O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, revelou hoje que o cessar-fogo entre Israel e Líbano foi estendido em três semanas, após reunião na Sala Oval.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu, o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e insistiu para que “todas as partes a respeitem”.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira que existe um “erro de parte a parte” na gestão das tensões no estreito de Ormuz, apontando responsabilidades tanto aos Estados Unidos como ao Irão.
A ONU e a União Europeia (UE) estimaram esta segunda-feira em mais de 60,5 mil milhões de euros as necessidades de reconstrução para os próximos dez anos na Faixa de Gaza, segundo um estudo realizado em parceria com o Banco Mundial.
Teerão anunciou que não planeia participar numa nova ronda de negociações com os Estados Unidos, acusando Washington de violar o cessar-fogo, numa altura em que a tensão militar e diplomática volta a escalar no Golfo Pérsico.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, aplaudiu o anúncio de um cessar-fogo entre o Líbano e Israel, que entrará em vigor esta quinta-feira à meia-noite (22h00 de Lisboa), após mais de seis semanas de conflito.
Israel e Líbano concordaram esta terça-feira iniciar conversações diretas para uma paz duradoura, após uma primeira reunião em Washington entre representantes dos dois países, informou o Departamento de Estado norte-americano.
Balanço israelita sobe para 250 mortos e cinco comandantes do Hezbollah. Beirute e Telavive reúnem-se terça-feira nos EUA, enquanto o cessar-fogo Irão-EUA excluiu o Líbano.
A Defesa Civil libanesa elevou para 254 mortos e 1.165 feridos o balanço de uma vaga de bombardeamentos israelitas sem precedentes, esta quarta-feira, em diversas zonas do Líbano, afirmando Israel ter atingido mais de 100 alvos em dez minutos.
Um disparo do exército israelita e um engenho explosivo do Hezbollah são responsáveis pela morte de três "capacetes azuis" no Líbano no final de março, segundo os resultados preliminares divulgados esta terça-feira por uma investigação da ONU.
O Governo de Madagáscar declarou esta terça-feira o estado de emergência energética para os próximos 15 dias devido à "profunda crise" criada pelas interrupções no abastecimento de energia causadas pela guerra no Médio Oriente.
Os rebeldes Huthis do Iémen, aliados de Teerão, reivindicaram a responsabilidade por um ataque contra o aeroporto Ben Gurion, no centro de Israel, em retaliação pela ofensiva norte-americana e israelita contra o Irão.
Donald Trump, presidente dos Estados Unidos da América (EUA), anunciou o resgate do piloto desaparecido desde sexta-feira, numa operação "sem um único americano morto, ou sequer ferido", mas por parte do Irão a confirmação não chega, acusando Trump e os EUA de "nova derrota humilhante".
Uma subsidiária da gigante petrolífera britânica BP anunciou restrições ao reabastecimento de aviões em quatro aeroportos italianos, todos com ligações a Portugal, devido à escassez de combustível provocada pelo conflito no Médio Oriente.
Teerão está a negociar com Omã as regras de navegação no estreito de Ormuz, bloqueado desde 28 de fevereiro. Parlamento iraniano aprovou ainda lei que pode render 100 mil milhões de dólares em portagens anuais.
Mais de 40 países, incluindo Portugal, apelaram à "reabertura imediata e incondicional" do estreito de Ormuz, ameaçando o Irão com novas sanções, segundo a ministra dos Negócios Estrangeiros britânica, que presidiu a uma reunião internacional dedicada ao assunto.
O presidente norte-americano, Donald Trump, ameaçou suspender o fornecimento de armas à Ucrânia para pressionar os aliados europeus. O objetivo do líder dos EUA é forçar uma coligação de voluntários da NATO para reabrir o Estreito de Ormuz, avança o Financial Times.
A partir desta quarta-feira, o preço da botija de gás vai aumentar 20%. Uma botija de 45 quilos deverá subir cerca de 15 euros e a de 13 quilos um aumento de três euros.
O Hamas apelou, esta terça-feira, ao Hezbollah para que intensifique "os seus esforços para capturar soldados" israelitas, para que possam ser trocados por prisioneiros, na sequência da aprovação da lei da pena de morte dirigida a palestinianos.
Paris está a reformular o seu “manual de guerra”, incorporando aprendizagens dos conflitos na Ucrânia e no Médio Oriente para reforçar capacidades militares e preparar uma eventual confrontação com a Rússia ainda nesta década.