O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta sexta-feira que está a ponderar a aplicação de novas tarifas comerciais a países que se oponham à sua intenção de assumir o controlo da Gronelândia, alegando razões de segurança nacional.
O governo da Gronelândia afirmou esta segunda-feira que “não pode, sob nenhuma circunstância, aceitar” a intenção do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de assumir o controlo da ilha, enquanto a NATO estuda formas de reforçar a segurança no Ártico através da Dinamarca.
Seis aliados europeus manifestaram apoio firme à Dinamarca depois de os Estados Unidos terem voltado a insistir que precisam de assumir o controlo da Gronelândia, uma região semiautónoma dinamarquesa.
O Serviço Nacional Voluntário (SNV) militar, ainda não atingiu os objetivos definidos, a transformação proposta por Macron pretende recrutar dois mil a três mil franceses até 2026.
O ministro da Defesa italiano, Guido Crosetto, alertou que a Europa e os países da NATO estão sob ataque de uma guerra híbrida russa, caracterizada pelo uso integrado de ferramentas militares e não militares para desestabilizar estados, corroer a coesão interna e influenciar a vontade política.
O presidente dos Estados Unidos da América, Donald Trump, afirmou recentemente que a Espanha devia ser expulsa da NATO, pois esta "não tem desculpa" para não aumentar a despesa com a Defesa.
A Dinamarca está em alerta máximo depois de drones terem sobrevoado quatro dos seus aeroportos, obrigando ao encerramento temporário do de Aalborg, que é também uma base militar.
Depois de um encontro com António Guterres, Trump também esteve reunido com Volodymyr Zelensky. Na conversa, o líder dos EUA e o homólogo ucraniano abordaram as recentes violações de espaço aéreo da NATO.
Garry Kasparov alertou, em entrevista ao podcast To the Contrary, que o mundo atravessa um momento perigoso e imprevisível, marcado tanto pela agressão externa da Rússia como pela erosão interna da democracia nos Estados Unidos.
A Roménia denunciou as “ações irresponsáveis” da Rússia depois de um drone russo, utilizado em ataques à Ucrânia, ter entrado no espaço aéreo romeno, levando Bucareste a lançar caças F-16 para interceptá-lo. O drone entrou no norte da Dobruja às 18h05 de sábado, circulou durante cerca de 50 minutos
No sábado, a Roménia lançou caças F-16 depois de um drone russo violar o seu espaço aéreo durante um ataque a infraestruturas ucranianas próximas da fronteira, informou o Ministério da Defesa romeno.
A mais recente presença de drones russos no espaço aéreo da Polónia marcou a primeira vez que forças da NATO se envolveram diretamente com a Rússia desde o início da invasão da Ucrânia. Mas o que pretendia Vladimir Putin e como irá a NATO reagir?
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, pediu a ativação do Artigo 4.º NATO, o qual prevê que os Estados membros da NATO devem consultar-se "(...) sempre que, na opinião de qualquer delas, estiver ameaçada a integridade territorial, a independência política ou a segurança de uma das Partes".
O presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, afirmou esta quarta-feira que os membros da União Europeia e da NATO estão solidários, mas não belicistas, a propósito da incursão de drones denunciada pela Polónia.
O primeiro-ministro polaco, Donald Tusk, acionou o Artigo 4.º do Tratado da NATO, na sequência da entrada de 19 drones russos no espaço aéreo da Polónia. A medida permite consultas formais com os aliados sobre a ameaça à segurança nacional, sem implicar obrigatoriamente uma resposta militar.
A Polónia e forças da NATO abateram drones que entraram no espaço aéreo polaco durante um ataque aéreo da Rússia contra a Ucrânia, numa situação inédita no conflito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, quer impor "tarifas severas" à Rússia, caso Vladimir Putin não chegue a um acordo de cessar-fogo com a Ucrânia nos próximos 50 dias.