O sindicato representativo dos trabalhadores da Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL) fez esta terça-feira um balanço positivo da greve parcial que decorre até quinta-feira, mas ainda sem números da adesão.
Os trabalhadores da EMEL — Empresa de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa começam hoje uma greve parcial que só deve terminar na próxima quinta-feira. Os profissionais exigem “uma revisão salarial digna”, estando previsto um novo plenário junto à Câmara Municipal de Lisboa na sexta-feira.
A greve dos trabalhadores da saúde registou esta sexta-feira níveis elevados de adesão, com valores globais entre 60% e 85% e vários serviços a reportarem paragens quase totais, segundo dados avançados por estruturas sindicais.
A greve dos trabalhadores dos registos e notariado teve esta sexta-feira uma adesão média nacional de 93,41%, levando ao encerramento da maioria das conservatórias em 14 distritos de Portugal continental, anunciou o sindicato.
O Sindicato dos Médicos do Norte renovou o aviso prévio de greve ao trabalho suplementar nos Cuidados de Saúde Primários da Unidade Local de Saúde do Alto Ave entre 1 de julho e 31 de dezembro, alegando que os problemas que motivaram a anterior paralisação continuam sem solução.
O primeiro dia de greve dos registos e notariado registou uma adesão de cerca de 52%, estimou esta segunda-feira o Ministério da Justiça, que refutou terem sido recolhidos dados ilegalmente sobre a participação dos trabalhadores na paralisação.
Os trabalhadores não docentes estão hoje em greve para defender a reposição da carreira de auxiliar de ação educativa e salários que acompanhem o desgaste da profissão, podendo estar em causa a abertura de escolas.
Tiago Oliveira, secretário-geral da CGTP, fala aos jornalistas sobre a greve geral que teve "grandes adesões em todos os setores" afirmando que o que se continua a "exigir" a este Governo é que "retire o pacote laboral".
Os trabalhadores do setor da saúde iniciam hoje uma greve de dois dias para exigir melhores salários e condições dignas de trabalho. A paralisação inclui uma manifestação em Lisboa e abrange todos os profissionais do setor, independentemente do vínculo ou carreira.
O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, apelou esta sexta-feira à mobilização nacional dos trabalhadores para a greve geral marcada para 3 de junho, acusando o Governo de promover um dos maiores ataques de sempre aos direitos laborais.
Motoristas e operadores de transporte individual e remunerado de passageiros em veículos descaracterizados (TVDE) voltam esta quarta-feira à rua, com uma ação de protesto marcada para Lisboa e paragens de serviço em várias zonas do país. A iniciativa surge num momento em que decorre a revisão do enq
A greve parcial do 'handling' da SATA, que começava na sexta-feira, foi esta quinta-feira desconvocada, após a garantia de que vai ser possível iniciar um processo negocial com o presidente do Governo Regional dos Açores, foi esta quinta-feira revelado.
A fábrica da Autoeuropa, em Palmela, está esta sexta-feira praticamente parada devido à greve dos trabalhadores contra o novo pacote laboral, com a produção interrompida nos turnos da noite e da manhã e perspetivas de paralisação também durante a tarde.
A greve convocada para esta sexta-feira deverá provocar perturbações alargadas em diversos setores da administração pública e do setor privado, coincidindo com uma manifestação nacional em Lisboa contra o pacote laboral em discussão.
O anterior ministro da Saúde, Manuel Pizarro, afirmou que, se estivesse em funções aquando da greve do INEM de 2024, as consequências dessa paralisação não teriam acontecido, devido ao contacto permanente que mantinha com os sindicatos.
A greve de 24 horas dos trabalhadores do Metropolitano de Lisboa, prevista para esta terça-feira, foi desconvocada após um acordo alcançado entre o sindicato e a administração da empresa.
Os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa (ML) realizam hoje um plenário, às 23h, para decidir se irão avançar para uma greve de 24 horas, que terá início às 00:00 desta quinta-feira.
Hoje, 9 de abril, e na próxima terça-feira, 14 de abril, os trabalhadores do Metropolitano de Lisboa vão estar em greve. Não foram decretados serviços mínimos.
A Comissão de Utentes de Saúde da Amadora vai promover, na próxima sexta-feira, 10 de abril, uma manifestação junto ao Hospital Fernando da Fonseca, em protesto contra aquilo que classifica como uma degradação grave e contínua dos serviços de saúde. A iniciativa assumirá a forma de um cordão humano.
Protesto está marcado para esta segunda-feira, às 15h00, onde os trabalhadores exigem integração nos quadros e dizem que "sem mediadores culturais" a "AIMA não funciona".
Os trabalhadores da RTP, reunidos em plenário, decidiram que vão recorrer à greve, ao trabalho normal, suplementar e nos feriados, em resposta à "proposta de corte salarial" apresentada pela Administração.