A oposição diz que há "risco para a saúde pública" e quer decretar confinamento obrigatório em Ceuta. O Ministério da Saúde espanhol responde que "o mais urgente é alojar as pessoas em condições de higiene".
Depois dos trabalhos de limpeza na praia em Ceuta, os migrantes voltaram a ocupá-la. De recordar que a operação de limpeza chegou a ser suspensa por falta de segurança para os trabalhadores.
As autoridades de Ceuta começaram esta quinta-feira a retirar os migrantes que permaneciam acampados na praia do Trampolim, onde tinham sido montadas tendas improvisadas com panos, plásticos e folhas secas de palmeira. Os migrantes estão a ser transferidos para dois espaços preparados pelo Governo e
Há dados que fazem pensar. Nos primeiros quinze dias de Julho, 244 migrantes entraram em Ceuta pelo mar. A 28 de julho (dados oficiais espanhóis), esse número tinha subido para 1.009, cerca de metade pessoas menores de idade. A 29 de julho, a orla de Frideq/Castillejos, a cidade marroquina mais próx
O ministro dos Negócios Estrangeiros de Itália assegurou, esta segunda-feira, que Roma avalia "com grande atenção" a reabertura do espaço Schengen com Espanha e que a decisão dependerá de como evoluir a "muito preocupante" crise migratória em Ceuta.
Centenas de migrantes tentaram, hoje, entrar na cidade espanhola de Ceuta. A tentativa de entrada irregular foi impedida pelas forças de segurança marroquinas.
O ministro do Interior espanhol, Fernando Grande-Marlaska, estima que estejam em Ceuta cerca de 5.000 pessoas das mais de 70.000 que entraram irregularmente na cidade no final de julho.
A Comissão Europeia enviou esta quarta-feira, 12 de agosto, uma equipa a Ceuta para avaliar a situação após cerca de 72.000 mil pessoas terem entrado irregularmente na cidade.
O governo espanhol garantiu que todas as pessoas que entraram irregularmente em Ceuta, incluindo os menores desacompanhados, vão ser repatriadas. O ministro dos Negócios Estrangeiros apelou aos imigrantes para não arriscarem a própria vida.
De repente, sem razão aparente, 70 mil pessoas atravessaram a nado de Marrocos para Espanha. As explicações variam e mostram a política desconexa da UE em relação às migrações.
O presidente do Governo Regional de Ceuta, Juan Vivas, estima que entre 8.000 e 11.000 pessoas permaneçam atualmente na cidade, oito dias depois da entrada em massa de pessoas provenientes de Marrocos, a 30 de julho.
O governo espanhol decidiu restabelecer, a partir das 00:00 horas deste sábado e, em princípio, até 7 de setembro, os controlos fronteiriços com a Itália.
Jornal espanhol noticia que polícia, Guarda Civil e militares foram instruídos a não recorrer à força e a limitar-se a indicar o caminho para a fronteira.
O presidente de Ceuta, Juan Jesús Vivas, fez um retrato da cidade desde os recentes acontecimentos, numa conversa com eurodeputados na Comissão das Liberdades Cívicas, da Justiça e dos Assuntos Internos.
O ministro da Economia e Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, defendeu esta quarta-feira que as "portas escancaradas" à migração "não deram bom resultado", mas alerta que Portugal está recetivo a acolher todos os imigrantes que tenham condições para trabalhar.
Autoridades de Ceuta dizem que os centros de acolhimento estão muito acima da capacidade. Em Portugal, o Livre pede ao Governo que reavalie a coorganização do Mundial com Marrocos.
Milhares de jovens marroquinos estão a discutir, sobretudo no Facebook e no WhatsApp, a possibilidade de uma nova tentativa de entrada em massa em Ceuta a 15 de agosto.
O ministro da Administração Interna, Luís Neves, defendeu esta terça-feira que a União Europeia deve responder "com unidade, firmeza e responsabilidade" à crise migratória em Ceuta, considerando que a situação representa uma rutura na tendência recente de redução das entradas irregulares na Europa.
O ministro da Administração Interna espanhol garantiu que a maioria dos migrantes que entrou em Ceuta já regressou a Marrocos e afirmou que não existiam informações que antecipassem uma crise desta dimensão.