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O deputado defendeu, esta quinta-feira, que “nem o Governo, nem os sindicatos politizados compreenderam o essencial”, argumentando que a contestação “não é sobre eles”, mas sim “sobre o mau estado da economia e as condições em que vivem os trabalhadores”. Ventura considerou que o Executivo “não conseguiu responder ao problema” e acusou partidos “que perderam peso político” de se terem “habituado a manipular e manobrar as instituições a seu belo prazer”.

André Ventura criticou ainda “juventudes partidárias e partidos que até se orgulham de impedir outros trabalhadores de exercer o seu direito à greve”, acusando-os de terem “colocado funcionários ou militantes à frente de transportes públicos e de infraestruturas” para impedirem trabalhadores que decidiram não aderir à greve.

O candidato às presidenciais de 2026 afirmou também que “o Governo devia ter evitado que a situação chegasse a este ponto”, defendendo que o Chega “sempre mostrou abertura para uma discussão sensata e ponderada” sobre os motivos que levaram à greve. Entre os problemas apontados, destacou “os despedimentos” e a necessidade de “garantir que as mães possam ter filhos sem serem prejudicadas no período de amamentação”. Para o líder do Chega, “tudo isto podia ter sido resolvido antes”.

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