Pelo menos sete pessoas morreram e cerca de 20 ficaram feridas num ataque executado hoje pelo Exército israelita contra a cidade de Gaza, que segundo fontes israelitas teve como alvo o líder do movimento islamita palestiniano Hamas.
O Presidente palestiniano, Mahmoud Abbas, defendeu esta sexta-feira na ONU que o povo palestiniano não pode ser ignorado e ninguém tem o direito de determinar o seu futuro, enquanto se assinalava a ‘Nakba’, o êxodo de 1948.
O Senado americano rejeitou esta quarta-feira, por pouco, uma resolução que visava ordenar a retirada das forças americanas envolvidas no conflito do Irão, com a maioria republicana a recusar-se a limitar os poderes militares de Donald Trump.
O Líbano apresentou uma queixa formal às Nações Unidas contra as autoridades iranianas, acusando-as de interferir nos assuntos internos e “de arrastar” o país para a guerra em curso na região.
Dois movimentos de ativistas apelaram esta segunda-feira ao Governo português para proteger a flotilha Global Sumud para a Faixa de Gaza, reagrupada ao largo da Turquia, e em que continuam a participar dois cidadãos portugueses, ambos médicos.
O serviço de informações iraniano citou, entre outras coisas, um "ultimato" iraniano em relação ao bloqueio norte-americano aos portos do país e uma "mudança de tom" da China, Rússia e Europa em relação a Washington.
O exército israelita emitiu hoje novas ordens de evacuação “urgentes” para localidades situadas para além da zona que controla no sul do Líbano e que designa como uma “zona de segurança”.
Os Emirados Árabes Unidos retomaram este sábado as operações normais de tráfego aéreo, após o levantamento das medidas de precaução devido ao conflito entre os EUA e Israel no Irão, que aumentou o preço dos combustíveis e cortes de voos.
Oito pessoas, entre as quais uma criança, foram mortas e outras 21 ficaram feridas, incluindo duas crianças, em ataques contra a aldeia de Habboush, que o Exército israelita tinha ordenado que fosse evacuada, apesar do cessar-fogo.
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA), Donald Trump, revelou hoje que o cessar-fogo entre Israel e Líbano foi estendido em três semanas, após reunião na Sala Oval.
O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, pediu, o restabelecimento da liberdade de navegação no estreito de Ormuz e insistiu para que “todas as partes a respeitem”.
O Presidente francês, Emmanuel Macron, considerou esta segunda-feira que existe um “erro de parte a parte” na gestão das tensões no estreito de Ormuz, apontando responsabilidades tanto aos Estados Unidos como ao Irão.
A ONU e a União Europeia (UE) estimaram esta segunda-feira em mais de 60,5 mil milhões de euros as necessidades de reconstrução para os próximos dez anos na Faixa de Gaza, segundo um estudo realizado em parceria com o Banco Mundial.
Teerão anunciou que não planeia participar numa nova ronda de negociações com os Estados Unidos, acusando Washington de violar o cessar-fogo, numa altura em que a tensão militar e diplomática volta a escalar no Golfo Pérsico.
O primeiro-ministro libanês, Nawaf Salam, aplaudiu o anúncio de um cessar-fogo entre o Líbano e Israel, que entrará em vigor esta quinta-feira à meia-noite (22h00 de Lisboa), após mais de seis semanas de conflito.
Israel e Líbano concordaram esta terça-feira iniciar conversações diretas para uma paz duradoura, após uma primeira reunião em Washington entre representantes dos dois países, informou o Departamento de Estado norte-americano.
Balanço israelita sobe para 250 mortos e cinco comandantes do Hezbollah. Beirute e Telavive reúnem-se terça-feira nos EUA, enquanto o cessar-fogo Irão-EUA excluiu o Líbano.
A Defesa Civil libanesa elevou para 254 mortos e 1.165 feridos o balanço de uma vaga de bombardeamentos israelitas sem precedentes, esta quarta-feira, em diversas zonas do Líbano, afirmando Israel ter atingido mais de 100 alvos em dez minutos.
Um disparo do exército israelita e um engenho explosivo do Hezbollah são responsáveis pela morte de três "capacetes azuis" no Líbano no final de março, segundo os resultados preliminares divulgados esta terça-feira por uma investigação da ONU.
O Governo de Madagáscar declarou esta terça-feira o estado de emergência energética para os próximos 15 dias devido à "profunda crise" criada pelas interrupções no abastecimento de energia causadas pela guerra no Médio Oriente.