A CGTP criticou esta quinta-feira o Governo por ter aprovado o pacote laboral, considerando que se trata de “um retrocesso” e que foi “rejeitado por quem trabalha”.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, e o presidente do Chega, André Ventura, reúnem-se esta quarta-feira à tarde na residência oficial do chefe do Governo, em São Bento, para um encontro centrado na reforma laboral e na lei da nacionalidade.
A CGTP voltou esta segunda-feira a apelar à participação dos trabalhadores na greve geral marcada para 3 de junho, numa ação de protesto contra o pacote laboral apresentado pelo Governo. A central sindical defende uma “luta em convergência” e considera que a proposta legislativa deve ser retirada.
Uma delegação da Comissão Executiva da CGTP desloca-se esta segunda-feira ao Ministério do Trabalho, em Lisboa, para entregar o pré-aviso da greve geral marcada para 3 de junho. A paralisação surge em protesto contra o pacote de alterações à legislação laboral, conhecido como “Trabalho XXI”, após o
O Presidente da República, António José Seguro, vai receber os parceiros sociais em audiências individuais na próxima quarta-feira, 22 de abril, no Palácio de Belém.
A CGTP saiu esta sexta-feira à rua, em Lisboa, para contestar o novo pacote laboral do Governo, acusando o executivo de Luís Montenegro de insistir num modelo que agrava a precariedade e ignora as propostas dos trabalhadores.
Mário Mourão saiu antes do fim, dizendo não ter "condições para continuar". Maria do Rosário Palma Ramalho recusa fixar prazo para as negociações sobre a revisão laboral, mas garante que não se vão "eternizar".
Foi agendada uma nova reunião entre o Governo, as associações patronais e a UGT para a próxima segunda-feira, às 15h00, com o objetivo de debater o pacote laboral.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, afirmou esta quarta-feira que apenas através da reforma da legislação laboral Portugal poderá tornar-se uma economia mais competitiva.
Uma delegação da comissão executiva da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP) entregou esta terça-feira, na residência oficial do primeiro-ministro, em São Bento, um abaixo-assinado com mais de 190 mil assinaturas contra o pacote laboral apresentado pelo Governo.
Trabalhadores de todo o país concentram-se esta terça-feira na capital numa manifestação convocada pela CGTP, que culmina com a entrega de um abaixo-assinado contra o anteprojeto de revisão da legislação laboral.
O Governo não está disponível para começar do zero as negociações da legislação laboral, apesar de garantir “toda a abertura” para o diálogo com os parceiros sociais. A posição foi reafirmada pela ministra do Trabalho, Maria do Rosário Palma Ramalho, em vésperas de uma nova reunião com a UGT.
A CIP (Confederação Empresarial de Portugal) garante que as faltas dos trabalhadores "oscilam entre os 2% e os 3%" e que a maior parte das faltas são por "dificuldades com os transportes públicos e encerramento de escolas".
Na saída do Conselho de Ministros realizado, esta quinta-feira, Montenegro afirmou que a parte minoritária do país é que estava a exercer o seu "legítimo direito à greve."
Tiago Oliveira, Secretário-geral da Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses (CGTP), está presente na AutoEuropa, em Palmela, onde afirma que a greve conta com a presença dos trabalhadores que fazem toda a diferença no dia a dia da empresa.