O Presidente da República Portuguesa apontou hoje o diálogo como condição no conflito entre Israel e Irão, considerando fundamental que os envolvidos mantenham as promessas de cessar-fogo para evitar que o mundo se transforme numa “barafunda”.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, proclamou hoje uma "vitória histórica" sobre o Irão, e que o país rival "nunca terá armas nucleares", após o programa para desenvolvimento destas ter ficado "na ruína" com os ataques sofridos.
O chefe do Estado-Maior das Forças Armadas de Israel afirmou hoje que, após a guerra com o Irão, o Exército israelita voltará a concentrar-se no conflito em curso na Faixa de Gaza.
O candidato à Presidência da República, Gouveia e Melo, afirmou hoje no Porto acreditar que estarão criadas as condições para negociar a paz no Médio Oriente e que as alianças não têm apenas lados positivos.
As companhias aéreas europeias, americanas e asiáticas suspenderam ou reduziram os voos para o Médio Oriente devido ao conflito entre Israel e o Irão e aos bombardeamentos dos EUA contra este último país.
O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, sublinhou hoje a gravidade da situação no Médio Oriente, apelando à contenção e "urgência de retomar a via diplomática" como forma de resolver o conflito.
Numa declaração conjunta entre o secretário de Defesa dos EUA e o chefe do Pentágono, o ataque dos EUA ao Irão "não teve como alvo tropas ou iranianos", mas sim a "busca a paz", após a devastação do "programa nuclear do Irão".
A coordenadora nacional do Bloco de Esquerda (BE) apelou hoje para que Portugal condene o “plano de Trump e Netanyahu” para dominar o Médio Oriente, insistindo que o Governo deve impedir a utilização da Base das Lajes pelos EUA.
O Papa Leão XIV alertou hoje para o risco de se ignorar a emergência humanitária em Gaza, um território palestino devastado por mais de 20 meses de ataques pelas forças israelitas.
O ministro iraniano dos Negócios Estrangeiros reagiu aos apelos da União Europeia e Londres para voltar ao diálogo afirmando que os Estados Unidos e Israel "decidiram fazer explodir" a diplomacia ao bombardearem o Irão.
Vários países árabes condenaram hoje unanimemente o ataque dos Estados Unidos a três instalações nucleares no Irão, que consideraram uma “grave ameaça” para a segurança do Médio Oriente, e defenderam a urgência de conter a situação pela via diplomática.
O primeiro-ministro, Luís Montenegro, manifestou-se hoje preocupado com o risco de “grave escalada” no Médio Oriente e apelou para a “máxima contenção de todas as partes” e ao regresso às negociações com o objetivo de encontrar uma “solução diplomática”.
A presidente da Comissão Europeia afirmou hoje que o Irão deve comprometer-se com “uma solução diplomática credível” para “pôr fim a esta crise”, na sequência do bombardeamento dos EUA a instalações nucleares iranianas.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, apelou hoje para que o Irão “regresse à mesa das negociações”, na sequência dos ataques dos Estados Unidos contra as instalações nucleares de Teerão, sobre os quais foram informados.
O PS quer saber se o Governo foi notificado pelas autoridades norte-americanas sobre os aviões reabastecedores que se encontram na Base das Lajes, nos Açores, e se tenciona partilhar com os maiores partidos da oposição as razões deste movimento.
Os ataques israelitas no Irão mataram mais de 400 pessoas, a maioria civis, desde o início da guerra, a 13 de junho, de acordo com um novo balanço divulgado hoje pelo Ministério da Saúde iraniano.
As autoridades da Faixa de Gaza, controlada pelo Movimento de Resistência Islâmica (Hamas), afirmaram hoje que mais de 55.900 pessoas foram mortas e 131.100 feridas na ofensiva militar desencadeada pelo exército israelita contra o enclave.
O ministro dos Negócios Estrangeiros turco, Hakan Fidan, acusou hoje Israel de arrastar a região para uma "desastre total", no nono dia de guerra com o Irão.
Mais de cem organizações europeias exigem a suspensão do acordo de associação entre a União Europeia (UE) e Israel devido ao “reiterado incumprimento” por este Estado da “obrigação de respeitar os direitos humanos e os princípios democráticos”.
O Presidente russo, Vladimir Putin, admitiu hoje estar "muito preocupado" com a possibilidade de uma terceira guerra mundial devido aos conflitos no Irão e na Ucrânia e, ao mesmo tempo, que reivindicou a posse deste país vizinho.
Israel terá violado o acordo de associação com a União Europeia, especificamente o Artigo 2.º, sobre as obrigações de respeitar os direitos humanos, com a sua atuação na Faixa de Gaza, segundo um documento da diplomacia comunitária hoje conhecido.
O Presidente russo, Vladimir Putin, defendeu hoje que os ataques israelitas a Teerão apenas "consolidam" o apoio da população iraniana à República Islâmica, e argumentou que pode ser negociada uma "solução" vantajosa para ambas as partes.