou que foi alcançado um entendimento para o desarmamento do Hamas e a retirada das forças israelitas de Gaza. No entanto, declarações de responsáveis israelitas e do movimento palestiniano indicam que continuam em aberto questões centrais sobre a aplicação do acordo
Soldados israelitas destacados na Faixa de Gaza descreveram à Associated Press um cenário de elevada violência, confusão operacional e regras de engajamento pouco claras, afirmando que a situação no terreno se tornou “uma selva” após a entrada em vigor do cessar-fogo.
Durante uma entrevista, na Cisjordânia, o primeiro-ministro israelita afirmou querer começar por 70% de Gaza perante uma plateia que pedia todo o território.
Pelo menos sete pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas num ataque executado hoje pelo Exército israelita contra a cidade de Gaza, que segundo fontes israelitas teve como alvo o líder do movimento islamita palestiniano Hamas.
Um novo relatório independente conclui que terão ocorrido episódios de violência sexual e de género durante o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 no sul de Israel, descrevendo práticas que, segundo os autores, terão sido “sistemáticas, repetidas e integradas” na operação.
O parlamento israelita aprovou uma nova lei que prevê a pena de morte e julgamentos públicos para suspeitos de participação nos ataques liderados pelo Hamas em outubro de 2023. A medida foi aprovada por unanimidade e está a gerar críticas por parte das organizações de direitos humanos.
O Hamas apelou, esta terça-feira, ao Hezbollah para que intensifique "os seus esforços para capturar soldados" israelitas, para que possam ser trocados por prisioneiros, na sequência da aprovação da lei da pena de morte dirigida a palestinianos.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islamista Hamas, denunciou este domingo que os ataques israelitas mataram mais de 700 pessoas desde a declaração, em outubro de 2025, de um cessar-fogo virtualmente inexistente.
Israel manifestou objeções à lista de líderes internacionais escolhidos pela Casa Branca para integrar o chamado Conselho da Paz para Gaza, criado pela administração de Donald Trump com o objetivo de supervisionar temporariamente a governação e a reconstrução do enclave palestiniano após a guerra.
Um ataque aéreo israelita na Faixa de Gaza matou um comandante do braço armado do Hamas, bem como outras pessoas, segundo confirmaram fontes locais de saúde e o próprio movimento islamista. O Hamas classificou a ação como um assassínio direcionado, enquanto Israel afirmou ter atingido um alvo milita
A Casa Branca divulgou os nomes dos membros que irão integrar o novo "Conselho da Paz" para Gaza, criado pela administração de Donald Trump para supervisionar a próxima fase de governação transitória e reconstrução do território palestiniano após a guerra.
Durante uma reunião em Mar-a-Lago, Donald Trump advertiu que o grupo Hamas terá “inferno a pagar” caso não proceda ao desarmamento, reiterando o apoio total ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
Mohammad Hannoun, presidente da Associação de palestinianos na Itália, esteve entre os principais apoiantes da flotilha e enfrenta agora acusações de financiamento do Hamas. A operação coordenada pelas unidades anti-máfia e anti-terrorismo resultou na detenção de nove pessoas.
As autoridades italianas anunciaram no sábado a detenção de nove pessoas suspeitas de financiarem o grupo Hamas através de organizações de caridade com sede em Itália, numa operação coordenada pelas unidades anti-máfia e antiterrorismo.
Um oficial do aparelho de segurança interna do Hamas, Ahmad Zamzam, foi morto a tiro, este domingo, no campo de Al Maghazi, na zona central da Faixa de Gaza, segundo informou o Ministério do Interior.
Gideon Saar, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirma que o chefe militar do grupo xiita libanês Hezbollah, Ali Tabatabai, abatido domingo pelo exército israelita, era um "assassino em massa" e que a operação não viola o direito internacional pois "não constituem uma violação da soberani
A Justiça turca emitiu esta sexta-feira mandados de captura por genocídio para o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e vários responsáveis israelitas, incluindo os ministros da Defesa, Israel Katz, e da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir.