Soldados israelitas destacados na Faixa de Gaza descreveram à Associated Press um cenário de elevada violência, confusão operacional e regras de engajamento pouco claras, afirmando que a situação no terreno se tornou “uma selva” após a entrada em vigor do cessar-fogo.
Durante uma entrevista, na Cisjordânia, o primeiro-ministro israelita afirmou querer começar por 70% de Gaza perante uma plateia que pedia todo o território.
Pelo menos sete pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas num ataque executado hoje pelo Exército israelita contra a cidade de Gaza, que segundo fontes israelitas teve como alvo o líder do movimento islamita palestiniano Hamas.
Um novo relatório independente conclui que terão ocorrido episódios de violência sexual e de género durante o ataque liderado pelo Hamas em 7 de outubro de 2023 no sul de Israel, descrevendo práticas que, segundo os autores, terão sido “sistemáticas, repetidas e integradas” na operação.
O parlamento israelita aprovou uma nova lei que prevê a pena de morte e julgamentos públicos para suspeitos de participação nos ataques liderados pelo Hamas em outubro de 2023. A medida foi aprovada por unanimidade e está a gerar críticas por parte das organizações de direitos humanos.
O Hamas apelou, esta terça-feira, ao Hezbollah para que intensifique "os seus esforços para capturar soldados" israelitas, para que possam ser trocados por prisioneiros, na sequência da aprovação da lei da pena de morte dirigida a palestinianos.
O Ministério da Saúde da Faixa de Gaza, sob a autoridade do movimento islamista Hamas, denunciou este domingo que os ataques israelitas mataram mais de 700 pessoas desde a declaração, em outubro de 2025, de um cessar-fogo virtualmente inexistente.
Israel manifestou objeções à lista de líderes internacionais escolhidos pela Casa Branca para integrar o chamado Conselho da Paz para Gaza, criado pela administração de Donald Trump com o objetivo de supervisionar temporariamente a governação e a reconstrução do enclave palestiniano após a guerra.
Um ataque aéreo israelita na Faixa de Gaza matou um comandante do braço armado do Hamas, bem como outras pessoas, segundo confirmaram fontes locais de saúde e o próprio movimento islamista. O Hamas classificou a ação como um assassínio direcionado, enquanto Israel afirmou ter atingido um alvo milita
A Casa Branca divulgou os nomes dos membros que irão integrar o novo "Conselho da Paz" para Gaza, criado pela administração de Donald Trump para supervisionar a próxima fase de governação transitória e reconstrução do território palestiniano após a guerra.
Durante uma reunião em Mar-a-Lago, Donald Trump advertiu que o grupo Hamas terá “inferno a pagar” caso não proceda ao desarmamento, reiterando o apoio total ao primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu.
Mohammad Hannoun, presidente da Associação de palestinianos na Itália, esteve entre os principais apoiantes da flotilha e enfrenta agora acusações de financiamento do Hamas. A operação coordenada pelas unidades anti-máfia e anti-terrorismo resultou na detenção de nove pessoas.
As autoridades italianas anunciaram no sábado a detenção de nove pessoas suspeitas de financiarem o grupo Hamas através de organizações de caridade com sede em Itália, numa operação coordenada pelas unidades anti-máfia e antiterrorismo.
Um oficial do aparelho de segurança interna do Hamas, Ahmad Zamzam, foi morto a tiro, este domingo, no campo de Al Maghazi, na zona central da Faixa de Gaza, segundo informou o Ministério do Interior.
Gideon Saar, ministro dos Negócios Estrangeiros de Israel, afirma que o chefe militar do grupo xiita libanês Hezbollah, Ali Tabatabai, abatido domingo pelo exército israelita, era um "assassino em massa" e que a operação não viola o direito internacional pois "não constituem uma violação da soberani
A Justiça turca emitiu esta sexta-feira mandados de captura por genocídio para o primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, e vários responsáveis israelitas, incluindo os ministros da Defesa, Israel Katz, e da Segurança Nacional, Itamar Ben-Gvir.
O braço militar do Hamas anunciou este domingo que irá entregar a Israel os corpos de três soldados israelitas, encontrados durante operações no sul da Faixa de Gaza, como parte do acordo de cessar-fogo em vigor desde 10 de outubro.
Os restos mortais de três pessoas entregues durante a noite a Israel pelo Hamas não pertencem a nenhum dos reféns, concluiu a análise forense israelita.
Os ataques aéreos israelitas em Gaza durante a noite provocaram a morte de pelo menos 60 palestinianos, incluindo 22 crianças, num dos dias mais mortíferos desde o início do cessar-fogo mediado pelos EUA.
O chefe da equipa negocial do Hamas, Khalil al-Hayya, disse este domingo que elementos do grupo vão entrar em novas zonas de Gaza para procurar corpos de reféns que ainda não foram encontrados.
O embaixador dos Estados Unidos da América (EUA), Mike Waltz, explicou em debate do Conselho de Segurança da ONU que se o Hamas não avançar com o desarmamento, Donald Trump "não está a brincar" e se enfrentarão "consequências severas".
A BBC cometeu uma “violação grave” das regras de radiodifusão ao não revelar que o narrador de um documentário sobre Gaza era filho de um responsável do Hamas, concluiu o regulador britânico Ofcom. A emissora terá de emitir uma declaração pública a anunciar as conclusões da investigação.