O Largo da Oliveirinha passa a acolher, a partir desta quinta-feira, um memorial dedicado às vítimas do acidente ocorrido no Elevador da Glória a 3 de setembro de 2025. A intervenção pretende criar um espaço de homenagem, memória e reflexão coletiva.
Um ano depois do acidente mortal, os funiculares históricos de Lisboa estão parados e sujeitos a reavaliação para perceber se voltam aos carris tal como estão ou se serão transformados. Aguardam-se até ao final de março as conclusões da investigação independente.
Quase um ano depois do descarrilamento do Elevador da Glória, que provocou 16 mortos em Lisboa, a investigação criminal continua sem estar concluída. O Ministério Público prevê terminar as perícias e os ensaios técnicos em novembro e estima que o despacho final do inquérito seja conhecido até ao fin
Nova solução será apresentada esta segunda-feira, quase um ano depois do acidente que provocou 16 mortos. Segurança, engenharia e preservação do património estão no centro do projeto.
O antigo diretor de Manutenção do Modo Elétrico da Carris, Filipe Fraga, e Gustavo Pita Soares, sócio-gerente da MNTC, empresa responsável pela manutenção dos elevadores históricos de Lisboa, foram constituídos arguidos no processo que investiga o acidente do Elevador da Glória.
O Presidente da República, António José Seguro, promulgou o diploma que prevê um novo regime jurídico de licenciamento, manutenção e fiscalização do transporte ferroviário que inclui metropolitano, elétricos e elevadores e funiculares históricos, na sequência do descarrilamento do elevador da Glória
A Carris esclareceu esta sexta-feira que familiares das vítimas do acidente do elevador da Glória, em Lisboa, comunicaram que “ainda não tinham na sua posse as certidões de óbito” e revelou que existem três processos de indemnização concretizados.
O processo de indemnização às vítimas do acidente do elevador da Glória ainda está em curso, com compensações já pagas e outras “em negociação”, revelou esta quarta-feira o vice-presidente da Câmara de Lisboa, sem detalhar, considerando a demora “normal”.
A família de Ana Paula, uma das vítimas mortais do acidente no Elevador da Glória, em Lisboa, apresentou uma ação judicial contra a Carris, a seguradora Fidelidade e a empresa responsável pela manutenção do equipamento, a Mntc - Serviços Técnicos de Engenharia, reclamando uma indemnização superior a
A Polícia Judiciária está a realizar, na manhã desta sexta-feira, uma operação de busca relacionada com o descarrilamento do Elevador da Glória, em Lisboa, que em setembro de 2025 causou 16 mortes e vários feridos, avançou a CNN Portugal.
O PS e o PCP na Câmara de Lisboa criticaram esta quuarta-feira a ausência de informação sobre as auditorias ao acidente com o elevador da Glória, tendo a governação PSD/CDS-PP/IL assegurado que a Carris está a fazer "um excelente trabalho".
Meio ano depois do acidente do Elevador da Glória, que fez 16 mortos e 24 feridos, ainda há compensações por apurar. Embora já tenham sido celebrados alguns acordos, a Fidelidade - seguradora da Carris, empresa responsável pela operação do elevador, explica que há casos em que aguardam pela "receção
José António Barreiros foi escolhido pela anterior administração da transportadora na véspera da divulgação do relatório preliminar ao acidente, que matou 16 pessoas em setembro do ano passado. Contrato foi assinado um dia após a demissão da empresa então liderada por Pedro Bogas.
Rogério Campos Henriques, CEO da Fidelidade, diz que o processo de indemnizações às vítimas do acidente do elevador da Glória pode demorar anos a concluir. Contudo, garante que "ninguém fica desamparado".
Carlos Moedas garantiu a segurança dos elétricos e autocarros da Carris, afirmando que o relatório sobre o acidente do Elevador da Glória não aponta responsabilidades políticas nem põe em causa a operação da empresa municipal.
O relatório preliminar do Gabinete de Prevenção e Investigação de Acidentes com Aeronaves e Acidentes Ferroviários (GPIAAF) sobre o acidente do elevador da Glória, que ocorreu a 3 de setembro de 2025 e provocou 16 mortos, revela uma série de falhas acumuladas na Carris e no processo de manutenção e
O Sindicato dos Técnicos de Emergência Pré-Hospitalar (STEPH) vai solicitar a abertura de um inquérito para apurar as razões que impediram a viatura de emergência médica do Hospital de Santa Maria de responder ao acidente com o Elevador da Glória, ocorrido a 3 de setembro, em Lisboa.
Depois das eleições autárquicas, deu-se a reunião da Câmara Municipal de Lisboa sobre o acidente do Elevador da Glória. Após esta, os partidos referiram que pouco ou nada trouxe de significativo em termos de esclarecimentos.
O acidente mortal no Elevador da Glória transformou-se num teste político à liderança de Carlos Moedas. Entre acusações de falta de transparência, denúncias sobre falhas de manutenção e revelações de incidentes anteriores nunca assumidos publicamente, a tragédia que vitimou 16 pessoas arrastou-se pa
Três semanas após o acidente no elevador da Glória, Carlos Moedas marcou a reunião extraordinária da Câmara Municipal de Lisboa para 13 de outubro, dia seguinte às eleições, gerando críticas da oposição, que acusa o presidente de fuga ao escrutínio, avança o Expresso.
No dia em que a CARRIS celebra 153 anos, a Câmara Municipal de Lisboa prestou uma homenagem a André Marques, guarda-freio que perdeu tragicamente a vida ao serviço do Elevador da Glória, no passado dia 3 de setembro.
A Fidelidade anunciou esta segunda-feira, 15 de setembro, a criação de uma Comissão Técnica Independente para o acompanhamento das indemnizações às vítimas do acidente do Ascensor da Glória, que provocou várias mortes e feridos de diferentes nacionalidades.
Progenitores já foram transferidos para o país de origem. Estão ainda três cidadãos nos cuidados intensivos e outros três em situações de enfermagem menos preocupantes.