O secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, adiantou esta segunda-feira que a ordem para atacar o Irão foi emitida depois de se ter tornado claro que Israel planeava atacar primeiro, tornando necessário incapacitar a capacidade de retaliação de Teerão.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros de Portugal, Paulo Rangel, explicou que Portugal deu "autorização condicional" aos Estados Unidos da América para usar a base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores.
O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta segunda-feira que o conflito militar em curso no Irão poderá durar entre “três a quatro semanas”, sublinhando, no entanto, que Washington está preparado para um cenário de guerra prolongada caso a situação se agrave.
Num testemunho raro e anónimo, intitulado "Carta de uma iraniana", uma escritora iraniano-americana descreve o conflito atual como um dilema moral profundo para quem viveu décadas sob repressão, dividido entre o terror da guerra e o desejo de mudança.
O secretário da Defesa dos Estados Unidos, Pete Hegseth, qualificou esta segunda‑feira como “a operação aérea mais letal, mais complexa e mais precisa da história” a resposta militar norte‑americana aos movimentos do regime iraniano, num contexto de escalada de tensão entre Washington, Israel e o Ir
Os ataques ao Irão começaram no sábado e alastraram-se a vários países dentro e fora do Médio Oriente. Irão já confirmou que não vai negociar com os EUA.
As três potências europeias declaram-se prontas para intervir de forma proporcional contra Teerão, enquanto Donald Trump antecipa uma guerra de quatro semanas e afirma que os novos dirigentes iranianos pediram negociações.
O presidente norte-americano Donald Trump declarou que o novo governo do Irão deseja estabelecer conversações com os EUA. Em paralelo, destacou o sucesso das operações militares recentes contra líderes iranianos.
Filho do último xá do Irão, Reza Pahlavi quer assumir um papel central na reconstrução do país após a possível queda do regime teocrático, propondo um plano detalhado de transição democrática e estabilidade económica.
O primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, dirigiu-se ao povo iraniano, apelando para que aproveitem a oportunidade histórica criada pelos recentes ataques militares para se libertarem do regime. Segundo Netanyahu, é “hora de agir em massa” contra a liderança do país.
Cinco aviões reabastecedores KC-46 Pegasus da Força Aérea norte-americana descolaram hoje da Base das Lajes, na ilha Terceira, nos Açores. A movimentação ocorre no dia em que Israel e Estados Unidos lançaram um ataque contra o Irão, que respondeu com mísseis e drones.
Os ataques desta manhã no Irão terão provocado a morte de duas das principais figuras da estrutura militar do país, o comandante da Guarda Revolucionária e o ministro da Defesa, segundo fontes citadas pela imprensa internacional, enquanto Teerão confirma baixas, mas garante que o líder supremo conti
Um ataque aéreo a uma escola no sul do Irão fez pelo menos 85 mortos, incluindo crianças, agravando as preocupações com o impacto civil dos bombardeamentos e aumentando a tensão internacional em torno do conflito na região.
O Conselho Europeu expressou profunda preocupação com os recentes desenvolvimentos no Irão, sublinhando que mantém contacto estreito com parceiros na região.
Quatro bases norte-americanas no Médio Oriente foram atingidas por mísseis lançados pelo Irão). Foram visadas a base aérea de Al Udeid, a base aérea de Al Salem, a base aérea de Al Dhafra e a base da Quinta Frota dos Estados Unidos em Bahrein. Estes ataques surgem como resposta aos recentes ataques
Dmitry Medvedev acusou os Estados Unidos de utilizarem as negociações nucleares com o Irão como forma de encobrir preparativos para operações militares.
As forças armadas de Israel, IDF, anunciaram que foram lançados mísseis a partir do Irão em direção ao território israelita, tendo sido acionados sistemas de defesa e sirenes de alerta em várias zonas do país.